quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Homens casados são menos agressivos e antissociais, aponta estudo

Há tempos, diversos especialistas vêm debatendo as possíveis razões para o fato de os homens casados serem menos agressivos que os solteiros. Agora, um estudo publicado na edição de dezembro da revista Archives of General Psychiatry pode ajudar a explicar essa tendência, sugerindo que seria uma via de mão dupla: tanto os homens menos antissociais são mais propensos a casar, quanto o casamento pode inibir comportamentos antissociais.

“Nossos resultados indicam que a taxa reduzida de comportamento antissocial em homens casados é mais complicada do que era pensado anteriormente”, destacou a pesquisadora Alexandra Burt, da Universidade do Estado de Michigan, nos EUA. “O casamento geralmente é bom para o homem, pelo menos em termos de reduzir o comportamento antissocial, mas os dados também indicam que não é aleatória a entrada em um estado de casamento”.

Avaliando dados de 289 pares de gêmeos do sexo masculino - examinados quando tinham 17, 20, 24 e 29 anos de idade -, os pesquisadores descobriram que os homens com menores níveis de comportamento antissocial aos 17 e 20 anos eram mais propensos a estarem casados aos 29 anos. A diferença para outros estudos é que esse considerou o casamento como um “processo de seleção”, e não o casamento como uma obrigação, como era antigamente.

E os resultados indicaram também que, após o casamento, as taxas de comportamento antissocial declinam ainda mais. Ao comparar dois gêmeos idênticos, os especialistas notaram que o irmão que havia casado, geralmente, apresentava menores níveis de agressividade e comportamento antissocial do que aquele que permanecia solteiro.
De acordo com os autores, é improvável que o casamento iniba o comportamento antissocial do homem diretamente, mas, na verdade, é possível que o casamento seja um marcador de outros fatores, como vínculo social ou menos tempo com colegas delinquentes. Outro fator que parece ser importante é a qualidade da relação com o parceiro, pois o efeito da união no comportamento social pareceu ser maior entre os “bem casados”.

Fonte: Archives of General Psychiatry. Dezembro de 2010.

UOL

Um quarto dos portadores de marca-passo acredita que deve evitar relações sexuais

 

Uma pesquisa apresentada nesta semana no Congresso Brasileiro de Arritmias Cardíacas indica que a percepção dos portadores de marca-passo sobre o uso do aparelho e suas limitações ainda é muito distorcida. Exemplos disso é que 27% dos quase 200 portadores de marca-passo consultados na pesquisa acreditam que as relações sexuais devem ser evitadas e quase metade apontam que não devem utilizar computador com acesso à internet.

“Os extensos investimentos em tecnologia, visando à otimização da qualidade de vida dos portadores de marca-passo, podem não gerar os resultados que desejamos. Mesmo pacientes que usam marca-passo há cinco anos ainda têm percepções incorretas acerca de atividades que poderiam ou não exercer”, revela o cardiologista José Elias Neto, que apresentou o estudo no evento.


Conduzido por cardiologistas da Clínica do Ritmo, no Espírito Santo, com 90 homens e 108 mulheres que utilizavam o aparelho, o estudo indicou, ainda, que a grande maioria dos pacientes não sabe responder por que colocou o marca-passo. “Frequentemente, os médicos veem seus pacientes apenas como um problema clínico e, por isso, fizemos este levantamento com foco na prática, observando aspectos emocionais, culturais e sociodemográficos”, disse o especialista, sugerindo uma abordagem mais informativa dos pacientes.


Utilização segura


Embora a tecnologia dos novos aparelhos esteja desenvolvida para evitar desconfigurações ou problemas mais sérios para o paciente, em algumas situações, vale a recomendação médica. Entre elas, manter distância mínima de dois metros dos aparelhos de micro-ondas quando em funcionamento; manter uma distância de 15 cm do aparelho celular; não passar por detector de metais em agências bancárias e aeroportos; não realizar procedimentos com ressonância magnética e acupuntura quando as agulhas são do tipo elétrica.


“Alguns cuidados são realmente necessários. No caso da ressonância magnética, 59% também erram a resposta correta - relataram que é possível realizar o procedimento”, explica o cardiologista. “De modo geral, este estudo revela que nossos pacientes consideram diversas atividades cotidianas inseguras para portadores de marca-passo definitivo. E o efeito disto é o fator potencialmente prejudicial para a boa qualidade de vida”, finaliza Elias Neto.

UOL

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Casar reduz "comportamento agressivo" em homens, diz estudo

"Bonzinhos" casam mais cedo ou casamento faz homens "bonzinhos"? Casar tende a reduzir o comportamento agressivo nos homens, indicou um estudo de pesquisadores da Michigan State University, nos Estados Unidos.


Por um lado, são os homens menos problemáticos que tendem a casar mais cedo, observou a pesquisa; por outro, quando casados, o seu nível de comportamento agressivo diminui ainda mais.
O estudo acompanhou dados de 289 pares de gêmeos, que foram analisados à idade de 17 anos (quando nenhum participante era casado), 20, 24 e 29 anos (quando 60% estavam casados).
A abordagem por meio de pessoas identicamente genéticas foi adotada para descartar explicações genéticas para as mudanças de comportamento.
"Nossos resultados indicam que a redução da taxa de comportamento antissocial em homens casados é mais complicada que pensávamos", disse a coordenadora do estudo, S. Alexandra Burt, professora associada de psicologia e geneticista comportamental da universidade.
"O casamento em geral é positivo para os homens, pelo menos em termos de reduzir o comportamento antissocial. Mas os dados também indicam que a definição de quem se compromete com o casamento não é aleatória."
Em um artigo publicado na revista especializada " Archives of General Psychiatry", os pesquisadores afirmam que homens com níveis mais baixos de comportamento antissocial aos 17 e 20 anos têm mais probabilidade de estarem casados à idade de 29 anos.
Pesquisadores se referem a este fenômeno pela denominação de "processo de seleção". Este processo tem se tornado mais evidente, segundo eles, na medida em que as taxas de matrimônio vêm decaindo desde os anos 1950.
Alexandra Burt ressaltou que, comparados aos seus irmãos gêmeos solteiros, os gêmeos casados em geral se viram envolvidos em menos episódios de comportamento antissocial.
Para os pesquisadores, a explicação pode não estar diretamente no casamento, mas sim no fato de que o matrimônio incentiva os comportamentos sociais e reduz o tempo passado com colegas menos comportados.
Nos casamentos mais fortes, o efeito matrimonial de reduzir os comportamentos antissociais são ainda mais claros, disseram os pesquisadores.
 

BBC Brasil

Conheça o poder da caralluma e perca 4kg em apenas um mês

A caralluma inibe a ação de algumas enzimas que acumulam gordura

Getty Images

Toda mulher gostaria de perder alguns quilinhos para se sentir mais bonita e sensual, mas às vezes somente a academia e a dieta não resolvem. É nessa hora que podemos aproveitar o que a natureza tem de melhor e nos beneficiar dela.


Planta similar ao cactus, a caralluma contém substâncias que inibem a ação de algumas enzimas responsáveis pela lipogênese (ou acúmulo de gordura) e auxilia na busca pelo corpo perfeito, chegando ao limite, de acordo com alguns relatos, à perda de 4 kg em um único mês.


De acordo com a nutricionista Tatiana Ossola, a caralluma diminui a sensação de fome, atuando diretamente no hipotálamo, região do cérebro que acumula funções como o controle do apetite. "Apesar dos benefícios, a planta é somente uma coadjuvante no processo de emagrecimento, ela não faz milagres", afirma.


De acordo ainda com a nutricionista, a caralluma pode ser manipulada pura ou associada a outros fitoterápicos de efeito termogênico (como chá verde ou branco e sinetrol), a fim de potencializar os seus efeitos. "A dose recomendada é 1g ao dia, divivido em duas partes que devem ser ingeridas meia hora antes das principais refeições. Há também no mercado balas de goma, bombons de chocolate e cápsulas com a planta em sua constituição que podem ser uma alternativa na hora de consumi-la", diz a nutricionista.


Mesmo com tantos benefícios, nem todas as mulheres podem ingeri-la. "O consumo da planta não é aconselhável para gestante e nutris (mulheres que estão amamentando). No mais, todos podem usá-la", alerta.


Onde encontrar


Segundo Tatiana, no Brasil, a caralluma só é comercializada em pó, manipulada pelas farmácias. "Esse pó de caralluma pode ser encapsulado, manipulado em bombons, balas ou em shakes, acrescida ou não de outras substâncias. Mas antes de começar a consumi-la o ideal é procurar um médico e pedir orientações", diz.


 Terra

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Vinagre de maçã pode ajudar a aumentar o colesterol bom

Os cientistas acreditam que o vinagre de maçã acelera o processamento das gorduras


O colesterol bom (HDL) tem efeito protetor sobre a saúde cardiovascular. E, de acordo com uma pesquisa de Minnesota, nos Estados Unidos, uma ou duas colheres diárias de vinagre de maçã podem aumentar seus níveis.


Para chegar a essa conclusão, a equipe analisou 120 pessoas. Metade delas teve de ingerir por oito dias a iguaria e, a outra, uma solução de água e 2% de vinagre balsâmico (placebo).


Segundo o jornal Daily Mail, um estudo anterior em animais com diabetes mostrou que o vinagre de maçã reduziu as taxas de colesterol ruim e melhorou as de HDL. Os cientistas acreditam que o produto acelere o processamento das gorduras.


Terra

Calor e umidade são combinação "perfeita" para ter dor de ouvido

Procure um otorrinolaringologista sempre que tiver dor, coceira ou perda de audição


Sol, piscina e praia. É uma combinação perfeita para muitos, menos para os ouvidos. A junção do calor e umidade em excesso podem provocar inflamações e infecções no ouvido, conhecida como otite externa.




Dor intensa e desconforto são alguns dos sintomas que atingem as pessoas nesta época do ano e, por isso, precisam de alguns cuidados, como alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa, de Santo André. "É uma inflamação que atinge os extremos da idade. As crianças, porque geralmente abusam em ficar mais tempo na água; e os idosos porque têm uma diminuição na resistência", disse o especialista.




Também conhecida como "ouvido de nadador", normalmente a infecção é causada por bactérias e fungos que penetram por meio de lesões na pele, que recobrem a orelha externa.


Causas




As causas são as mais diversas e podem ser provocadas por trauma, pelo uso de objetos, pelo próprio dedo, atritos, água contaminada, remoção da cera que protege o canal do ouvido. Exposição ao sol e má alimentação nesse período, diminuindo a resistência do organismo, também estão associadas ao problema.




O médico adverte também sobre a manipulação do cotonete, que pode provocar ferimentos. O ouvido possui mecanismos de autoproteção, sendo necessária somente a higienização da parte externa da orelha, dispensando o objeto.




Sintomas




Dor, coceira, secreção, inchaço e diminuição da audição são os principais sintomas da doença, que pode ser diagnosticada por um exame otológico, que permite visualizar o interior do ouvido.




"Ao notar um desses sintomas procure um médico. Assim, caso seja diagnosticado o tratamento, já é feito com antibióticos e anti-inflamatórios para pingar no local. Dependendo do avanço da inflamação, a medicação é via oral", afirmou o especialista.


Segundo ele, o alívio já é notado no dia seguinte e a inflamação tende a desaparecer em cinco dias.




Terra

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Saúde dos olhos: frutas, verduras e legumes protegem contra doenças oculares

Verduras de tonalidade verde-escuro contêm antioxidantes que protegem evitam doenças oculares


Vários estudos já comprovaram os benefícios da alimentação saudável, com redução de carne vermelha, açúcar e sal, frituras e gordura trans. O que pouco se fala é que, além de prevenir diversos tipos de câncer e doenças do coração, uma dieta bem equilibrada também tem o poder de retardar ou atenuar doenças oculares.


— Obviamente, é preciso tomar uma série de medidas para o bem da saúde em geral, não apenas mudar os hábitos de alimentação. Mas uma dieta bem elaborada, privilegiando alimentos antioxidantes — que combatem o envelhecimento — pode trazer grandes benefícios, retardando doenças como a degeneração macular, catarata, olho seco e tantas outras — afirma o oftalmologista Renato Neves, diretor da Eye Care Hospital de Olhos.


De acordo com o especialista, todas as dietas saudáveis devem incluir grandes quantidades de frutas, legumes e verduras frescas — que podem ser consumidas ao longo do dia. A ideia é aumentar a ingestão de vitaminas, minerais, proteínas saudáveis, ômega-3 e luteína.


Neves explica que frutas de diferentes cores e verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que protegem os olhos, reduzindo os danos provocados pelos radicais livres.


— Ovos, milho verde, mamão, laranja e kiwi também contêm luteína, substância fundamental no combate à degeneração macular relacionada à idade. A esses alimentos, acrescentamos cenoura e abóbora, que também são ricas em vitamina A e contêm muita vitamina C — diz Neves.


Na opinião do médico, as pessoas ainda devem incluir na dieta importantes fontes de ômega-3 e reduzir a ingestão de sódio. Peixes, castanhas, óleo de linhaça e canola contribuem também para evitar a síndrome do olho seco - tão comum nas grandes cidades e na terceira idade.


— Se alguns alimentos contribuem para a saúde dos olhos e para o bem-estar do paciente, o sódio pode colocar tudo a perder quando ingerido em altas quantidades, levando ao desenvolvimento de catarata. Por isso é tão importante ficar de olho nas embalagens e preferir comprar alimentos prontos com baixa quantidade de sódio.


RECEITA


Confira uma sugestão de salada elaborada pelo oftalmologista:


:: 1 maço de espinafre cortado


:: 6 folhas frescas de alface romana


:: 2 cenouras raladas


:: 1 berinjela pequena levemente cozida e cortada em cubos


:: 1 maço de brócolis


:: Cubinhos de pimentões amarelo, vermelho e verde, sem pele


:: 6 couves de Bruxelas


:: Sementes de linhaça dourada


:: Castanhas do Pará trituradas


Para o molho:


:: 2 colheres (sopa) de óleo de canola


:: Suco de um limão


:: 2 colheres (sopa) de vinagre de maçã


:: 1 filé de anchova ralado


:: 1 gema de ovo


:: 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon


:: 100 g de queijo parmesão






BEM-ESTAR

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ácido hialurônico é alternativa eficaz para o tratamento de celulite

Substância ajuda a atenuar as depressões causadas pela inflamação das células subcutâneas


Se as mulheres pudessem eleger a vilã número um da beleza feminina, a eleita certamente seria a famigerada celulite. Para combater este mal, a estética médica disponibiliza uma série de tratamentos que visam atenuar o aspecto ondulado que a celulite provoca na pele. Com a chegada do verão, a busca por tratamentos aumenta e a grande oferta de técnicas salvadoras provoca um nó na cabeça das pacientes.


Entre os tratamentos mais famosos, encontram-se a carboxiterapia, injeções antigordura, cosméticos anticelulite, massagens e aparelhos específicos desenvolvidos para atenuar os "furinhos" desagradáveis. Para o verão 2011, a vedete da tropa anticelulite atende pelo nome de preenchimento com ácido hialurônico.


A substância, que se tornou conhecida devido ao seu uso em procedimentos de aumento de volume labial e atenuação de linhas de expressão na face, é aplicada com uma cânula nas depressões mais profundas da pele.


— Seu uso é indicado para pacientes com celulite caracterizada por retrações que causam aquele aspecto de casca de laranja. Após uma anestesia local infiltrativa, libera-se a trave fibrosa do tecido que causa a depressão e depois injeta-se o ácido hialurônico — explica a especialista em medicina estética da Clínica Scipioni, Sharon Senger.


A ação do procedimento é temporária, durando aproximadamente dois anos. Porém, após este período, o local no qual é aplicado o ácido hialurônico mantém um aspecto satisfatório devido ao estímulo de produção de colágeno causado pela substância. A técnica é rápida e não exigem internação.


DONNA DC

sábado, 6 de novembro de 2010

Idosos canadenses ganham na loteria e doam prêmio

Casal diz não ter conseguido se adaptar à vida de milionários

Depois de ganhar 11,2 milhões de dólares canadenses (R$ 18,7 milhões) na loteria, um casal de idosos do Canadá resolveu fazer uma viagem – para doar o dinheiro. Allen, 75 anos, e Violet Large, 78, saíram pela província da Nova Scotia, na costa leste do país, distribuindo o prêmio para hospitais, igrejas, organizações de caridade e até cemitérios.


Donos de uma centenária casa branca no topo de uma colina, rodeada por campos e ao final de uma estrada de terra em Lower Truro, eles estavam satisfeitos com a vida sem luxo e um Dodge 1987 na garagem. Para eventuais “dias difíceis”, guardaram apenas 2% do prêmio (aproximadamente R$ 374 mil), valor dividido entre eles próprios e os 15 membros da família – a imprensa canadense não informou se os dois têm filhos. E se livraram do que consideravam uma “grande dor de cabeça”:


— Você não sente saudade daquilo que nunca teve — disse Violet ao jornal Halifax Chronicle-Herald.


Caridade realizada, os Large pensaram que enfim teriam sossego. Encontraram nova preocupação. Com a história revelada no final da quarta-feira, o telefone começou a tocar a partir da manhã seguinte, ininterruptamente. Eram repórteres buscando explicações para um gesto tido como loucura pelo senso comum. Afinal, por que se deram ao trabalho de fazer a aposta se não tinham interesse em ficar com o grosso da bolada? A explicação: apesar de jogar duas vezes por semana na loteria, o casal não conseguiu se adaptar à fortuna. Para eles, ter um ao outro é apenas o que precisam na vida.


— Não temos grandes planos. Não viajamos muito, não saímos à noite — justificaram-se.


À época em que a sorte lhes bateu à porta, Violet se tratava de um câncer no ovário. Destinou parte do prêmio aos hospitais onde realizava quimioterapia – as sessões terminaram na semana passada. Para a imprensa canadense, ela se considera uma felizarda apenas por estar viva.


Allen, aposentado como soldador, contou a repórteres que ele e Violet trabalharam por cerca de 30 anos na província de Ontario, poupando dinheiro para viver em Nova Scotia quando se aposentassem. Sua esposa diz que o prêmio não foi doado para obter reconhecimento – apenas porque quiseram fazê-lo.


— Ninguém entende por que demos o dinheiro, mas nós não precisávamos daquela fortuna — afirmou Allen.


Violet estava receosa que pessoas desonestas pudessem tentar enganá-los. Um jornal que foi à casa dos Large recebeu e-mails de pelo menos três pessoas interessadas em localizá-los para conseguir uma doação.


ZERO HORA

Novos estudos comprovam a eficácia da cirurgia bariátrica no controle do diabetes

Mais de 80% dos pacientes submetidos à cirurgia tiveram a normalização nos níveis de glicose

Vários estudos realizados estão avaliando a eficácia da cirurgia bariátrica no tratamento do diabetes tipo 2, forma mais comum da doença, em pacientes obesos. Um estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, acompanhou durante um ano 2.235 adultos obesos com diabetes tipo 2 que foram submetidos a cirurgia bariátrica para redução de peso.


Três tipos de cirurgia se mostram eficientes no controle do diabetes e, por isso, são conhecidas como Cirurgia do Diabetes: o by-pass gastrojejunal e as derivações bilio-pancreáticas (scopinaro e “duodenal switch”). As três técnicas criam um atalho para o alimento, que é desviado do duodeno e chega antes à parte final do intestino. Esse desvio altera a secreção de alguns hormônios intestinais, como o GLP-1, cujo aumento estimula a produção de insulina, resultando na melhora ou até mesmo no controle do diabetes tipo 2.


Dos participantes do estudo, 85,8% tomavam pelo menos um medicamento para controlar o diabetes antes da cirurgia, com uma média de 4,4 medicamentos por paciente.


Os pesquisadores descobriram que seis meses após a cirurgia, 1.669 (74,7%) dos pacientes deixaram de tomar seus medicamentos para diabetes. Depois de um ano, 80,6% dos participantes do estudo não precisavam mais de medicamentos para o diabetes e depois de dois anos esse percentual subiu para 84,5%.


— Ficou cientificamente comprovado que quando restringimos o estômago e promovemos um desvio intestinal conseguimos controlar o diabetes da grande maioria dos pacientes — afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Thomas Szegö.


Os bons resultados da cirurgia para o controle do diabetes tipo 2 devem-se, basicamente, a dois fatores: a perda de peso do paciente e principalmente a alteração hormonal.


— No início, pensava-se que o controle da doença era consequência apenas do emagrecimento do paciente, porém os índices ligados a diabetes eram normalizados poucos dias após a cirurgia, antes que houvesse uma perda significativa de peso. Portanto, concluiu-se que a alteração hormonal também tem um papel fundamental no êxito do tratamento — explica Szegö.


A Cirurgia do Diabetes melhora a sensibilidade à insulina nos pacientes e a habilidade do corpo de aproveitar a glicose na corrente sanguínea. A sensibilidade à insulina é prejudicada em pessoas com diabetes tipo 2, resultando no acúmulo de açúcar no sangue. O procedimento representou 25% das 30 mil cirurgias bariátricas realizadas em 2009.


De acordo com um levantamento realizado SBCBM, dos 7.500 pacientes brasileiros que se submeteram ao procedimento no ano passado, 90% tiveram a cura total da doença ou conseguiram reduzir o uso de medicamentos, como a aplicação de insulina.


A cirurgia pode ser indicada no tratamento de pacientes diabéticos tipo 2, com Índice de Massa Corpórea (IMC), calculado através da equação entre o peso dividido pela altura ao quadrado, acima de 35.


Ainda está em estudo pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) a liberação do procedimento para pacientes com IMC entre 30 e 35. Para pacientes com o IMC abaixo de 30 a cirurgia ainda não é indicada, porém o Brasil desponta como o país que mais investe em estudos para adaptar o método que irá beneficiar pacientes não obesos.


O número de diabéticos deve aumentar em 65% na América Latina nos próximos 20 anos. A estimativa é de que cheguem a 30 milhões o total de casos latino-americanos nas próximas duas décadas. Nesse mesmo período, o número de pacientes deve aumentar de 285 milhões para 438 milhões em todo o mundo, de acordo com o levantamento da Fundação Mundial de Diabetes.


O Brasil figura entre os 10 países com maior percentual de diabéticos, com 6,4% da população geral. Ao lado de outras doenças crônicas não transmissíveis, o diabetes é um dos principais desafios da área da saúde.


BEM-ESTAR
CLICRBS

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Chá branco, preto ou verde: entenda qual é a diferença entre eles

Com propriedades similares, estes chás se diferenciam pela época de colheita e processamento


A grande quantidade de chás disponíveis no mercado podem confundir facilmente o consumidor que busca benefícios específicos para a saúde. A maioria das dúvidas recaem sobre os chás branco, verde ou preto, que são feitos da mesma planta, a camélia sinensis. Com propriedades similares, estes chás se diferenciam pela época de colheita e processamento.


Segundo a nutricionista Aline Moscoso, o processamento da planta define a quantidade de polifenóis do chá. O chá branco, por exemplo, que não sofre fermentação, é o mais rico em polifenóis, um poderoso antioxidante, que ajuda a prevenir o envelhecimento.


Todos os tipos deste chá também podem ser usados para fins de emagrecimento. Aline explica que as bebidas produzidas a partir desta planta ajudam a acelerar o metabolismo, estimulam a queima de gordura e são diuréticos. O chá verde é o mais conhecido entre os que querem perder peso, porém o chá branco pode ser ainda mais eficiente, de acordo com a nutricionista.


O chá preto é o mais concentrado em cafeína, porém, todos possuem algum percentual desta substância. Portanto, principalmente pessoas que sofrem de hipertensão e gastrite, devem cuidar com a quantidade da bebida.


— O ideal é que a pessoa procure um médico antes de tomar os chás. Na maioria dos casos, a quantidade máxima indicada é de três xícaras por dia — orienta a nutricionista.


Confira as diferenças entre cada tipo:


:: Chá Branco — As folhas e os brotos são colhidos antes das flores se abrirem, quando ainda estão cobertos por uma fina penugem que resulta num aspecto prateado, aí a origem do nome. É uma versão menos processada porque, ao contrário dos outros, não passa por fermentação. Por ser menos processado, possui mais polifenóis e cacequinas, substâncias antioxidantes que combatem envelhecimento e previnem doenças. Também é diurético, estimula a queima calórica, em alguns caso pode controlar a pressão arterial e diminuir os níveis de colesterol ruim (LDL).


:: Chá Vermelho — Acelera o metabolismo, favorece redução do colesterol e facilita a digestão. É bastante conhecido por auxiliar na queima de gordura.


:: Chá Verde — É o mais comum dos chás por ser mais abundante e mais barato. É muito utilizado para o emagrecimento pois acelera o metabolismo, é antioxidante, diurético e estimula queima calórica.


:: Chá Preto — Possui benefícios semelhantes aos demais, porém, entre os chás da planta camélia sinensis, é o mais pobre em nutrientes. Também é mais concentrado em cafeína.


BEM-ESTAR

domingo, 31 de outubro de 2010

10 alimentos que melhoram o humor

Nutricionista mostra as melhores comidinhas para dar um "up" no astral


Se ao menor sinal de tristeza, estresse ou irritação o chocolate parece ser a melhor – talvez única – opção de conforto, saiba que o cardápio brasileiro reserva outras alternativas para quem quer levantar o astral por meio da alimentação.


A nutricionista Flávia César Raduam, especialista em Medicina Biomolecular e fisiologia pela Sociedade Brasileira de Medicina Biomolecular pesquisou os alimentos com potencial para melhorar o humor. Ela encontrou 10 exemplos que, além de darem uma levantada no astral, são nutritivos e alguns nem tão calóricos como o chocalate.


BRTURBO

Verme pode trazer esperança de prolongar fertilidade em mulheres

Pesquisadores descobriram, em vermes, a proteína responsável pelo declínio na qualidade dos óvulos


Fertilidade: é a baixa qualidade dos óvulos, e não a quantidade, que sinaliza o primeiro sinal do envelhecimento reprodutivo


A medicina moderna, um estilo de vida saudável e uma ou duas aplicações de botox podem fazer uma mulher se sentir jovem por décadas. Mas aos 30 e poucos anos, sua habilidade reprodutora já está em rápido declínio.


Agora, um estudo na revista “Cell” sugere que um dos animais favoritos para experimentos na ciência moderna, o C. elegans, pode proporcionar uma nova percepção sobre a fertilidade feminina. Para o verme, assim como para as mulheres, é a qualidade reduzida dos óvulos, e não a quantidade, que sinaliza o primeiro sinal do envelhecimento reprodutivo.


Coleen Murphy, bióloga molecular da Universidade de Princeton, e colegas descobriram que, à medida que o C. elegans envelhece, seus ovócitos, ou óvulos não-fertilizados, começam a se degradar, graças ao aumento na secreção de uma proteína chamada fator transformador de crescimento beta, ou TGF-beta (da sigla em inglês). A mesma proteína é encontrada em humanos e outros mamíferos.

Os pesquisadores também conduziram experimentos com vermes mutantes, que possuíam níveis baixos de atividade TGF-beta. Nesses vermes, a habilidade reprodutora foi prolongada e a qualidade dos óvulos não decaiu.




Também nas mulheres, a idade traz um declínio na qualidade dos ovócitos, levando a uma maior probabilidade de defeitos de nascimento como a síndrome de Down. Cientistas testaram a proteína em ratos e descobriram um efeito similar, mas em humanos ela pode não desempenhar exatamente o mesmo papel.


Ainda assim, esse tipo de pesquisa pode eventualmente proporcionar o conhecimento para estender a fertilidade feminina, segundo Murphy.


“O sonho seria que pudéssemos dar a uma mulher de 30 e poucos anos um suplemento, ou medicamento, para manter seus ovócitos saudáveis pelo maior tempo possível”, disse ela.


Hoje nós temos tratamentos que estendem a expectativa de vida, mas nada amplia nosso ciclo reprodutivo”.


Existem limites, conforme foi visto em alguns dos vermes mutantes. Embora sua habilidade reprodutora tenha aumentado, o mesmo não ocorreu com sua expectativa de vida, e tentar se reproduzir em idade avançada – 13 dias, para os vermes – era fatal.


BRTurbo

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Remédio para impotência favorece câncer de próstata

Estudo desenvolvido por professor da PUCPR aponta diminuição da função de um gene que controla produção de enzima do processo de divisão celular


Pesquisa inédita desenvolvida pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em parceria com o Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos, Hospital A.C. Camargo de São Paulo e Institut Cochin, da França, relaciona o uso de medicamentos para impotência sexual com a chance de desenvolver câncer de próstata. Desenvolvida pelo biólogo e professor de genética Fabio Rueda Faucz, em seu pós-doutorado, a pesquisa mostra que homens com câncer de próstata apresentam diminuição da função de um gene (o PDE 11 A), e que o mesmo acontece em homens que utilizam medicamentos para impotência, o que pode sugerir a relação entre a doença e os remédios.


A diminuição da função gera redução na produção da enzima fosfodiesterase, ligada ao controle da divisão celular acelerada, que pode levar ao câncer. Essa enzima, segundo o pesquisador, tem a função de “sequestrar” as moléculas de AMPc (adenosina monofosfato cíclico) e GMPc (guanosina monofosfato cíclico). Em grande quantidade, as duas moléculas ativam o processo de divisão celular, podendo levar ao desenvolvimento de um tumor. Por isso a fosfodiesterase é importante, pois evita a produção da AMPc e GMPc. “A função é retirar o excesso de ‘combustível’, evitando assim a divisão descontrolada, que gera uma predisposição maior para a doença”, diz Faucz. Nos estudos, 30% dos 50 pacientes do Hospital AC. Camargo que tem o tumor na próstata tiveram alteração no gene PDE 11A.


No trabalho, o pesquisador mostra que os remédios para impotência também podem se relacionar com a alteração, principalmente os de uso prolongado. As substâncias atuam sobre outro gene, o PDE 5A, que ocasiona um relaxamento peniano e maior fluxo sanguíneo, resolvendo o problema da impotência. No entanto, a atuação no gene 5A causa influência indireta no 11A, gerando maior divisão celular. “O medicamento mimetiza o que encontrei na pesquisa. Se o medicamento diminui a função da enzima, e esta se relaciona com a doença, podemos fazer a relação com câncer de próstata. Mas meu trabalho mostra apenas um indício. Outros estudos devem ser feitos para detectar se há interferência direta”, enfatiza. A pesquisa foi publicada no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, principal publicação mundial da especialidade.


Fabio Faucz salienta que o estudo não significa que quem toma remédios para impotência terá câncer de próstata, mas que esses pacientes devem fazer acompanhamento médico mais rigoroso. “Longe de dizer que a relação é direta. É um alerta para que indivíduos que estejam em tratamento façam exames rotineiros com mais frequência”. Hoje, os exames de toque retal e o PSA (que mostra a elevação nos níveis de antígeno prostático específico, substância produzida pela próstata, em exame de sangue) são os principais para detectar o problema. “Porém fazer um não exclui outro. Realizar apenas o PSA tem chance de detecção de 75%, enquanto, quando os dois são feitos, o porcentual vai para 93%”, diz o oncologista do Hospital Erasto Gaertner, Luiz Antônio Negrão Dias.


Casos


No país, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). A estimativa é de que 2010 registre 52.350 casos. Em 2008, 11.955 homens morreram por conta da doença e, entre 2000 e 2008, o número de casos cresceu 234%, passando de 14.830 para 49.530. Ainda segundo o Inca, a taxa de incidência do tumor é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento. “É um típico câncer urbano, o estilo de vida das grandes cidades é o principal fator de risco, por causa do estresse, vida sedentária, padrão de dieta e uso abusivo de hormônios. Casos na família também são um fator de alerta”, diz o oncologista.


Expectativa de vida maior no Brasil é outro fator que contribui para o aumento, segundo o oncologista do Hospital Santa Cruz Rodrigo Rigo. “Isso acaba abrindo portas para uma sequência aumentada de casos. A maior procura por recursos de diagnóstico e a gama ampla de exames laboratoriais também ajuda a detectar casos que antes passavam despercebidos”.


Gazeta do Povo

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Mulheres vivem mais que homens em todas as regiões do mundo, diz ONU

Média de expectativa de vida da população feminina chega a 83 anos, contra 78 da masculina


Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 20, pela Organização das Nações Unidas (ONU) revela que as mulheres vivem mais que os homens em todas as regiões do mundo.


Em países desenvolvidos, a média de expectativa de vida das mulheres chega a 83 anos, enquanto a dos homens é de 78. Mesmo em regiões pobres, como a África Central, a média é de 57 anos para elas de 54 para eles.


No campo da saúde, o relatório destaca que o câncer de mama, entre as mulheres, e o de pulmão, entre os homens, são os tipos da doença com maior incidência. Os dados mostram ainda que a população feminina tem mais chance de morrer por problemas cardiovasculares, sobretudo na Europa.


As mulheres também representam 60% dos adultos soropositivos que vivem na África Subsaariana. A região abriga dois terços dos 22 milhões de pessoas infectadas pelo vírus da aids no mundo. Outro destaque negativo é que duas em cada cinco mortes contabilizadas no continente, em ambos os sexos, ainda são provocadas por infecções e doenças parasitárias.




AGÊNCIA BRASIL

Casamento engorda? Nutricionista dá dicas para manter hábitos saudáveis a dois

Cuidados com a alimentação e com o corpo não devem ser deixados de lado


O casamento não precisa ser sinônimo ganho de peso. A tendência que os casais têm de engordar após o matrimônio já foi comprovada até mesmo em pesquisas realizadas nos Estados Unidos e no Brasil. De acordo com a nutricionista Anália Barhouch, do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da PUCRS, o efeito é causado por descuido de ambos.


Muitas mulheres e homens dão menos atenção ao corpo e à estética depois do casamento. É comum também os programas a dois envolverem refeições mais elaboradas e fartas, sobremesas e guloseimas.


— Agradar ao marido ou a esposa preparando comidas gostosas pode ser um dos inúmeros motivos para esse ganho de peso e surge quase como unanimidade entre os que se casam — afirma a nutricionista.


Para Anália, é comum que aconteça uma "acomodação natural" na vida do casal. Portanto, é preciso sempre estar atento à alimentação e aos hábitos de vida dos dois. Esse comportamento, que leva ao aumento do peso, pode baixar a autoestima tanto do homem quanto da mulher.


— É importante que haja cumplicidade para que juntos decidam fazer outro tipo de programa que não seja somente sair para comer.


Outro fator geralmente deixado de lado é o exercício físico ou a prática de esportes regularmente. A nutricionista recomenda que as atividades sejam feitas a dois, para que um sirva de incentivo ao outro.


Confira algumas dicas para evitar o ganho de peso depois do casamento:


:: procure fazer programas que não envolvam idas a restaurantes ou churrascarias. Passeios em parques, cinema, teatro e show são algumas das opções;
:: não mantenha em casa estoques de guloseimas como doces e salgadinhos. Quando tiver vontade, compre uma quantidade para suprir a necessidade no momento;
:: estabeleça horários para as refeições com o seu parceiro ou parceira. Isso evita que se passe o dia beliscando;
:: evite preparações congeladas e frituras;
:: prefira os alimentos integrais, com mais fibras;
:: planeje com o parceiro o cardápio da semana antes de ir ao supermercado. Isso também ajuda a reduzir os gastos;
:: não fique muitas horas sem comer;
:: busque uma atividade física que os dois gostem e possam fazer juntos;
:: converse com o parceiro para que tentem juntos achar a melhor forma de mudar os hábitos que prejudicam a saúde.


Donna do Click RBS

Vírus que causa verrugas genitais pode ter relação com o câncer bucal

O câncer da cavidade bucal pode ser causado pelo HPV, vírus responsável por verrugas genitais e câncer cervical, podendo propagar-se através do sexo oral, segundo estudo publicado nesta quarta-feira.


"Além dos fatores de risco do câncer bucal já conhecidos - fumar, usar bebidas alcoólicas-, o papilomavírus humano (HPV) soma-se à lista", diz o trabalho publicado pelo Centro federal americano de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).


"As verrugas genitais são lesões que aparecem nas áreas genital e anal do corpo. Também são chamadas de condiloma acuminado, verrugas venéreas, condiloma plano, papilomavírus humano (HPV), ou verrugas por papovavírus".


O estudo também sugere que o aumento da incidência de câncer bucal poderia ser atribuída a mudanças nos comportamentos sexuais.




O sexo oral tornou-se cada vez mais comum e as pessoas têm mais parceiros sexuais mais cedo, na adolescência, assinala o estudo, realizado por Torbjorn Ramqvist e Tina Dalianis, do instituto Karolinska na Suécia.




"Sugerimos que estamos ante uma lenta epidemia de câncer bucal, nos Estados Unidos e no norte da Europa, provocados por papilomavírus transmitidos sexualmente", afirmam os autores no comunicado.


B O L

Pessoas que se aposentam mais cedo podem ter memória prejudicada

Dados dos Estados Unidos, Inglaterra e outros 11 países europeus sugerem que quanto mais cedo uma pessoa se aposenta, mais rápido sua memória é afetada. A informação foi publicada no site do jornal "The New York Times".


Os pesquisadores descobriram uma associação linear entre o percentual de pessoas entre 60 e 64 anos que trabalham e o desempenho em testes de memória.


Quanto mais tempo as pessoas continuam no emprego, melhor se saem nos exames, o que é considerado um indicador da função cognitiva global.


Os americanos obtiveram melhor pontuação do que os europeus. A grande maioria dos residentes nos EUA na faixa dos 60 anos ainda trabalha, ao contrário dos idosos que moram na Europa.




A implicação é que realmente parece haver relação entre "use ou perca", ou seja, se as pessoas querem preservar a capacidade de memória e habilidade de raciocínio, devem mantê-las ativas.


Os investigadores estão animados com os resultados, mas ainda não conseguiram identificar a causa da relação. Eles não sabem se o trabalho mantém as pessoas vivas ou simplesmente as impede de fazer coisas que as tornam estúpidas, como passar o dia todo na frente da TV.




O estudo foi conduzido pelo Centro de Longevidade da Universidade de Stanford e publicado recentemente no "Journal of Economic Perspectives".




B O L

Vírus que causa verrugas genitais pode ter relação com o câncer bucal

O câncer da cavidade bucal pode ser causado pelo HPV, vírus responsável por verrugas genitais e câncer cervical, podendo propagar-se através do sexo oral, segundo estudo publicado nesta quarta-feira.


"Além dos fatores de risco do câncer bucal já conhecidos - fumar, usar bebidas alcoólicas-, o papilomavírus humano (HPV) soma-se à lista", diz o trabalho publicado pelo Centro federal americano de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).


"As verrugas genitais são lesões que aparecem nas áreas genital e anal do corpo. Também são chamadas de condiloma acuminado, verrugas venéreas, condiloma plano, papilomavírus humano (HPV), ou verrugas por papovavírus".


O estudo também sugere que o aumento da incidência de câncer bucal poderia ser atribuída a mudanças nos comportamentos sexuais.




O sexo oral tornou-se cada vez mais comum e as pessoas têm mais parceiros sexuais mais cedo, na adolescência, assinala o estudo, realizado por Torbjorn Ramqvist e Tina Dalianis, do instituto Karolinska na Suécia.




"Sugerimos que estamos ante uma lenta epidemia de câncer bucal, nos Estados Unidos e no norte da Europa, provocados por papilomavírus transmitidos sexualmente", afirmam os autores no comunicado.


B O L

Conselho alerta sobre terapia com célula-tronco para a pele

O CFM (Conselho Federal de Medicina) divulgou nesta quarta-feira um alerta sobre tratamentos que prometem benefícios estéticos por meio da utilização de células-tronco.


Segundo integrantes da Câmara Técnica sobre Produtos e Técnicas em Procedimentos Estéticos, esses procedimentos não têm eficácia garantida e não há nem mesmo comprovação de que utilizem realmente células-tronco.


De acordo com Wanda Elisabeth, integrante do grupo que divulgou o alerta, esses tratamentos ainda estão em estágio experimental. Ainda assim, chegaram ao conhecimento do CFM propagandas que divulgam o procedimento. Caso seja comprovado que algum médico esteja envolvido nesse tipo de publicidade, o CFM poderá eventualmente aplicar-lhe alguma sanção.


B O L

Implante subcutâneo pode curar viciados em heroína e remédios opiáceos

Viciados em heroína e calmantes de venda controlada podem combater o vício através do uso de um implante subcutâneo com pequenas doses da substância, segundo um estudo divulgado na terça-feira (12) nos Estados Unidos.


Uma equipe de pesquisadores coordenado por Walter Ling, da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles), observou que pessoas tratadas com buprenorfina subcutânea superaram de maneira bem sucedida sua dependência em opiáceos, incluindo a heroína e remédios de venda controlada, sofrendo poucos sintomas de abstinência.


"Aqueles que receberam implantes de buprenorfina também tiveram menos síndrome de abstinência, a nível clínico e segundo o próprio paciente, além de menos frequência de ansiedade, e experimentaram uma mudança maior (...) nos níveis clínicos gerais de melhoria do que aqueles que receberam implantes placebo", explicaram os cientistas.


O trabalho foi publicado pela revista da Associação Médica Americana ("Journal of the American Medical Association").


Ling e sua equipe estudaram 163 adultos diagnosticados com dependência em opiáceos em 18 lugares dos Estados Unidos entre abril de 2007 e junho de 2008.


B O L