sexta-feira, 22 de julho de 2011

Pilates ajuda a tonificar os músculos e a combater o estresse
Exercício também trabalha a postura e a respiração



O pilates é uma filosofia de treinamento do corpo e da mente, conhecido como um trabalho de condicionamento físico que reabilita. O objetivo principal do pilates é trabalhar a respiração e o centro do corpo, o abdômen.


— É um treinamento específico feito em aparelhos, bolas e acessórios. O pilates auxilia e ajuda pessoas que têm muitas dores nas costas, problemas de respiração ou algum tipo de lesão. Além de ajustar o corpo, ajuda no alinhamento do quadril e ombro. O treinamento emagrece, trabalha a retenção de líquidos e a preservação da posição da coluna — explica a diretora técnica Ivana Henn da Equipe Ivana Henn da academia Top One Club.


Um dos benefícios do pilates é a tonificação dos músculos, glúteos, coxas, braços. Proporciona abdômen e cintura definidos. Alivia o estresse, auxilia no tratamento de depressão e síndrome do pânico, além de ensinar a respirar corretamente. O exercício trabalha o corpo inteiro, as articulações e a parte óssea. A atividade contribui para limpar do organismo e melhorar a oxigenação sanguinea.


Qualquer pessoa a partir de 11 anos pode fazer pilates. Não há restrições, até cadeirantes podem praticar. O exercício também é indicado para gestantes, e para o pré e pós-operatório.


— O pilates estimula a circulação, melhora a flexibilidade dos músculos, alinha a postura, define o corpo. Além disso, melhora a coordenação motora, fortalece, alonga e equilibra toda a musculatura que envolve a coluna vertebral — finaliza Ivana Henn.


É indicado fazer o treinamento a partir de uma vez por semana. Quanto mais vezes fizer, o resultado será melhor. É interessante alternar com outros exercícios físicos como complemento, assim o resultado será mais eficaz.


HAGAH SC
Estudos anunciam pistache como aliado na perda de peso
Segundo pesquisa, comer pistache pode ser uma boa forma de controlar o apetite e garantir o peso ideal




A revista Cosmopolitan anuncia uma boa notícia para aqueles que adoram passar o dia beliscando: comer pistache pode ser uma ótima e saborosa forma de manter a forma. A publicação cita estudos divulgados no jornal Appetite que mostram o alimento como uma forma de ajudar as pessoas a reduzirem o consumo de calorias e, consequentemente, a perder peso.


Cientistas e nutricionistas já haviam observado essa faceta do pistache que, além de pouco calórico, é rico em proteínas e fibras. Um recente estudo realizado em Harvard foi além e mostrou que o pistache pode trazer ainda mais benefícios quando são servidos ainda com casca.


Durante a pesquisa, dois grupos de pessoas foram observados diante de recipientes com pistache, com quantidades ilimitadas disponíveis ao longo de um dia. Para o primeiro grupo, foi deixada uma bacia com pistaches ainda na casca, enquanto o outro podia se servir do alimento já descascado.


A observação mostrou que o grupo que comeu do pote com casca ingeriu 22% menos do que o outro grupo. O autor do estudo, James Painter, explicou que o fato das pessoas comerem mantendo contato visual com a quantidade de casca descartada as ajuda a mensurar o quanto comeram e, com isso, controlar as porções. A regra também pode ser aplicada a outros tipos de alimento.


Terra
Pílula faz crescer risco de infecção pelo HIV
Mulheres infectadas com o HIV têm quase o dobro de chance de transmitir o vírus se estiverem usando contraceptivos hormonais


Mulheres infectadas com o HIV têm quase o dobro de chance de transmitir o vírus se estiverem usando métodos contraceptivos hormonais. Já as mulheres sem o vírus que utilizam os mesmos métodos correm mais risco de serem contaminadas. O estudo, desenvolvido na Universidade de Washington, foi divulgado ontem na 6.ª Conferência da Sociedade Internacional de Aids (IAS), em Roma.


A pesquisa foi feita entre 2004 e 2010 em sete países da África - Quênia, Uganda, Ruanda, Botswana, Zâmbia, Tanzânia e África do Sul -, com cerca de 2,5 mulheres com HIV que tinham parceiros não infectados. Um terço tomou pílula ou usou injeção hormonal como método contraceptivo. Entre os parceiros dessas mulheres, o índice de infecção foi de 2,61% por ano. No outro grupo, a taxa foi de 1,51%.


BR Turbo
Foto: Getty Images
Pesquisa revela que mulheres mais altas são mais propensas ao câncer
Para coletar os dados, os pesquisadores avaliaram os registros médicos de um milhão de mulheres britânicas


Cientistas acreditam que a altura pode influenciar diretamente na probabilidade de a pessoa desenvolver câncer. Segundo estudo realizado pela Universidade de Oxford na Inglaterra e publicado pelo Daily Mail, a altura da pessoa pode aumentar os níveis de certos hormônios conhecidos por desencadear tumores.


Pelo cálculo dos pesquisadores, o risco de câncer aumenta cerca de 16% a cada quatro polegadas de altura, o equivalente a 10 centímetros. Para se chegar a esta conclusão, foram estudadas a relação entre a altura e dez das formas mais letais de câncer de mama, intestino, rim, útero, ovário e leucemia.


Para coletar os dados, os pesquisadores avaliaram os registros médicos de um milhão de mulheres britânicas. A conclusão é que o aumento do número de casos de câncer pode estar relacionado com o aumento progressivo da altura da população. Ao longo do século 20, para se ter uma ideia, a altura dos adultos europeus aumentou 1 centímetro para cada década.


Como o número de casos de câncer tem aumentado cerca de 3% a cada década, os cientistas desconfiam que o aumento da altura possa explicar até 15% dos casos. A principal explicação estaria no fato de que as meninas mais altas tendem a começar a puberdade mais cedo e, por consequência, começam a produzir grandes quantidades de estrógeno, conhecido por provocar o crescimento de tumores.


Para a porta-voz da Organização de Pesquisa sobre o Câncer do Reino Unido, Sara Hiom, as pessoas mais altas não precisam se alarmar. "A maioria das pessoas não são muito mais altas que a média e sua altura terá apenas um pequeno efeito sobre o risco de câncer individual", disse ao jornal.


O estudo envolveu apenas mulheres, por isso não está claro se os homens mais altos também enfrentam o mesmo problema. Porém, pesquisas anteriores ligaram a altura com o aumento da próstata e câncer de testículo.


Terra
Sete medidas simples para evitar Alzheimer
Hábitos que você pode adotar desde jovem e que poderiam evitar três milhões de casos anuais de Alzheimer


Alimentação saudável é um dos passos para evitar essa doença


De acordo com o estudo dos cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, a metade dos casos da doença no mundo se devem a falta de medidas de saúde e basta uma redução de 25% nos sete fatores de risco para evitar até 3 milhões de casos.


Os sete fatores são ligados a estilo de vida: não fumar, ter uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar a pressão arterial, combater a depressão, fazer mais atividades físicas e aumentar o nível de educação.


Conheça os sintomas da Doença de Alzheimer na Enciclopédia da Saúde


Os detalhes da investigação foram divulgados na revista científica The Lancet e apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, que ocorre em Paris.


Causas


As causas do mal de Alzheimer, forma mais comum de demência, ainda não são totalmente conhecidas. Mas, os estudos demonstraram que vários fatores estão ligados à doença, incluindo fatores genéticos, idade e estilo de vida. Pesquisas já realizadas mostraram que vários fatores de risco podem ser modificados para evitar a doença, como por exemplo, doenças cardiovasculares, níveis de atividade física, estímulo mental e dieta. Mas, até o momento, não estava claro até que ponto uma pessoa poderia evitar o Alzheimer modificando algum destes fatores de risco.




Para conseguir esta resposta, os pesquisadores usaram um modelo matemático sobre os riscos do Alzheimer no mundo todo. Com este modelo, os cientistas calcularam a porcentagem global de casos de Alzheimer que poderiam ser atribuídos a diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, depressão, baixo nível de educação e falta de atividade física.


Os resultados mostraram que a metade dos casos da doença no mundo parecem ser causados por estes fatores, que estão ligados ao estilo de vida e podem ser modificados.


Educação


O fator que parece causar a maior porcentagem de casos da doença, segundo os pesquisadores, é o baixo nível educacional (19%), seguido pelo tabagismo (14%), falta de atividade física (13%), depressão (11%), hipertensão na meia idade (5%), obesidade na meia idade (2%) e diabetes (2%).


Juntos, estes sete fatores de risco contribuem para os 17,2 milhões de casos de Alzheimer no mundo, o que corresponde a 51% dos casos globais da doença. "Nos surpreendeu descobrir em nosso modelo que os fatores de estilo de vida, como o baixo nível educacional, falta de atividade física e tabagismo parecem contribuir para um número maior de casos de Alzheimer do que as doenças cardiovasculares", disse Deborah Barnes, que liderou o estudo.


"Mas isto sugere que mudanças relativamente simples no estilo de vida podem ter um impacto dramático no número de casos de Alzheimer no decorrer do tempo", acrescentou. A pesquisadora destacou, no entanto, que estes são apenas cálculos matemáticos e serão necessários estudos mais amplos em várias populações para comprovar estes dados. Mesmo assim, segundo os pesquisadores, estes cálculos são uma "suposição importante " e qualquer coisa que ajude a evitar a grande carga que esta doença significa para os serviços de saúde é positiva.


BR Turbo
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terça-feira, 19 de julho de 2011


Depressão será a doença mais comum do mundo em 2030
Estima-se que de 30% a 50% dos pacientes com depressão não são diagnosticados
Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que a depressão será a doença mais comum do mundo em 2030. Em 2020 ela será a segunda causa de incapacitação em países desenvolvidos e a primeira nos países em desenvolvimento.



Estudos indicam que as mulheres são de duas a três vezes mais afetadas pela depressão do que homens. Idosos e pacientes com doenças crônicas, como acidente vascular encefálico, cardiopatias, hipotireoidismo, câncer, entre outras, também têm maior risco de desenvolver depressão, assim como pessoas solitárias.


Outro dado que chama atenção no relatório divulgado pela OMS é a falta de diagnóstico. Estima-se que de 30% a 50% dos pacientes com depressão não são diagnosticados.


BEM-ESTAR
CLICRBS
Lactobacilos: que bichinhos são esses?
Bactérias agem na flora intestinal e são essenciais para a saúde




Você já deve ter ouvido falar que os lactobacilos são muito importantes para a saúde. Mas, afinal, qual o papel destes “bichinhos” para nosso organismo? Existem vários tipos de bactérias do gênero lactobacillus que, ao serem ingeridas, atravessam o estômago e chegam vivas ao intestino, ao contrário da maioria dos microorganismos. Por isso, o adjetivo “vivos” geralmente acompanha o nome em produtos encontrados facilmente no supermercado.


— Os lactobacilos agem na flora intestinal, melhorando a integridade da parede do intestino e assimilando alguns nutrientes fundamentais, como o cálcio e o ferro — explica a nutricionista Aline Moscoso.


As principais fontes deste tipo de bactéria são o leite, o iogurte e o queijo fresco. Existe ainda o leite fermentado, que é um produto enriquecido de lactobacilos e pode ser ingerido diariamente.


Veja os principais benefícios dos lactobacilos:


:: Equilibram o funcionamento intestinal

:: Impedem a multiplicação de bactérias nocivas


:: Inibem a produção de toxinas


:: Melhoram a digestão


:: Fortalecem o sistema imunológico


:: Auxiliam na redução do colesterol


:: Previnem o câncer de colón


:: Evitam e tratam a diarreia




Saiba mais sobre a flora intestinal


A flora intestinal é responsável por muitos processos orgânicos, que facilitam a digestão e a absorção de muitos nutrientes, protegem o corpo contra infecções, regularizam o trânsito intestinal e facilitam a eliminação de substâncias tóxicas ao nosso organismo.


— Quando utilizamos indiscriminadamente antibióticos, destruímos as bactérias boas e más, perturbando o delicado equilíbrio da flora intestinal. Outros vilões causam problemas são as dietas sem orientações, estresse e produtos químicos do meio ambiente que fazem com que as bactérias benéficas sejam destruídas — afirma Aline.


A constipação é o problema intestinal mais comum provocado pelo desequilíbrio da flora.


BEM-ESTAR
CLICRBS
Potássio contra diabetes e AVC
O nutriente é fundamental para o organismo e também ajuda na prevenção de doenças






Pesquisadores da Johns Hopkins University demonstraram que um baixo nível de potássio no sangue pode ser um indicador para o desenvolvimento de diabetes tipo 2 – o tipo mais comum da doença. Essa conclusão foi divulgada em outubro de 2010, na publicação científica americana Annals of Internal Medicine. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 12 mil pessoas, coletados desde 1986, que faziam parte de um estudo sobre o risco de aterosclerose em comunidades. De acordo com os estudiosos, o potássio afeta a quantidade de insulina secretada pelas células do pâncreas.


O nutrólogo Jorge Antônio dos Santos, de Goiás, explica que o potássio é imprescindível para o controle da produção de insulina, por sua vez o hormônio responsável pelo controle dos níveis de açúcar no sangue. Segundo ele, é a insulina que permite ao açúcar (ou glicose) que ingerimos penetrar em nossas células. “Mas, nos casos de diabetes, como existe a falta de insulina, a glicose não entra nas células e permanece na circulação”, diz o médico.


Os benefícios do potássio não param por aí. De acordo com a publicação Journal of American College of Cardiology, um aumento de 1,6 grama de potássio na dieta por dia (o equivalente a 100 gramas de feijão preto ou de damasco seco), diminui em 21% o risco acidente vascular cerebral, por exemplo. “É o potássio que garante o funcionamento normal de todas as células do corpo, incluindo as transmissões nervosas, contrações musculares como a do coração e o equilíbrio dos fluidos corporais”, enfatiza Santos. Conforme explica o médico, ele também ajuda a evitar as cãibras – daí, aliás, tanta gente recomendar o consumo de ao menos uma banana por dia para esse fim. Embora bem menos rica no mineral que o feijão, por exemplo, a banana também é uma fonte de potássio.


Elemento fundamental para o organismo, tanto a falta quanto o excesso de potássio são capazes de gerar sérias conseqüências para o organismo. Segundo Santos, o exagero do mineral no corpo pode ser prejudicial principalmente para pessoas diabéticas, causando problemas renais e de coração. Já quem anda com baixas taxas de potássio no organismo, ainda de acordo com o nutrólogo, pode sofrer de fraqueza muscular constante e chegar até mesmo a sofrer de paralisia, inclusive do pulmão.


Você encontra potássio em variados alimentos. Confira:


Carne de peru, mortadela, sardinha, carne de porco, ostras e mariscos, carne de pescada, presunto, lingüiça, coração e fígado de boi, feijão (todos os tipos), ervilha seca, lentilha seca, espinafre, batata inglesa, mandioca, palmito, beterraba cozida, cenoura, couve, milho verde, brócolis, tomate com semente, alface, banana, damasco, uva passa, amêndoas, castanha-do-pará, amora, coco, acaí, abacaxi, ameixa, cereja, laranja, limão, maçã, manga e melancia.


Custom Editora
Terra

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Adolescentes ingerem muito sal e não consomem nutrientes suficientes
Estudo da USP avaliou alimentação de adolescentes e verificou que ela não é adequada




A ingestão de nutrientes por jovens entre 14 e 18 anos é insuficiente, segundo um estudo da Faculdade de Saúde Pública da USP. De acordo com a pesquisa, os 512 adolescentes avaliados em São Paulo apresentaram um consumo inadequado das vitaminas A, C e E, nutrientes que têm função antioxidantes no organismo, e dos minerais fósforo, magnésio e cálcio, responsáveis pela manutenção da saúde óssea.


— Se essa ingestão inadequada de nutrientes continuar a longo prazo poderá levar a um risco maior de desenvolvimento de câncer, doença cardíaca e osteoporose. Entretanto, essa constatação não é motivo para a suplementação vitamínica e sim para a adoção de uma dieta equilibrada com a presença de frutas e vegetais — aponta o nutricionista e pesquisador Eliseu Verly Junior.


Também foi constatado uma elevada ingestão de sódio por 99% dos meninos e 86% das meninas.


— O limite máximo de ingestão diária de sódio é de 2.300 miligramas, valor encontrado em 6 gramas de sal de cozinha. Apesar de essencial ao organismo, o consumo excessivo de sódio é prejudicial.


Renda e escolaridade


Com base na análise dos dados coletados e nas recomendações internacionais de consumo de vitaminas e minerais, o estudioso constatou que a ingestão inadequada de nutrientes é maior em famílias cuja renda familiar per capita é inferior a um salário mínimo. Ao mesmo tempo, quando a renda é superior a um salário, Verly Junior observou uma menor ingestão inadequada de nutrientes.


Essa mesma tendência também foi observada quando o nutricionista analisou a escolaridade do chefe da família: quando este apresentava até oito anos de estudo, a ingestão inadequada de nutrientes pelos adolescentes era maior. E quando os anos de escolaridade eram superiores a estes anos, diminuía o número de jovens com ingestão inadequada de nutrientes.


Veja o que falta na alimentação dos adolescentes:


:: Vitamina A: brócolis, vegetais amarelos (cenoura), em frutas (mamão e manga), e ovo;


:: Vitamina C: frutas cítricas;


:: Vitamina E: óleos vegetais;


:: Vitamina B6: arroz integral, banana, ovo e carnes;


:: Fósforo: carnes e leite;


:: Magnésio: vegetais verde escuros;


:: Cálcio: queijos, leite, iogurte, cereais.


BEM-ESTAR DO CLICRBS
Benefícios do consumo excessivo de água são mitos, diz pesquisaEstudo publicado no British Medical Journal revela que beber diariamente os oito copos de água geralmente recomendados pode fazer mal à saúde



Costuma-se dizer que a água evita danos aos rins, ajuda a perder peso, aumenta os níveis de concentração. No entanto, especialistas agora advertem que beber oito copos de água por dia pode ser prejudicial para a saúde. Segundo uma pesquisa publicada no British Medical Journal, as recomendações usuais sobre a ingestão de água seriam "nonsense" (sem noção) e os seus benefícios não teriam comprovação científica.


De acordo com a autora do estudo Margaret McCartney, a importância de beber bastante água é, na verdade, um mito, pois seus benefícios são muitas vezes exagerados por organizações interessadas, como fabricantes de água engarrafada.


Margaret revela, conforme o jornal Daily Mail, que ingerir a bebida quando não se está com sede pode prejudicar a concentração, ao invés de impulsioná-la. Além disso, evidências sugerem que os produtos químicos usados para desinfetar o líquido e que são encontrados no fundo das garrafas podem fazer mal à saúde.


De acordo com o estudo, o consumo excessivo de água pode levar à perda de sono, pois a pessoa tem que acordar à noite para ir ao banheiro. Além disso, a especialista garante que pesquisas recentes mostram que ele pode causar danos aos rins e não prevenir malefícios.


Um médico citado no artigo acrescenta que também não há embasamento para as alegações de que a água ajuda as pessoas a emagrecerem. O professor Stanley Goldfarb, especialista em metabolismo da Universidade da Pensilvânia, afirma que "a evidência atual é que não há realmente nenhuma evidência".


— Se as crianças bebem mais água e não ingerem as calorias dos refrigerantes, é bom, claro, mas não há comprovação de que beber água antes das refeições reduz o apetite — diz.


Outra revelação preocupante feita pela pesquisa é que tomar muita água pode levar a uma condição rara, mas fatal, chamada hiponatremia (uma disfunção no nível de sódio do sangue que pode levar ao inchaço do cérebro).


Por outro lado


No entanto, médicos e nutricionistas afirmam que a água é muito importante para o organismo e que e a falta dela pode causar prejuízos à saúde como:


:: Dificultar a regulação da temperatura corporal;


:: Reduzir a lubrificação das articulações;


:: Comprometer o transporte de vitaminas e minerais para as células;


:: Dificultar o trabalho dos rins que filtram as toxinas do nosso organismo;


:: Provocar um distúrbio no aproveitamento adequado nutrientes, levando a cãibras, dormências, perdas de força muscular e problemas ósseos.


BEM-ESTAR
CLICRBS
Quem toma chá e café tem menos chance de adquirir infecção
Pessoas que beberam café ou chá quente, pelo menos uma vez por mês, tinham cerca de metade da probabilidade de serem infectadas pelo Staphylococcus aureus


Bebedores de café e chá podem ter menos chance de desenvolver infecção por estafilococos, uma bactéria mortal resistentes a drogas. É o que sugere nova pesquisa noticiada nesta sexta (15) pelo site da Time.


A superbactéria tornou-se uma preocupação de saúde pública importante nos últimos 15 anos, pois ela pode se espalhar rapidamente e é resistente a tratamentos com antibióticos comuns. É especialmente difundida em hospitais e no ano de 2005 matou mais americanos do que a Aids.


No estudo, mais de 5 mil norte-americanos foram testados para ver a resitência que tinham ao Staphylococcus aureus . Os resultados dos testes NHANES, publicado na edição de julho / agosto da revista Annals of Family Medicine, mostrou que 1,4% dos participantes transportavam a bactéria. No entanto, as pessoas que beberam café ou chá quente, pelo menos uma vez por mês, tinham cerca de metade da probabilidade de serem infectadas.


Os autores do estudo dizem que não podem ter certeza do motivo, mas que poderia ser o resultado de compostos antimicrobianos existentes nas bebidas.


Terra
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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fio dental, memória e câncer



Gastar tempo e esforço no uso de fio dental pode ser um sábio investimento – não apenas para reduzir os riscos de doença gengival, doença cardíaca e derrame – mas também para proteger contra a perda de memória e câncer de cabeça e pescoço.


Pesquisadores da Faculdade de Odontologia de West Virginia estão estudando a ligação entre doença gengival e perda de memória.


Num estudo em andamento com pacientes com idades a partir de 60 anos, cientistas compararam os exames de saúde bucal dos participantes, seu desempenho num teste de memória e o exame sanguineo que mede o nível de inflamação para ver se a doença gengival está associada com a perda de memória. Homens e mulheres idosos que tiveram a menor pontuação no teste de memória – refletindo sintomas iniciais da doença de Alzheimer – apresentaram a maior associação com as bactérias causadoras de doença gengival.


"Isso pode ter grandes implicações na saúde das populações que estão envelhecendo", diz dr. Richard Crout, especialista em doença gengival e diretor associado de pesquisa da faculdade de odontologia. "Com as taxas de Alzheimer disparando, imagine os benefícios de se saber que manter a boca livre de infecção poderia diminuir os casos de demência".


Dr. Crout também teoriza que, no futuro, dentistas possam ser capazes de aplicar testes de memória nos pacientes mais idosos. Isso não apenas ajudaria a identificar pessoas com problemas de memória, mas também poderia ser capaz de mostrar aos dentistas se seus pacientes com higiene bucal e cuidados pessoais deficientes escolhem não seguir as instruções do dentista ou se a falta de escovação e fio dental deve-se à falta de memória.


Para examinar uma possível associação entre cânceres de cabeça e pescoço e doença gengival crônica, pesquisadores em Nova York examinaram 473 pacientes – 226 diagnosticados com carcinoma de célula escamosa de cabeça e pescoço e 206 pacientes de controle. A doença periodontal dos pacientes foi medida pela perda de osso alveolar (de mandíbula ou maxila) detectada em raios-X panorâmicos.


Cada milímetro de perda óssea nos pacientes estudados foi associado com risco aumentado de câncer de cabeça e pescoço. Embora alguns dos pacientes com câncer não tivessem usado tabaco ou álcool, o tabagismo e a doença periodontal aumentaram a associação dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço.


Os benefícios da escovação e do uso de fio dental regularmente vão além de uma boca saudável. Para dicas e tutoriais sobre uso de fio dental, visite ADA.org e clique na guia de fio dental.


Terra Saúde

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Postura perfeita na cama
Acerte no travesseiro

Todo colchão é composto de núcleo e base de sustentação. O núcleo é a parte central do colchão e, além de ter elasticidade e bom isolamento térmico, dá suporte a quem dorme. A base de sustentação atua como um grande amortecedor de impactos. É a combinação desses dois elementos que oferece resistência suficiente para o apoio confortável do corpo no colchão.


Mas, segundo o ortopedista Tácio André da Silva Carvalho, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), tão importante quanto o colchão é a postura ao dormir e os hábitos diários. Segundo ele, a melhor posição para ter uma boa noite de sono é deitar com a coluna vertebral reta e alinhada.


“Esse resultado é possível de duas formas: deitado em posição fetal, com um travesseiro na cabeça e outro entre as pernas ou de barriga para cima com um travesseiro na cabeça e um rolinho embaixo do joelho”, explica o ortopedista.


Miguel Akkari, ortopedista e traumatologista do hospital Santa Casa, em São Paulo (SP), lembra ainda que é preciso encontrar uma posição que não provoque formigamentos. “Dormir em cima do braço ou com a mão para fora da cama não é recomendado, já que pode causar tendinite no ombro”, afirma.


Ver televisão ou levar trabalho e problemas para a cama, também não é nada bom para a saúde da coluna, do corpo e da mente, assim como dormir com mais de dois travesseiros e não fazer nenhuma atividade física durante a semana.


BR Turbo

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Agricultura verde é vital para pôr fim à fome no mundo, diz ONU



Como um primeiro passo, governos e agências internacionais devem se concentrar em apoiar a agricultura de pequena escala nos países em desenvolvimento com serviços de apoio como estradas rurais e irrigação sustentável, defendeu um relatório da ONU


Uma forte mudança em direção às tecnologias verdes na agricultura mundial é vital para superar a crise alimentar endêmica e incrementar o apoio para abastecer a população do planeta, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) na terça-feira.

E, como um primeiro passo, governos e agências internacionais devem se concentrar em apoiar a agricultura de pequena escala nos países em desenvolvimento com serviços de apoio como estradas rurais e irrigação sustentável, defendeu um relatório da ONU.


"A segurança alimentar precisa agora ser obtida por meio da tecnologia verde para reduzir o uso dos insumos químicos - fertilizantes e pesticidas - e tornar mais eficiente o uso da energia, da água e dos recursos naturais", declarou o documento.


O relatório, o mais recente Levantamento Econômico e Social Mundial da ONU, disse que é essencial um distanciamento dos sistemas agrícolas intensivos e em larga escala para reduzir a degradação ambiental e do solo.


A crise alimentar de 2007 e 2008 e uma alta de preços este ano "revelaram profundos problemas estruturais no sistema alimentar global e a necessidade de aumentar os recursos e as inovações na agricultura para acelerar a produção de alimentos", afirmou a pesquisa.


A produção de alimentos, disse, terá de aumentar entre 70 e 100 por cento até 2050 para sustentar uma população mundial que terá crescido em 35 por cento dos atuais 6,9 bilhões para 9 bilhões de habitantes naquele ano.


O principal foco das políticas "deve ser a promoção e o desenvolvimento da agricultura sustentável, com ênfase nos pequenos agricultores dos países em desenvolvimento", declarou a pesquisa, feita pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, que se concentrou nas soluções de médio e curto prazo para a fome.


"As evidências mostram que, para a maioria dos cultivos, a melhor fazenda tem pequena escala e que é nesse nível o maior ganho em termos de aumento da produtividade sustentável e da redução da pobreza no campo."


Gazeta do Povo
De acordo com estudo, o resveratrol, um dos ingredientes presentes no vinho tinto, pode prevenir os efeitos negativos do sedentarismo


Aprecia vinho tinto? Então aí vai uma boa notícia. De acordo com uma pesquisa publicada no FASEB Journal, o ingrediente saudável da bebida, o resveratrol, pode prevenir os efeitos negativos do estilo de vida sedentário.

Para chegar a essa conclusão, a equipe de cientistas utilizou ratos e simulou a gravidade dos voos espaciais (a baixa gravidade torna quase impossível a prática de atividades). Alguns animais receberam diariamente resveratrol.

O grupo controle (sem resveratrol) desenvolveu problemas, como resistência à insulina e perda de densidade mineral óssea. O restante não apresentou nenhuma dessas complicações.

O editor-chefe do FASEB Journal disse ao site Science Daily que o resveratrol não é um substituto para o exercício, mas pode retardar a deterioração até que a pessoa possa começar a se mover novamente.


Ponto a Ponto Ideias
TERRA
Dieta pode combinar com coxinhas e chocolate; saiba como
Para manter uma alimentação equilibrada não é preciso viver de sacrifícios; a palavra de ordem é "moderação"


Regimes de emagrecimento não precisam ser radicais para funcionar. Tanto que o termo reeducação alimentar é usado por médicos e nutricionistas como a chave para conquistar o peso desejado de maneira duradoura.


Isso significa que pratos saborosos e guloseimas não precisam ser riscados do cardápio, mas sim, consumidos com moderação e em versões mais saudáveis.


O nutricionista inglês Max Tomlinson listou para o site Female First cinco itens que fazem parte da dieta regular e as opções para conquistar uma figura mais esbelta sem mudar radicalmente o paladar.


1. Frituras
São inúmeras as receitas fritas que figuram entre as guloseimas preferidas de pessoas de todo o mundo. O problema é que coxinhas e outros bolinhos são repletos de gordura saturada, que é associada ao aumento do colesterol não saudável, além de serem muito calóricos.


A alternativa aqui é partir para os alimentos assados ou grelhados. Há inclusive salgadinhos, como coxinhas, que podem ser assados em vez de fritos. Carnes, batatas e outros itens também devem ir à grelha ou forno e, de preferência, devem ganhar a companhia de legumes e verduras frescas na hora da refeição.


2. Chocolate
Segundo o nutricionista, o doce contém feniletilamina, substância naturalmente produzida pelo corpo quando nos apaixonamos. Quem não consegue abrir mão do item na dieta, pode partir para as versões com maior quantidade de cacau, a partir de 70%, e em pequenas porções.


3. Comidas prontas
Se o tempo não permite preparar refeições e o jeito é consumir pratos prontos, prefira opções sem molhos, pois estes geralmente contêm grandes quantidades de sal e açúcar, mesmo que não seja tão evidente ao paladar. Procure embalagens menores, para comer menos, e procure completar a refeição com uma salada ou porção de vegetais cozidos.


4. Queijos
Os itens não devem ser consumidos em excesso, pois podem conter muita gordura e sal. Em geral, prefira os queijos brancos, que oferecem maiores quantidade de proteínas, em vez dos amarelos, ricos em gordura.


5. Salgadinhos
Batatinhas chips e outros salgadinhos são fritos em gordura vegetal e, por isso, são altamente calóricos, além de serem pobres em nutrientes. Mas se é grande a vontade de comer uma porção de vez em quando busque as opções assadas, disponíveis em várias versões nos supermercados.


Foto: Getty Images
Terra
Remédio contra impotência chega às farmácias com sabor de menta
O Levitra ODT chega ao Brasil como o primeiro remédio orodispersível contra disfunção erétil




A Bayer promoveu um encontro com jornalistas nesta quarta-feira (6), em São Paulo, para anunciar o lançamento de um novo segmento de medicamentos para a disfunção erétil. A grande novidade do remédio, que se chama Levitra ODT, em relação aos concorrentes (incluindo o Levitra tradicional, em comprimido, que já é fabricado desde 2003) está no fato de ser orodispersível, ou seja: pode ser dissolvido na boca sem a necessidade da ingestão de líquido.


O medicamento neste formato já está presente em países como Alemanha, Itália e Espanha, o Levita desembarca na América Latina e tem o Brasil como principal país de distribuição.


Com uma embalagem discreta e com o sabor refrescante de menta, o medicamento pode passar como pastilha, o que pode diminuir o constrangimento na hora do sexo. "Muitos pacientes me dizem que, quando estão em um restaurante, por exemplo, costumam ir até o banheiro para tomar qualquer tipo de remédio, mesmo estando na presença da esposa apenas", disse o terapeuta sexual Oswaldo Martins Rodrigues Junior, sobre a dificuldade masculina em assumir o problema e tomar remédios na frente da parceira.


Funcionamento


Após a ingestão, o medicamento faz efeito em 15 minutos e o seu composto age no organismo por até oito horas. "Isso não quer dizer que a pessoa ficará oito horas com ereção constante, ela só terá uma ereção se for estimulada a isso", lembrou o urologista e presidente da Sociedade Brasileira de Urologia em São Paulo, Archimedes Nardozza Junior.


Por se tratar de um vasodilatador, o Levitra ODT pode provocar efeitos colaterais como face vermelha e dores de cabeça. Como todo medicamento, é necessário ter acompanhamento médico, prestar a atenção nas contraindicações e nas reações que o produto pode causar.


O produto já está disponível nas farmácias e tem valor aproximado de R$15,00 por comprimido.


Terra
Velas podem ser tão tóxicas quanto cigarro, segundo estudo
As velas, muitas vezes usadas em momentos relaxantes, podem ser prejudiciais à saúde por conter substâncias tóxicas




Velas fazem parte da vida de muitas pessoas, seja para decoração ou para criar momentos relaxantes. Mas esse prazer pode ser perigoso. Algumas aromatizadas emitem substâncias tóxicas, às vezes tantas quanto as eliminadas por um cigarro acesso, por exemplo. As informações são do jornal inglês Daily Mail.


O problema foi identificado nas versões feitas de parafina, um derivado do petróleo. Pesquisadores americanos da Universidade da Carolina do Norte queimaram diversos produtos em laboratório para monitorar a emissão de gases e identificaram produtos cancerígenos e químicos, como tolueno e benzeno, associados ao aumento do risco de asma, eczema e até problemas de pele.


O risco é ainda maior quando as velas são acesas em ambientes fechados. Velas feitas de cera de abelhas ou de soja não emitiram gases perigosos. O pesquisador chefe do estudo, Amid Hamidi, disse ao jornal que acender velas de parafina de vez em quando não causam danos à saúde, mas não é recomendado manter várias delas acesas todos os dias, principalmente em ambientes pouco ventilados, como banheiros, por exemplo.


Além da parafina, os aromas usados para adicionar perfumes às velas também foram foco do estudo. Pois a maioria deles é de origem sintética e não de fonte natural ou de óleos essenciais, como os usados em velas para aromaterapia.


O estudo também alertou para o tipo de pavio, apontando que o feito de fibra torcida é o mais seguro, enquanto que o de metal ou papel recoberto de algodão emite mais substâncias poluidoras, como zinco e outros metais.


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Abacate: a gordura dele é do bem


O abacate é uma das frutas mais calóricas. Cada 100 gramas da fruta contém cerca de 180 calorias, 85% delas proveniente da gordura.


Mas, apesar de a palavra gordura soar como um golpe à saúde, estudos recentes indicam que o abacate pode trazer benefícios à saúde, pois a maior parte da gordura da fruta é monoinsaturada.


Esse tipo de gordura ajuda a diminuir os níveis de colesterol total, LDL colesterol (mau colesterol) e triacilgliceróis além de aumentar os níveis de HDL colesterol (bom colesterol).


O abacate também é fonte de muitos nutrientes, destacando-se as fibras e vitaminas. Esteróis, álcoois, tocoferóis e carotenos também estão presentes. Mesmo não podendo ser considerado como fonte de proteína, o abacate contém quantidades muito superiores desse nutriente quando comparado às outras frutas.


Rico em vitaminas E e C, potentes antioxidantes, o abacate ajuda a promover a saúde dos dentes e gengivas e proteger os tecidos do corpo dos radicais livres. Também contém vitaminas A e do complexo B, uma delas, o folato, promove o desenvolvimento saudável de células e tecidos.


O consumo de meio abacate 3 a 4 vezes por semana é recomendado para podermos obter os benefícios descritos. O abacate é recomendado para pessoas que querem engordar, mas também pode ser consumido por pessoas que estão fazendo regime desde que em quantidades moderadas (2 colheres de sopa), devido à elevada densidade calórica da fruta.


fonte: livro Alimentos Funcionais, de Jocelem Salgado
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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Consumo de açúcar é tão vicioso quanto o das drogas, diz estudoAs guloseimas liberam dopamina na mesma parte do cérebro que é acionada em viciados em cocaína



Você sabia que o açúcar pode causar efeitos no cérebro capazes de tornar o seu consumo tão viciante quanto o da cocaína ou do álcool? Isso é o que têm defendido especialistas norte-americanos do Brookhaven National Laboratoy. A informação é do site da Revista Marie Claire.


De acordo com os pesquisadores, quando consumido, o açúcar estimula a liberação de dopamina na mesma parte do cérebro que é acionada em viciados em cocaína ao ingerirem ou apenas verem uma porção da droga.


Com essa informação, somada à afirmação de que o consumo de doces libera epióides — substâncias produzidas pelo organismo que promovem a sensação de euforia, assim como o ópio — , chega-se à conclusão de que a ação conjunta da dopamina com o opióide potencializa uma série de reações químicas de tal forma que elas podem acontecer cada vez que a pessoa pensa em comida, mesmo sem estar com fome.


E o açúcar é o principal produtor dos opióides no cérebro. Quando privado dessa substância, seja ela vinda de drogas ou de doces, o cérebro faz o organismo reagir com variações de humor semelhantes às de uma crise de abstinência de um viciado.


Em entrevista à Marie Claire, a endocrinologista Maria Edna de Melo classificou como exagero a comparação de açúcar com o vício em drogas. Segundo ela, o a falta de açúcar no organismo pode ser comparada aos efeitos do vício em cafeína, que também é capaz de gerar crises de abstinência.


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domingo, 3 de julho de 2011

O poder das fibras: estudos revelam novos benefícios
Duas pesquisas constataram que as fibras evitam o acúmulo de gordura abdominal




O efeito das fibras como auxiliares no bom funcionamento do intestino já é bastante conhecido. Novos benefícios estão sendo revelados pela ciência e as notícias são boas: dois estudos, um americano e outro holandês, constataram que as fibras evitam o acúmulo de gordura visceral, que fica entre o intestino e outros órgãos abdominais,ou seja, reduzem os indesejados “pneuzinhos”.


— Consumir mais de 10 gramas por dia durante o ano reduz quase um centímetro de barriga — explica o pesquisador do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente da Holanda, Huaidon Du.


De acordo com especialistas, as fibras substituem a gordura na alimentação, levando, consequentemente, a um controle de peso.Porém, elas também tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar seja absorvido de maneira gradual.


Outra pesquisa, realizada pela Universidade de Illinois (EUA), revela que as fibras na versão solúvel são capazes de melhorar o sistema imunológico, pois transformam células de defesa pró-inflamatórias em anti-inflamatórias. Elas também estimulam o crescimento de bactérias benéficas na flora intestinal.


Mais uma vantagem da ingestão dessas substâncias solúveis seria a sua atração pelas moléculas de colesterol, que acabam sendo eliminadas pelo organismo e, assim, as restantes são aproveitadas pelo fígado e afastadas da corrente sanguínea. Dessa forma, previne-se doenças cardiovasculares.


Recentemente, pesquisadores também descobriram que a passagem das fibras pelo corpo rende bons frutos para outros órgãos, como os pulmões e o estômago. Segundo os especialistas, comer fibras ajudaria a afastar a doença pulmonar obstrutiva crônica e a gastrite.


A dieta ideal deve conter, no mínimo, 25 gramas de fibras por dia. Para atingir a meta e garantir os seus benefícios, invista nos alimentos certos – facilmente encontrados em qualquer supermercado. Confira.


:: Legumes e verduras: couve, brócolis, vagem, espinafre, alface, escarola, repolho, quiabo, berinjela, beterraba, chuchu, couve-flor, cenoura, batata, tomate, cebola;


:: Cereais: grão-de-bico, feijões, lentilha, soja, farelo de trigo integral, aveia, sementes de linhaça e girassol, milho verde, ervilha e arroz integral são bons exemplos;


:: Frutas: maçã, abacaxi, pêra, manga, melão, uva, ameixa, mamão papaia, bergamota e laranja são excelentes fontes. Coma sempre a casca e o bagaço, quando possível.


** Fique atento: Produtos industrializados são fontes de fibras quando têm pelo menos três gramas da substância a cada 100 gramas.


A +  do ClicRBS
Doenças e cuidados com as unhas
Esmalte, acetonas e sapatos podem fazer mal para as unhas


As unhas não demonstram apenas asseio e cuidado com a aparência. São também um reflexo da saúde geral do organismo. Mudanças no formato, força ou cor podem indicar doenças que merecem atenção.

Toda mulher adora desfilar por aí com unhas bem feitas, coloridas e lixadas. As unhas exercem função mais do que estética no nosso corpo: elas protegem as pontas dos dedos e ainda podem indicar como anda a nossa saúde, conforme observamos seus aspectos combinado ao exame clínico do paciente, como disse a dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Márcia Grieco.
Formada por três camadas queratinosas de consistências diferentes, as unhas são responsáveis por mais de 10% das afecções de pele, segundo a dermatologista Valéria Marcondes, da capital paulista, e somente o médico consegue distinguir e determinar, precisamente, quais problemas podem afetar sua aparência: "o exame das unhas e lesões pode indicar doenças e falta de vitaminas. Quando quebradiças e com manchas brancas, podem representar uma simples alergia a produtos como esmaltes, detergentes e sabonetes, como podem ser indicadores de carência de ferro, ácido fólico e vitamina B12, que pode resultar em psoríase, micose e até anemia", alertou.
O formato das unhas, sua coloração e textura são capazes de dar dicas de como anda a saúde. "Quando a unha tem formato de colher, por exemplo, bem arredondada, é um sinal de que a pessoa pode estar sofrendo de problemas cardiovasculares ou pulmonares, como asma e bronquite, que afetam a circulação. Doenças vasculares podem atrofiar as unhas e alguns sulcos podem aparecer após uma febre ou uma virose", explicou Márcia.
Quando há falta algum tipo de vitamina no corpo, como a C, por exemplo, a produção de alguns hormônios pode ser afetada, assim como a fabricação de queratina, deixando as unhas com um aspecto diferente do saudável. "No caso da diabetes, por exemplo, as unhas crescem avermelhadas e cheias de ondulações", lembrou Valéria.
Todavia, não adianta olhar para as mãos e entrar em desespero caso note alguma mudança, pois apenas o médico é capaz de diagnosticar corretamente a presença de alguma alteração na saúde. Afinal, como disse Márcia Grieco, há sinais que não são doenças, mas mudam a unha, como a melanoníquia, que são estrias marrons e longitudinais que surgem nas unhas de pessoas morenas. "Unhas roídas também podem ser um sinal de doença: ansiedade! E pode levar a quadros infecciosos", destacou a dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.
As unhas dos pés também podem apresentar sinais de que algo não vai bem, todavia, é mais raro isso acontecer. "Micoses e traumas por causa de sapatos apertados são os problemas mais comuns", disse Márcia, que recomenda que suas pacientes, ao ir à manicure, levem o próprio equipamento ou usem apenas os que forem esterilizados por autoclave, exijam o uso de lixas descartáveis e solicitem que a profissional não retire muito a cutícula, nem passe a espátula por baixo da unha. "Esmalte e removedores também agridem as unhas, desidratando-as. Assim, o ideal é alternar o uso, passando creme constantemente para ajudar a manter a saúde das unhas."
Prazer em reconhecer
As dermatologistas ensinaram alguns dos sinais de que algo não está bem com o corpo, apenas observando as unhas:

Anemia: as unhas ficam secas, quebradiças, opacas, côncavas e há deslocamento da carne na ponta dos dedos.
Doenças cardíacas: as unhas ficam curvadas para baixo, alargadas e com coloração arroxeada por causa da falta de circulação.
Doenças renais: as unhas ficam grossas, amareladas ou acinzentadas, com linhas verticais esbranquiçadas, brancas na raiz e vermelhas nas pontas.
Doenças hepáticas: ficam esbranquiçadas perto da raiz ou amareladas por inteiro.
Doenças digestivas: há pontos hemorrágicos, as unhas ficam doloridas, frágeis e se descolam ou descamam.
Diabetes: grossas, avermelhadas e com pequenas veias no dedo, ao redor das unhas. Podem apresentar micoses frequentes, engrossamento e endurecimento das pontas dos dedos.
Hipertireoidismo: afinamento e enfraquecimento das unhas.
Hipotireoidismo: unhas opacas e grossas.
Psoríase: depressões puntiformes, superfície rugosa, unhas grossas e quebradiças.
Problemas na glândula supra-renal: as unhas ficam escuras.
Doenças infecciosas graves (meningite e septcemia): surgem pequenas manchas roxas sobre as unhas.
Falta de vitaminas
- Vitamina A: aspecto de casca de ovo, enrugada, esbranquiçada e quebradiça;
- Vitamina C: hemorragia embaixo da unha;
- Vitamina B3: ausência de brilho e linhas verticais e esbranquiçadas surgem em sua superfície;
- Zinco: coloração acinzentada, cutícula seca e grossa, descamação intensa ao redor das unhas e linhas transversais bem acentuadas.



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Terra
Para viver mais
Sua alimentação pode interferir nos seus anos de vida. Confira uma lista de alimentos que te farão viver mais e melhor


Já que viver para sempre ainda é impossível, podemos tomar alguns cuidados para viver mais. E muito melhor!


É por isso que separamos dez alimentos que prometem melhorar sua qualidade de vida e aumentar seu número de aniversários. Confira as dicas:


Tomate


É o licopeno que faz do alimento um bom aliado na luta contra a idade, já que ele é um ótimo antioxidante, inibindo a formação de radicais livres e prevenindo o câncer. Além disso, o tomate impede a formação do mau colesterol e protege contra o mal de Alzheimer e Parkinson.


Cuidado com os agrotóxicos presentes no tomate e procure sempre pelo alimento orgânico, caso vá consumi-lo cru. Para potencializar o licopeno, faça um molho de tomate caseiro, com um fio de azeite de oliva extravirgem.


Terra Saúde
Resistência a remédios pode torná-los ineficazes; saiba mais
A OMS insiste na administração e consumo moderado dos remédios


Os antimicrobianos permitem tratar doenças que até pouco atrás eram inevitavelmente fatais. No entanto, a resistência causada pelos microorganismos pode tornar esses remédios ineficazes. A OMS insiste na administração e consumo moderado desses fármacos.


"Se não agirmos hoje, não haverá cura amanhã", afirma a Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade elegeu a luta contra a resistência aos antimicrobianos como tema do Dia Mundial da Saúde em 2011, celebrado no último dia 7 de abril.


Os microorganismos que provocam resistência aos antimicrobianos deixam de ser afetados por remédios aos quais antes eram sensíveis. "No mundo microbiano, há bactérias, vírus e fungos", relata Isabel Morosini, microbióloga da Sociedade Espanhola de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (Semic).


Os antibióticos são o tratamento adequado para combater as bactérias, os antivirais agem contra os vírus e os antifúngicos servem para erradicar os fungos, distingue a cientista, presidente do grupo de estudos Mecanismos de Ação e Resistência dos Antimicrobianos da Semic.




O uso inadequado dos remédios contribui para gerar resistências. "É um erro pensar que um resfriado pode ser curado tomando-se antibióticos. Na realidade, a grande maioria dos resfriados é de origem viral. Os antibióticos não têm efetividade frente aos vírus, pois um vírus é uma forma de vida totalmente distinta à de uma bactéria. Tomar um antibiótico quando não é necessário favorece a morte das bactérias sensíveis à ação desse antibiótico e a as que são resistentes", destaca a microbióloga.


Além disso, segundo ela, é imprescindível não interromper o tratamento com antibióticos indicado pelo médico. "Uma população bacteriana é formada por muitíssimos milhões de microorganismos. Suspender um tratamento antibiótico antes de eliminar todas as bactérias pode deixar um resíduo de bactérias resistentes que, depois, podem se tornar novamente donas da situação", alerta Morosini.


EFE
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