"É falsa a ideia de que dormir é perda de tempo", diz especialista em sono
Dormir menos de 6 horas afeta julgamento e velocidade de reações
Sono aumenta em três vezes o risco de acidente de trânsito após as 22 horas
A sociedade atual vive em privação de sono, com média de menos de 7 horas dormidas por noite. E isso pode acarretar graves danos à saúde. "É falsa a ideia de que dormir mais é perda de tempo, durante o sono ocorrem importantes ajustes no organismo", defende Geraldo Lorenzi Filho, chefe do Laboratório de Investigação de Doenças do Sono do InCor, durante o 7 º Congresso Brasileiro Cérebro, Comportamento e Emoções, que ocorre em Gramado, Rio Grande do Sul.
O doutor da Faculdade de Medicina da USP explica que, quando dormimos, a temperatura corporal cai de 37° C para 35° C, a pressão cai 10% e também há diminuição do tônus muscular. Durante o sono REM, o cérebro está acordado enquanto o corpo dorme. Hormônios como o do crescimento e a melatonina são produzidos, e a memória é organizada. Os aparelhos circulatório e respiratório descansam.
"Hoje temos academias que abrem 24 horas, aí reservamos tempo para fazer uma atividade física para 'o bem da saúde' em detrimento do sono, mas dormir também deveria ser prioridade para se ter qualidade de vida", ressalta Mônica Andersen, pesquisadora do Instituto do Sono em São Paulo.
Nos homens, o sono provoca principalmente sonolência durante o dia; já nas mulheres, o cansaço é a sensação principal, enquanto as crianças tendem a ficar mais hiperativas.
Além disso, dormir menos do que o corpo precisa (e isso varia de pessoa para pessoa -algumas podem precisar de nove horas enquanto outras ficam bem com seis horas de sono) nos deixa mais sensíveis a dor, diminui a capacidade mental e a memória, aumenta a ansiedade e a obesidade, reduz o nível de alerta e, assim, crescem os erros por omissão. Dormir menos de seis horas consecutivas afeta a coordenação, julgamento e velocidade de reação.
E não adianta tentar compensar a correria do dia-a-dia dormindo até tarde no final de semana. "Existe débito de sono, mas não existe crédito, de você dormir muito e acumular para gastar durante a semana. Claro que é melhor do que não dormir o ideal também nestes dias", explica o neurocientista Fernando Louzada, da Universidade Federal do Paraná. Ele lembra ainda que é preciso cuidado para não acordar tarde, - indo assim dormir tarde no sábado e domingo, começando a segunda-feira com sono.
Que tal a promessa de segunda-feira ser dormir mais esta noite para começar melhor a semana?
UOL Cinência
Gramado RS
Neste blog só matérias sobre SAÚDE. Informações gerais acesse www.clauderioaugusto.com.br
domingo, 26 de junho de 2011
Alívios para dor ciática
É possível minimizar essa dor tão comum nas costas e pernas
Como todo mundo que já sofreu dessa dor sabe, o nervo ciático não é nem um pouco tímido na hora de chamar a nossa atenção porque está irritado. O nervo ciático, que vai da lombar até a parte anterior das coxas, pode causar uma dor repentina e abrupta ou uma dormência mais branda que vai da lombar até as panturrilhas, e que se intensifica quando espirramos.
A dor ciática pode ter diferentes razões e a prática de Yoga pode nos ajudar a identificá-las, diz Dina Amsterdan, fundadora do Inner Yoga em San Francisco. “O Yoga ajuda porque o praticante passa a ouvir seu próprio corpo”, diz ela.
O nervo ciático é o mais longo no corpo, o que dificulta encontrar a origem da dor. Os músculos ao redor da junta sacroilíaca – o ponto entre o sacro e a pelve – podem ter um papel no surgimento da dor ciática, diz Amsterdan. O pulo do gato é tentar diferentes posturas e observar quais trazem mais alívio.
Esta série de Amsterdan alonga os isquiotibiais e rotadores externos do quadril, criando espaço na junta sacroilíaca. Ela também enfatiza a importância da respiração, da consciência e de ser compassivo consigo mesmo. “Muitos problemas lombares estão ligados ao estresse. Quando estamos relaxados, a lombar também relaxa", diz ela.
Sintonize-se com a compaixão
Comece a sequência deitado de costas por alguns minutos, com as panturrilhas sobre o assento de uma cadeira e as mãos sobre o abdome. Observe a sensação na lombar e no quadril. Se estiver sentindo uma dor ciática intensa, tenha cuidado ao fazer as posturas, permitindo-se um tempo entre elas para observar como se sente. Permanecendo nas posturas de cinco a dez respirações em cada lado. Quando terminar, repouse novamente e observe-se.
Yoga Journal
Terra
É possível minimizar essa dor tão comum nas costas e pernas
Como todo mundo que já sofreu dessa dor sabe, o nervo ciático não é nem um pouco tímido na hora de chamar a nossa atenção porque está irritado. O nervo ciático, que vai da lombar até a parte anterior das coxas, pode causar uma dor repentina e abrupta ou uma dormência mais branda que vai da lombar até as panturrilhas, e que se intensifica quando espirramos.
A dor ciática pode ter diferentes razões e a prática de Yoga pode nos ajudar a identificá-las, diz Dina Amsterdan, fundadora do Inner Yoga em San Francisco. “O Yoga ajuda porque o praticante passa a ouvir seu próprio corpo”, diz ela.
O nervo ciático é o mais longo no corpo, o que dificulta encontrar a origem da dor. Os músculos ao redor da junta sacroilíaca – o ponto entre o sacro e a pelve – podem ter um papel no surgimento da dor ciática, diz Amsterdan. O pulo do gato é tentar diferentes posturas e observar quais trazem mais alívio.
Esta série de Amsterdan alonga os isquiotibiais e rotadores externos do quadril, criando espaço na junta sacroilíaca. Ela também enfatiza a importância da respiração, da consciência e de ser compassivo consigo mesmo. “Muitos problemas lombares estão ligados ao estresse. Quando estamos relaxados, a lombar também relaxa", diz ela.
Sintonize-se com a compaixão
Comece a sequência deitado de costas por alguns minutos, com as panturrilhas sobre o assento de uma cadeira e as mãos sobre o abdome. Observe a sensação na lombar e no quadril. Se estiver sentindo uma dor ciática intensa, tenha cuidado ao fazer as posturas, permitindo-se um tempo entre elas para observar como se sente. Permanecendo nas posturas de cinco a dez respirações em cada lado. Quando terminar, repouse novamente e observe-se.
Yoga Journal
Terra
Meia taça de vinho por dia aumenta risco de câncer de mama
Às apreciadoras de vinho, uma má notícia: apenas meia taça por dia pode aumentar o risco de câncer de mama. A constatação é de uma pesquisa em andamento da Universidade de Oxford, na Inglaterra, divulgada pelo médico Sir Ian Gilmore. Os dados são do jornal inglês Daily Mail.
O levantamento com mais de 1 milhão de mulheres mostrou que ingerir 10g de álcool (uma unidade de álcool ou meia taça de vinho) diariamente eleva a chance de desenvolver a doença em 10%. Segundo o jornal, uma taça grande servida em bares e restaurantes contém normalmente 2,3 unidades e, uma pequena, 1,7.
Gilmore admitiu que a probabilidade de câncer de mama atribuída a beber pouco é pequena. "Fica por conta de a mulher fazer seu próprio julgamento. As que têm um forte histórico familiar de câncer de mama poderiam considerar diminuir o consumo", disse ao jornal.
Especialistas explicam que ingerir qualquer bebida alcoólica em excesso pode aumentar o risco da patologia porque altera os níveis hormonais, como o do estrogênio. Caso tenha células precursoras de câncer, essas taxas elevadas podem favorecer a multiplicação delas.
Ponto a Ponto Ideias
Foto: Getty Images
Terra
Fica por conta de a mulher fazer seu próprio julgamento. As que têm um forte histórico familiar de câncer de mama poderiam considerar diminuir o consumo
O levantamento com mais de 1 milhão de mulheres mostrou que ingerir 10g de álcool (uma unidade de álcool ou meia taça de vinho) diariamente eleva a chance de desenvolver a doença em 10%. Segundo o jornal, uma taça grande servida em bares e restaurantes contém normalmente 2,3 unidades e, uma pequena, 1,7.
Gilmore admitiu que a probabilidade de câncer de mama atribuída a beber pouco é pequena. "Fica por conta de a mulher fazer seu próprio julgamento. As que têm um forte histórico familiar de câncer de mama poderiam considerar diminuir o consumo", disse ao jornal.
Especialistas explicam que ingerir qualquer bebida alcoólica em excesso pode aumentar o risco da patologia porque altera os níveis hormonais, como o do estrogênio. Caso tenha células precursoras de câncer, essas taxas elevadas podem favorecer a multiplicação delas.
Ponto a Ponto Ideias
Foto: Getty Images
Terra
Benefícios dos probióticos para as mulheres
As bactérias boas são aliadas da saúde das mulheres de todas as idades
Os probióticos são aliados do corpo de mulheres de 0 a 100 anos. Além de agir na prevenção de alergias dos fetos em mulheres grávidas, na melhora das defesas imunológicas, na digestão e no trânsito intestinal, um estudo publicado na Clinical Infectious Diseases, em abril deste ano, sugere o consumo de probióticos para curar infecções urinárias e ginecológicas de uma forma natural, sem recorrer a antibióticos.
Os alimentos probióticos são velhos conhecidos das mulheres, que recorrem às chamadas “bactérias boas”, encontradas em iogurtes e em complementos alimentares lácteos, até para passar no cabelo e da pele. No entanto, não havia comprovação científica de que esses alimentos pudessem ajudá-las nos casos de infecções íntimas. Agora as mulheres podem contar com mais um aliado no tratamento desses sintomas.
Em uma palestra sobre a importância dos probióticos para a ginecologia, o médico francês Jean-Michel Delange disse que os lactobacilos tem um papel essencial que permite a manutenção da acidez natural da vagina e bloqueia a proliferação de micróbios. “A flora vaginal contém microorganismos e bactérias. É como se fosse um ecossistema que pode sofrer com invasões infecciosas”, afirma. “Com a ajuda dos probióticos, mesmo tomados por via oral, é possível restabelecer uma flora de lactobacilos correta”.
De acordo com o Dr. Delange, os três principais fatores de desequilíbrio dos germes protetores da flora vaginal são o desequilíbrio hormonal, o excesso de higiene, como duchas vaginais internas freqüentes, e medicamentos como os antibióticos. “O estresse e o tabaco também diminuem a imunidade íntima”, explica.
Você encontra bebidas lácteas fermentadas ricas em probióticos em supermercados.
Custom Editora
Especial para o Terra
As bactérias boas são aliadas da saúde das mulheres de todas as idades
Os probióticos são aliados do corpo de mulheres de 0 a 100 anos. Além de agir na prevenção de alergias dos fetos em mulheres grávidas, na melhora das defesas imunológicas, na digestão e no trânsito intestinal, um estudo publicado na Clinical Infectious Diseases, em abril deste ano, sugere o consumo de probióticos para curar infecções urinárias e ginecológicas de uma forma natural, sem recorrer a antibióticos.
Os alimentos probióticos são velhos conhecidos das mulheres, que recorrem às chamadas “bactérias boas”, encontradas em iogurtes e em complementos alimentares lácteos, até para passar no cabelo e da pele. No entanto, não havia comprovação científica de que esses alimentos pudessem ajudá-las nos casos de infecções íntimas. Agora as mulheres podem contar com mais um aliado no tratamento desses sintomas.
Em uma palestra sobre a importância dos probióticos para a ginecologia, o médico francês Jean-Michel Delange disse que os lactobacilos tem um papel essencial que permite a manutenção da acidez natural da vagina e bloqueia a proliferação de micróbios. “A flora vaginal contém microorganismos e bactérias. É como se fosse um ecossistema que pode sofrer com invasões infecciosas”, afirma. “Com a ajuda dos probióticos, mesmo tomados por via oral, é possível restabelecer uma flora de lactobacilos correta”.
De acordo com o Dr. Delange, os três principais fatores de desequilíbrio dos germes protetores da flora vaginal são o desequilíbrio hormonal, o excesso de higiene, como duchas vaginais internas freqüentes, e medicamentos como os antibióticos. “O estresse e o tabaco também diminuem a imunidade íntima”, explica.
Você encontra bebidas lácteas fermentadas ricas em probióticos em supermercados.
Custom Editora
Especial para o Terra
Luz faz o cabelo crescer
A incômoda e conhecida queda de cabelo, chamada tecnicamente de alopecia, pode acometer tanto indivíduos do sexo masculino quanto do feminino. “Era mais comum entre os homens, mas hoje as mulheres também sofrem com a alopecia, doença que geralmente começa no início da idade adulta, deixando os cabelos mais finos e ralos e, consequentemente, o couro cabeludo a vista”, explica a médica Isabel Martinez, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Em cada pessoa ela age de uma maneira, fazendo com que os fios caiam em menor ou maior quantidade. Mas independentemente do grau da alopecia, não há quem não se incomode com ela. Por isso, assim que observar alguma mudança, a doutora Isabel aconselha procurar um dermatologista para iniciar o tratamento desde cedo. “Quanto antes for diagnosticada e tratada, melhores os resultados”, justifica.
A médica explica que o tratamento baseia-se no controle hormonal. Entre as técnicas mais populares, estão a suplementação vitamínica e a suplementação de queratina e cisteína. Outra arma que tem se mostrado bastante eficaz são os lasers e leds. “Eles apresentam ótimos resultados contra a queda e no crescimento de fios”, diz Isabel.
Essas luzes, segundo a dermatologista, ativam a vascularização local, estimulando o crescimento capilar. “Há também os lasers nos quais podemos aplicar produtos como finasterida e minoxidil diretamente na derme atingida, estimulando o crescimento capilar”, continua a especialista, que ressalta que os leds podem ser usados em gestantes e também no período pós-parto. “Eles vão estimular a vascularização local e crescimento capilar sem interferir na amamentação”, garante. Como o pós-parto é uma das causas da alopecia em mulheres, esta é uma ótima notícia para adiantar o tratamento.
O método de luzes escolhido vai depender de cada caso, assim como o número de sessões e o valor do tratamento.
Serviço
Clínica Martinez
Da Latta Serviços Editoriais
Especial para o Terra
A incômoda e conhecida queda de cabelo, chamada tecnicamente de alopecia, pode acometer tanto indivíduos do sexo masculino quanto do feminino. “Era mais comum entre os homens, mas hoje as mulheres também sofrem com a alopecia, doença que geralmente começa no início da idade adulta, deixando os cabelos mais finos e ralos e, consequentemente, o couro cabeludo a vista”, explica a médica Isabel Martinez, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Em cada pessoa ela age de uma maneira, fazendo com que os fios caiam em menor ou maior quantidade. Mas independentemente do grau da alopecia, não há quem não se incomode com ela. Por isso, assim que observar alguma mudança, a doutora Isabel aconselha procurar um dermatologista para iniciar o tratamento desde cedo. “Quanto antes for diagnosticada e tratada, melhores os resultados”, justifica.
A médica explica que o tratamento baseia-se no controle hormonal. Entre as técnicas mais populares, estão a suplementação vitamínica e a suplementação de queratina e cisteína. Outra arma que tem se mostrado bastante eficaz são os lasers e leds. “Eles apresentam ótimos resultados contra a queda e no crescimento de fios”, diz Isabel.
Essas luzes, segundo a dermatologista, ativam a vascularização local, estimulando o crescimento capilar. “Há também os lasers nos quais podemos aplicar produtos como finasterida e minoxidil diretamente na derme atingida, estimulando o crescimento capilar”, continua a especialista, que ressalta que os leds podem ser usados em gestantes e também no período pós-parto. “Eles vão estimular a vascularização local e crescimento capilar sem interferir na amamentação”, garante. Como o pós-parto é uma das causas da alopecia em mulheres, esta é uma ótima notícia para adiantar o tratamento.
O método de luzes escolhido vai depender de cada caso, assim como o número de sessões e o valor do tratamento.
Serviço
Clínica Martinez
Da Latta Serviços Editoriais
Especial para o Terra
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Erva medicinal pode aumentar desejo sexual masculino
O feno-grego pode ser um aliado de homens que querem aumentar a libido. De acordo com uma pesquisa do Centre for Integrative Clinical and Molecular Medicine in Brisbane, na Austrália, o uso da erva representaria um crescimento de, pelo menos, 25% no desejo. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
Para chegar a essa conclusão, 60 pessoas do sexo masculino saudáveis, entre 25 e 52 anos, ingeriram um extrato da iguaria duas vezes por dia, durante seis semanas. Os seus níveis de libido foram monitorados e pontuados. No período do levantamento, a pontuação média subiu de 16,1 para 20,6, um crescimento de 28%. Enquanto isso, outro grupo de voluntários tomaram pílulas placebo e observaram diminuição em seus números.
As sementes de feno-grego contêm compostos chamados saponinas, que estimulariam a produção de hormônios sexuais masculinos, incluindo a testosterona. Segundo o jornal, a planta cresce na Ásia, faz parte da culinária indiana e suas folhas e sementes eram usadas desde o tempo dos antigos egípcios para tratar febre.
Ponto a Ponto Ideias
Terra
O feno-grego pode ser um aliado de homens que querem aumentar a libido. De acordo com uma pesquisa do Centre for Integrative Clinical and Molecular Medicine in Brisbane, na Austrália, o uso da erva representaria um crescimento de, pelo menos, 25% no desejo. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
Para chegar a essa conclusão, 60 pessoas do sexo masculino saudáveis, entre 25 e 52 anos, ingeriram um extrato da iguaria duas vezes por dia, durante seis semanas. Os seus níveis de libido foram monitorados e pontuados. No período do levantamento, a pontuação média subiu de 16,1 para 20,6, um crescimento de 28%. Enquanto isso, outro grupo de voluntários tomaram pílulas placebo e observaram diminuição em seus números.
As sementes de feno-grego contêm compostos chamados saponinas, que estimulariam a produção de hormônios sexuais masculinos, incluindo a testosterona. Segundo o jornal, a planta cresce na Ásia, faz parte da culinária indiana e suas folhas e sementes eram usadas desde o tempo dos antigos egípcios para tratar febre.
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Vaidade precoce arrisca saúde das pré-adolescentes
Médicos alertam: é preciso que os pais fiquem atentos ao que as filhas andam fazendo na frente do espelho. Se tanta vaidade não puder ser evitada, o ideal é procurar orientação e evitar que a princesa vire sapo.
"As meninas têm acesso à informação cada vez mais cedo. Elas entram na Internet e leem que, depois da primeira menstruação, não crescem muito mais. E aí procuram os consultórios para tomar hormônios que atrasam a primeira menstruação", afirma o vice-presidente do Departamento de Endocrinologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Paulo César Alves.
Mas o tratamento não é eficaz em todos os casos. Atrasar a primeira menstruação só auxilia no crescimento ósseo quando a menina sofre de puberdade precoce. "Se a criança tem 8 anos e já apresenta sinais de puberdade, como elevação do mamilo, aí vale a pena. Do contrário, quando a idade óssea de 13 anos, por exemplo, já foi atingida, e a menina tem 10, não vale. Se crescer, vai ser muito pouco para muitos gastos", orienta.
A dermatologista especialista em estética Daniele Murga ressalta que a maioria dos erros cometidos pelas jovens é relacionada à insatisfação com pele e cabelo. "Uma vê que a outra começou a tomar anticoncepcional para evitar espinhas, vai na farmácia e compra também, sem saber se pode", diz Daniela.
Segundo ela, é comum o "reaproveitamento" de receitas. "Elas pegam com amigas as prescrições de remédios contra acnes e manchas. Mas alguns têm ácidos e, usados sem orientação médica, podem queimar a pele", alerta.
Garotas de menos de 12 anos já têm sinais de calvície
A busca por cabelos perfeitos também tem levado muitas meninas aos consultórios - não para tratar as madeixas, mas sim remediar danos. O principal vilão é o formol, usado ilegalmente como alisante em escovas e outros tratamentos.
Estudo divulgado semana passada revelou que o produto é cancerígeno. Os danos são muitos. "O formol causa irritação, coceira, queimaduras, problemas de pele e queda capilar. É impressionante o número de meninas com menos de 12 anos já com quadro de calvície", afirma Daniele Murga. "É fundamental que os pais conversem com suas filhas para mostrar o risco que correm em nome da beleza", diz.
O Dia
Foto: Getty Images
Pais devem prestar atenção se filhas são vaidosas demais
Em nome da estética, as pré-adolescentes estão adotando práticas que pesam no bolso e não têm eficácia. Algumas podem até trazer prejuízos à saúde. Atrasar a menstruação com hormônios para ficarem mais altas, tomar pílula anticoncepcional para se ver livre de espinhas e aplicar ácido na pele a fim de torná-la mais clara são alguns exemplos de atividades na rotina das meninas.
Médicos alertam: é preciso que os pais fiquem atentos ao que as filhas andam fazendo na frente do espelho. Se tanta vaidade não puder ser evitada, o ideal é procurar orientação e evitar que a princesa vire sapo.
"As meninas têm acesso à informação cada vez mais cedo. Elas entram na Internet e leem que, depois da primeira menstruação, não crescem muito mais. E aí procuram os consultórios para tomar hormônios que atrasam a primeira menstruação", afirma o vice-presidente do Departamento de Endocrinologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Paulo César Alves.
Mas o tratamento não é eficaz em todos os casos. Atrasar a primeira menstruação só auxilia no crescimento ósseo quando a menina sofre de puberdade precoce. "Se a criança tem 8 anos e já apresenta sinais de puberdade, como elevação do mamilo, aí vale a pena. Do contrário, quando a idade óssea de 13 anos, por exemplo, já foi atingida, e a menina tem 10, não vale. Se crescer, vai ser muito pouco para muitos gastos", orienta.
A dermatologista especialista em estética Daniele Murga ressalta que a maioria dos erros cometidos pelas jovens é relacionada à insatisfação com pele e cabelo. "Uma vê que a outra começou a tomar anticoncepcional para evitar espinhas, vai na farmácia e compra também, sem saber se pode", diz Daniela.
Segundo ela, é comum o "reaproveitamento" de receitas. "Elas pegam com amigas as prescrições de remédios contra acnes e manchas. Mas alguns têm ácidos e, usados sem orientação médica, podem queimar a pele", alerta.
Garotas de menos de 12 anos já têm sinais de calvície
A busca por cabelos perfeitos também tem levado muitas meninas aos consultórios - não para tratar as madeixas, mas sim remediar danos. O principal vilão é o formol, usado ilegalmente como alisante em escovas e outros tratamentos.
Estudo divulgado semana passada revelou que o produto é cancerígeno. Os danos são muitos. "O formol causa irritação, coceira, queimaduras, problemas de pele e queda capilar. É impressionante o número de meninas com menos de 12 anos já com quadro de calvície", afirma Daniele Murga. "É fundamental que os pais conversem com suas filhas para mostrar o risco que correm em nome da beleza", diz.
O Dia
Foto: Getty Images
Preferência mundial, macarrão pode causar diabetes
Macarrão é prato preferido no mundo; confira prós e contras
Não há comida que supere a preferência mundial pelo macarrão. Pesquisa da organização internacional Oxfam, realizada em 17 países, inclusive no Brasil, mostrou que massa é a iguaria favorita em mais da metade deles. Entretanto, especialistas alertam: embora seja uma fonte de energia para atividades físicas, macarrão em excesso pode causar diabetes, aumento de colesterol e triglicérides e, claro, engordar.
No Brasil, os três pratos favoritos escolhidos pela população foram lasanha, arroz e massa, de acordo com o estudo. Segundo José Alexandre Portinho, integrante da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), todos são alimentos ricos em carboidratos e, por isso, muito energéticos. "Este nutriente, consumido em grande quantidade, e sem ser gasto pelo organismo, pode elevar a quantidade de açúcar no sangue e causar, entre outras coisas, diabetes", afirma José Alexandre.
O ideal é consumir a massa aliada a outros alimentos. Fibras e proteínas, por exemplo, ajudam o macarrão a ser digerido de uma forma saudável. "O carboidrato puro é absorvido pelo organismo muito rapidamente. Misturado a outros nutrientes, faz o processo ficar mais lento", explica Portinho.
A forma de preparo também é importante. Deixar a massa cozinhar demais facilita a transformação do carboidrato em glicose, ou seja, a pessoa ingere mais açúcar e fica mais vulnerável às consequências do exagero. Já os molhos podem ser grandes vilões se a ideia é fazer um macarrão bom para a saúde.
"Molhos prontos contêm muita gordura, sal e conservantes, que podem levar a doenças como hipertensão, problemas cardíacos, enfarte, derrame, aumento de colesterol e triglicérides. O ideal é usar alho, cebola, tomate e condimentos naturais, mais saudáveis", recomenda Portinho. "Comer um macarrão bem preparado de duas a três vezes por semana não faz mal. Basta que o prato seja balanceado com outros tipos de alimento", conclui.
Recomendações
Idade
Quanto mais jovem a pessoa é, melhor a digestão da massa. Já o idoso deve consumir com menos frequência o prato, pois não tem a mesma capacidade de absorção do carboidrato.
Horário
O ideal é comer durante o dia, pois à noite o metabolismo é mais lento e a energia não é gasta. É só transformada em gordura e estocada no corpo.
Atividade física
Para quem faz exercícios físicos é recomendável comer massa para ter energia para a atividade. Sedentários podem comer, porém com restrições.
Os 10 pratos favoritos no mundo, segundo pesquisa
1 - Macarrão
2 - Carne
3 - Arroz
4 - Pizza
5 - Frango
6 - Peixe e frutos do mar
7 - Vegetais
8 - Comida Chinesa
9 - Comida italiana
10 - Comida mexicana
O Dia
Macarrão é prato preferido no mundo; confira prós e contras
Não há comida que supere a preferência mundial pelo macarrão. Pesquisa da organização internacional Oxfam, realizada em 17 países, inclusive no Brasil, mostrou que massa é a iguaria favorita em mais da metade deles. Entretanto, especialistas alertam: embora seja uma fonte de energia para atividades físicas, macarrão em excesso pode causar diabetes, aumento de colesterol e triglicérides e, claro, engordar.
No Brasil, os três pratos favoritos escolhidos pela população foram lasanha, arroz e massa, de acordo com o estudo. Segundo José Alexandre Portinho, integrante da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), todos são alimentos ricos em carboidratos e, por isso, muito energéticos. "Este nutriente, consumido em grande quantidade, e sem ser gasto pelo organismo, pode elevar a quantidade de açúcar no sangue e causar, entre outras coisas, diabetes", afirma José Alexandre.
O ideal é consumir a massa aliada a outros alimentos. Fibras e proteínas, por exemplo, ajudam o macarrão a ser digerido de uma forma saudável. "O carboidrato puro é absorvido pelo organismo muito rapidamente. Misturado a outros nutrientes, faz o processo ficar mais lento", explica Portinho.
A forma de preparo também é importante. Deixar a massa cozinhar demais facilita a transformação do carboidrato em glicose, ou seja, a pessoa ingere mais açúcar e fica mais vulnerável às consequências do exagero. Já os molhos podem ser grandes vilões se a ideia é fazer um macarrão bom para a saúde.
"Molhos prontos contêm muita gordura, sal e conservantes, que podem levar a doenças como hipertensão, problemas cardíacos, enfarte, derrame, aumento de colesterol e triglicérides. O ideal é usar alho, cebola, tomate e condimentos naturais, mais saudáveis", recomenda Portinho. "Comer um macarrão bem preparado de duas a três vezes por semana não faz mal. Basta que o prato seja balanceado com outros tipos de alimento", conclui.
Recomendações
Idade
Quanto mais jovem a pessoa é, melhor a digestão da massa. Já o idoso deve consumir com menos frequência o prato, pois não tem a mesma capacidade de absorção do carboidrato.
Horário
O ideal é comer durante o dia, pois à noite o metabolismo é mais lento e a energia não é gasta. É só transformada em gordura e estocada no corpo.
Atividade física
Para quem faz exercícios físicos é recomendável comer massa para ter energia para a atividade. Sedentários podem comer, porém com restrições.
Os 10 pratos favoritos no mundo, segundo pesquisa
1 - Macarrão
2 - Carne
3 - Arroz
4 - Pizza
5 - Frango
6 - Peixe e frutos do mar
7 - Vegetais
8 - Comida Chinesa
9 - Comida italiana
10 - Comida mexicana
O Dia
Pessoas cuidam mais da saúde após os 45, diz estudo
Cindy Crawford já passou dos 40 e mantém a saúde e aparência com uma rotina de alimentação e exercícios bastante disciplinada
Ao completar quatro décadas de vida, a maioria das pessoas começa a sentir mudanças notáveis na saúde e no corpo. Mas uma pesquisa realizada por uma empresa americana de suplementos mostrou que à medida que os problemas de saúde aumentam, a preocupação com o tema cresce na mesma proporção.
O estudo foi divulgado pelo site do jornal britânico Daily Mail, que usou Cindy Crawford como exemplo - para cuidar do corpão, ela leva uma rotina que combina dieta rica em proteínas, disciplina nos exercícios, pilates e yoga.
O levantamento, feito com cinco mil homens e mulheres acima dos 16 anos, identificou que os 45 anos representam o início do declínio da saúde, com um terço de pessoas relatando problemas como dores nas juntas, pressão alta e falta de ar. Confrontados com a sua própria mortalidade, de amigos e familiares, passam a temer mais pela própria saúde.
Ao mesmo tempo, é a "idade de ouro" para muitos, que passam a diminuir o ritmo de trabalho em nome de práticas mais saudáveis. O estudo mostrou que, nessa idade, um terço das pessoas optam por limitar as doses semanais de álcool para três ou menos.
A mesma proporção de pessoas passam a evitar comidas processadas ao alcançar essa faixa etária, enquanto oito em cada dez recomendam comer cinco pedaços de frutas ou vegetais todo dia. Nove em dez não fumam, e cerca de 40% dizem que nunca exageram na comida e na bebida aos finais de semana, uma regra que se aplica a apenas um em seis jovens.
O estudo aponta, ainda, as motivações que levam as pessoas a se cuidarem mais. Um em cada seis entrevistados afirmam que reavaliaram suas perspectivas após levar um susto com a saúde, enquanto quatro em dez passaram a se cuidar mais após um membro da família ter ficado doente. Por fim, ouvir comentários sobre a própria aparência também conta na hora de decidir mudar a rotina em prol de um corpo mais sadio e bem cuidado.
Terra
Foto: Getty Images
Cindy Crawford já passou dos 40 e mantém a saúde e aparência com uma rotina de alimentação e exercícios bastante disciplinada
Ao completar quatro décadas de vida, a maioria das pessoas começa a sentir mudanças notáveis na saúde e no corpo. Mas uma pesquisa realizada por uma empresa americana de suplementos mostrou que à medida que os problemas de saúde aumentam, a preocupação com o tema cresce na mesma proporção.
O estudo foi divulgado pelo site do jornal britânico Daily Mail, que usou Cindy Crawford como exemplo - para cuidar do corpão, ela leva uma rotina que combina dieta rica em proteínas, disciplina nos exercícios, pilates e yoga.
O levantamento, feito com cinco mil homens e mulheres acima dos 16 anos, identificou que os 45 anos representam o início do declínio da saúde, com um terço de pessoas relatando problemas como dores nas juntas, pressão alta e falta de ar. Confrontados com a sua própria mortalidade, de amigos e familiares, passam a temer mais pela própria saúde.
Ao mesmo tempo, é a "idade de ouro" para muitos, que passam a diminuir o ritmo de trabalho em nome de práticas mais saudáveis. O estudo mostrou que, nessa idade, um terço das pessoas optam por limitar as doses semanais de álcool para três ou menos.
A mesma proporção de pessoas passam a evitar comidas processadas ao alcançar essa faixa etária, enquanto oito em cada dez recomendam comer cinco pedaços de frutas ou vegetais todo dia. Nove em dez não fumam, e cerca de 40% dizem que nunca exageram na comida e na bebida aos finais de semana, uma regra que se aplica a apenas um em seis jovens.
O estudo aponta, ainda, as motivações que levam as pessoas a se cuidarem mais. Um em cada seis entrevistados afirmam que reavaliaram suas perspectivas após levar um susto com a saúde, enquanto quatro em dez passaram a se cuidar mais após um membro da família ter ficado doente. Por fim, ouvir comentários sobre a própria aparência também conta na hora de decidir mudar a rotina em prol de um corpo mais sadio e bem cuidado.
Terra
Foto: Getty Images
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Omni Freeze, um tecido conceitual que te refresca quando você começa a suar
Para dar um auxílio para as pessoas que sofrem em lugares muito quentes e que as vezes não bate nenhum vento sequer, e também evitar a utilização de aparelhos de ar condicionado ou qualquer outro gasto de energia que acaba, inevitavelmente, poluindo o nosso ar, a empresa chamada Columbia inventou um tecido que é capaz de baixar alguns graus do nosso corpo quando entra em contato com o suor, o que não demora muito para acontecer.
Chamado de Omni-Freeze, o tecido é feito de fibras que ficam 35% mais próximas da sua pele do que as roupas comuns, e isso já ajuda a dissipar de forma mais eficiente o calor do seu corpo. Este tecido é feito também com um composto químico que abaixa a temperatura quando entra em contato com água ou com o suor que está saindo da sua pele e já encosta no tecido.
O efeito não dura muito, mas é o suficiente para tirar a sensação de calor que você sente quando está longe de qualquer sombra. Ficou interessado? Nós não temos uma boa notícia agora, já que este tecido mágico estará disponível apenas em 2012, isso se o mundo não acabar lá.
G 1
Para dar um auxílio para as pessoas que sofrem em lugares muito quentes e que as vezes não bate nenhum vento sequer, e também evitar a utilização de aparelhos de ar condicionado ou qualquer outro gasto de energia que acaba, inevitavelmente, poluindo o nosso ar, a empresa chamada Columbia inventou um tecido que é capaz de baixar alguns graus do nosso corpo quando entra em contato com o suor, o que não demora muito para acontecer.
Chamado de Omni-Freeze, o tecido é feito de fibras que ficam 35% mais próximas da sua pele do que as roupas comuns, e isso já ajuda a dissipar de forma mais eficiente o calor do seu corpo. Este tecido é feito também com um composto químico que abaixa a temperatura quando entra em contato com água ou com o suor que está saindo da sua pele e já encosta no tecido.
O efeito não dura muito, mas é o suficiente para tirar a sensação de calor que você sente quando está longe de qualquer sombra. Ficou interessado? Nós não temos uma boa notícia agora, já que este tecido mágico estará disponível apenas em 2012, isso se o mundo não acabar lá.
G 1
Mulheres perdem 3 semanas de sono ao ano por ronco do marido
Estudo mostra que o ronco dos homens é responsável por tirar três semanas do sono das mulheres por ano
Dividir a cama com alguém pode não ser tão gostoso quanto sonha quem está prestes a casar. De acordo com uma pesquisa britânica, uma em três mulheres perde mais de três semanas de sono a cada ano por causa do ronco do parceiro.
O barulho incomoda tanto que 39% fogem regularmente para o quarto de hóspedes, como informou o jornal Daily Mail. Um em nove casais chega a dormir separado permanentemente por conta do problema.
Mas o ronco não está relacionado somente aos maridos. Números obtidos pela Fundação Britânica do Pulmão mostram que o incômodo faz com que 39% dos adultos percam uma média de uma hora e meia de sono por noite, o que representa 574 horas por ano ou 23 dias.
O levantamento com 2500 pessoas descobriu que 24% dos homens admitem serem mantidos acordados por suas parceiras, em comparação com 41% das mulheres com queixas em relação ao companheiro.
Ronco e apneia do sono são mais comuns entre os que apresentam sobrepeso e bebem excessivamente. Portanto, emagrecer e reduzir a ingestão de álcool são medidas que podem ajudar a reduzir os sintomas. Se tiver algum distúrbio do sono, procure um médico.
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Foto: Getty Images
Estudo mostra que o ronco dos homens é responsável por tirar três semanas do sono das mulheres por ano
Dividir a cama com alguém pode não ser tão gostoso quanto sonha quem está prestes a casar. De acordo com uma pesquisa britânica, uma em três mulheres perde mais de três semanas de sono a cada ano por causa do ronco do parceiro.
O barulho incomoda tanto que 39% fogem regularmente para o quarto de hóspedes, como informou o jornal Daily Mail. Um em nove casais chega a dormir separado permanentemente por conta do problema.
Mas o ronco não está relacionado somente aos maridos. Números obtidos pela Fundação Britânica do Pulmão mostram que o incômodo faz com que 39% dos adultos percam uma média de uma hora e meia de sono por noite, o que representa 574 horas por ano ou 23 dias.
O levantamento com 2500 pessoas descobriu que 24% dos homens admitem serem mantidos acordados por suas parceiras, em comparação com 41% das mulheres com queixas em relação ao companheiro.
Ronco e apneia do sono são mais comuns entre os que apresentam sobrepeso e bebem excessivamente. Portanto, emagrecer e reduzir a ingestão de álcool são medidas que podem ajudar a reduzir os sintomas. Se tiver algum distúrbio do sono, procure um médico.
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Foto: Getty Images
Nova técnica para rejuvenescer
Esse extrato se juntou a outros ativos em uma máscara que promete deixar qualquer pessoa mais jovem. A esteticista Blanch lista quais são esses princípios ativos e o que cada um faz pela nossa pele:
Phycosaccharide Al: ativo derivado de biotecnologia marinha que estimula a capacidade de divisão das células-tronco adultas epidérmicas e reconstrói esta camada da pele, preenchendo e suavizando as rugas.
Phycojuvenine: ativo marinho que atua nas células-tronco adultas da derme, protegendo seu DNA mitocondrial e ativando seu metabolismo celular e a síntese de ATP (energia), o que potencializa sua capacidade de proliferação e diferenciação em novas células, inclusive as produtoras de colágeno, com a mesma intensidade de um tecido jovem.
THPE: ativo de última geração, com ação firmante por meio do estímulo à contração de células da pele.
Segundo Blanch, “o número de sessões depende da avaliação da profissional para saber qual o grau de envelhecimento da pele”. Mas o tratamento pode ser feito a partir dos 30 anos e tem duração de uma hora. O preço da sessão é R$ 100.
Confira os benefícios prometidos
Suavização de rugas: estimula a multiplicação de células mais saudáveis e consequentemente aumenta a produção de colágeno, promovendo o preenchimento da pele.
Melhora da luminosidade, hidratação e viço: estimula a energização celular, equilibrando as funções vitais da pele.
Proporciona maior firmeza à pele: melhorando o tônus e redefinindo o contorno facial.
Atenua as linhas de expressão e a profundidade das rugas: preenche os sulcos de dentro para fora na região dos olhos.
Promove efeito lifting e aumento da firmeza: melhora a tonicidade e o aspecto de olhos cansados e pálpebras caídas.
Melhora da textura e o relevo cutâneo: principalmente na região dos olhos.
Da Latta
Especial para o Terra
Com propriedades de um arbusto comum na região do mar Mediterrâneo, o novo tratamento promete melhorar a luminosidade da pele, além de diminuir as linhas finas e proporcionar um efeito lifting
Todos os esforços na busca de alternativas para frear o envelhecimento têm se mostrado válidos. E a indústria da beleza não poupa esforços nem pesquisas para descobrir novos ingredientes. Um arbusto comum na região do Mar Mediterrâneo é a nova aposta. “A partir desse arbusto, temos o extrato de Myrtus communis, que tem o poder de limitar o aparecimento dos sinais do envelhecimento, pois aumenta a produção das SIRTs, proteínas responsáveis pela longevidade e vitalidade das células”, explica a esteticista Blanch Marie.
Esse extrato se juntou a outros ativos em uma máscara que promete deixar qualquer pessoa mais jovem. A esteticista Blanch lista quais são esses princípios ativos e o que cada um faz pela nossa pele:
Phycosaccharide Al: ativo derivado de biotecnologia marinha que estimula a capacidade de divisão das células-tronco adultas epidérmicas e reconstrói esta camada da pele, preenchendo e suavizando as rugas.
Phycojuvenine: ativo marinho que atua nas células-tronco adultas da derme, protegendo seu DNA mitocondrial e ativando seu metabolismo celular e a síntese de ATP (energia), o que potencializa sua capacidade de proliferação e diferenciação em novas células, inclusive as produtoras de colágeno, com a mesma intensidade de um tecido jovem.
THPE: ativo de última geração, com ação firmante por meio do estímulo à contração de células da pele.
Segundo Blanch, “o número de sessões depende da avaliação da profissional para saber qual o grau de envelhecimento da pele”. Mas o tratamento pode ser feito a partir dos 30 anos e tem duração de uma hora. O preço da sessão é R$ 100.
Confira os benefícios prometidos
Suavização de rugas: estimula a multiplicação de células mais saudáveis e consequentemente aumenta a produção de colágeno, promovendo o preenchimento da pele.
Melhora da luminosidade, hidratação e viço: estimula a energização celular, equilibrando as funções vitais da pele.
Proporciona maior firmeza à pele: melhorando o tônus e redefinindo o contorno facial.
Atenua as linhas de expressão e a profundidade das rugas: preenche os sulcos de dentro para fora na região dos olhos.
Promove efeito lifting e aumento da firmeza: melhora a tonicidade e o aspecto de olhos cansados e pálpebras caídas.
Melhora da textura e o relevo cutâneo: principalmente na região dos olhos.
Da Latta
Especial para o Terra
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Dormir mais no fim de semana não compensa semana sem descanso
Uma semana de noites mal-dormidas não se resolve com horas a mais descanso nos fins de semana. O alerta é de uma pesquisa da Faculdade de Medicina Penn State, na Pensilvânia, Estados Unidos.
O estudo foi realizado a partir do monitoramento do sono de homens e mulheres que passaram 13 noites dormindo num laboratório. Nos voluntários que tiveram o sono restrito a apenas seis horas por noite, verificou-se queda na performance das atividades diárias, que não melhorou após um fim de semana com mais horas de descanso.
A pesquisa indica que ficar um pouco mais na cama apenas conferiu um pouco mais de disposição aos insones, mas que eles ainda permaneceram lentos e um pouco mau-humorados.
A conclusão foi tomada a partir da comparação do humor e habilidades quando os pesquisados dormiram oito horas por noite e não demonstraram dificuldades em desempenhar as tarefas cotidianas.
Os homens demonstraram maiores dificuldades em se recuperarem da privação de sono do que as mulheres. Segundo os pesquisadores, as mulheres se mostraram mais descansadas e despertas com horas adicionais de sono no fim de semana.
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Foto: Getty Images
Estudo mostra que o sono não pode ser recuperado de uma só vez
O estudo foi realizado a partir do monitoramento do sono de homens e mulheres que passaram 13 noites dormindo num laboratório. Nos voluntários que tiveram o sono restrito a apenas seis horas por noite, verificou-se queda na performance das atividades diárias, que não melhorou após um fim de semana com mais horas de descanso.
A pesquisa indica que ficar um pouco mais na cama apenas conferiu um pouco mais de disposição aos insones, mas que eles ainda permaneceram lentos e um pouco mau-humorados.
A conclusão foi tomada a partir da comparação do humor e habilidades quando os pesquisados dormiram oito horas por noite e não demonstraram dificuldades em desempenhar as tarefas cotidianas.
Os homens demonstraram maiores dificuldades em se recuperarem da privação de sono do que as mulheres. Segundo os pesquisadores, as mulheres se mostraram mais descansadas e despertas com horas adicionais de sono no fim de semana.
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Foto: Getty Images
Afastar distrações na hora de comer pode ajudar a manter o peso
Tentar se concentrar na comida, e não em outros fatores, como TV ou computador, pode ajudar a manter a boa forma
Na Universidade de Bristol, na Inglaterra, 42 homens e mulheres receberam um almoço, sendo que metade jogou Paciência no computador enquanto saboreava as iguarias. Meia hora depois, todos ganharam biscoitos de chocolate e tiveram de lembrar o que haviam ingerido, na ordem correta. Os que se divertiram com o jogo de cartas se sentiram menos satisfeitos, comeram duas vezes mais bolachas e tiveram mais dificuldades no teste.
Acredita-se que a memória do que degustou desempenha um papel fundamental no amortecimento do apetite. Sendo assim, distrações impedem que as pessoas se lembrem com detalhes do cardápio e, portanto, as deixam com mais fome.
Comer muito rápido também provoca excessos. É que a digestão envolve uma complexa série de sinais hormonais entre o intestino e o sistema nervoso, e leva cerca de 20 minutos para que o cérebro registre que o corpo consumiu bastante.
Segundo o jornal Daily Mail, defensores da alimentação consciente aconselham mastigar lentamente e observar cor, cheiro, textura e sabor dos quitutes. Nem pense em se entreter com celular, TV, jornal. Reserve, pelo menos, 20 minutos para cada refeição. Quem acha difícil não devorar rapidamente o prato pode tentar segurar o garfo com a mão não-dominante.
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Foto: Getty Images
Tentar se concentrar na comida, e não em outros fatores, como TV ou computador, pode ajudar a manter a boa forma
O segredo para manter o peso é simples. De acordo com pesquisas britânicas e americanas, divulgadas pelo jornal Daily Mail, basta não se distrair durante as refeições e se concentrar completamente no alimento. Comer dessa forma permite perceber as mensagens químicas que o corpo envia para mostrar que está satisfeito.
Um levantamento da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, constatou que os voluntários que se alimentaram sem prestar atenção ao que acontecia ao redor perderam uma média de três quilos durante o estudo.
Acredita-se que a memória do que degustou desempenha um papel fundamental no amortecimento do apetite. Sendo assim, distrações impedem que as pessoas se lembrem com detalhes do cardápio e, portanto, as deixam com mais fome.
Comer muito rápido também provoca excessos. É que a digestão envolve uma complexa série de sinais hormonais entre o intestino e o sistema nervoso, e leva cerca de 20 minutos para que o cérebro registre que o corpo consumiu bastante.
Segundo o jornal Daily Mail, defensores da alimentação consciente aconselham mastigar lentamente e observar cor, cheiro, textura e sabor dos quitutes. Nem pense em se entreter com celular, TV, jornal. Reserve, pelo menos, 20 minutos para cada refeição. Quem acha difícil não devorar rapidamente o prato pode tentar segurar o garfo com a mão não-dominante.
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Foto: Getty Images
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Pessoas diminuem cuidados com a saúde a partir dos 41 anos
A falta de cuidados com a saúde acarreta na obesidade e, com isso, maior risco de diabetes tipo 2
É a partir dos 41 anos que as pessoas relaxam e deixam os cuidados com a saúde de lado, de acordo com uma pesquisa britânica encomendada pela rede de farmácias Lloydspharmacy. A tendência é que comecem a comer muito e, portanto, engordar, além de diminuir a quantidade de atividade física.
O levantamento constatou que mais de 40% dos entrevistados acima de 40 anos admitiram que se descuidaram. E mais de um terço disse que, se pudesse voltar no tempo, não deixaria se tornar obeso.
Apesar de o excesso de peso aumentar o risco de diabetes tipo 2, 42% dos voluntários afirmaram não saber ao certo o que é a doença e um quarto não conseguiu citar uma complicação relacionada a ela, como amputações de membros, patologias cardiovasculares e cegueira.
Alison Freemantle, especialista em diabetes da Lloydspharmacy, falou ao jornal Daily Mail que, apesar do arrependimento pelo ganho de peso, os participantes não ligaram o fato à chance elevada de diabetes. "Adotar uma dieta e um estilo de vida saudáveis, perder peso e se manter fisicamente ativo podem retardar o aparecimento da enfermidade ou até mesmo impedi-la completamente."
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Foto: Getty Images
A falta de cuidados com a saúde acarreta na obesidade e, com isso, maior risco de diabetes tipo 2
É a partir dos 41 anos que as pessoas relaxam e deixam os cuidados com a saúde de lado, de acordo com uma pesquisa britânica encomendada pela rede de farmácias Lloydspharmacy. A tendência é que comecem a comer muito e, portanto, engordar, além de diminuir a quantidade de atividade física.
O levantamento constatou que mais de 40% dos entrevistados acima de 40 anos admitiram que se descuidaram. E mais de um terço disse que, se pudesse voltar no tempo, não deixaria se tornar obeso.
Apesar de o excesso de peso aumentar o risco de diabetes tipo 2, 42% dos voluntários afirmaram não saber ao certo o que é a doença e um quarto não conseguiu citar uma complicação relacionada a ela, como amputações de membros, patologias cardiovasculares e cegueira.
Alison Freemantle, especialista em diabetes da Lloydspharmacy, falou ao jornal Daily Mail que, apesar do arrependimento pelo ganho de peso, os participantes não ligaram o fato à chance elevada de diabetes. "Adotar uma dieta e um estilo de vida saudáveis, perder peso e se manter fisicamente ativo podem retardar o aparecimento da enfermidade ou até mesmo impedi-la completamente."
Ponto a Ponto Ideias
Terra
Foto: Getty Images
Conheça sete alimentos termogênicos que te ajudam a emagrecer
Eles aumentam o gasto calórico de seu organismo e aceleram os resultados
Pimentão
Chá verde
Gengibre
Canela
Chá de hibisco
Produtos com ômega 3
Água gelada
Todas as atividades realizadas pelo corpo consomem energia, certo? Isso inclui o processo digestivo, que pode ser usado a seu favor para emagrecer quando o que está em questão são os alimentos termogênicos. Esses alimentos são capazes de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico.
De acordo com a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo, quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico. A nutricionista funcional Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro, explica: "As substâncias termogênicas contidas em certos alimentos têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura. A termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem ajudar no controle de emagrecimento e obesidade".
No entanto, sabe-se que não existem milagres quando o assunto é perder peso. Para que esses alimentos mostrem resultado, é necessário aliá-los à dieta regrada e exercícios físicos. Além disso, os termogênicos possuem algumas restrições. "Quem tem hipertireoidismo não deve ingeri-los, visto que o metabolismo já está muito elevado, o que aumenta o risco de perda de massa muscular", exemplifica Daniela. Luciana também lembra que crianças e gestantes, pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar desses alimentos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.
Saiba quais são os principais alimentos termogênicos e aprenda a utilizá-los - mas sem esquecer de passar antes por uma avaliação nutricional.
Terra
Eles aumentam o gasto calórico de seu organismo e aceleram os resultados
Pimentão
Chá verde
Gengibre
Canela
Chá de hibisco
Todas as atividades realizadas pelo corpo consomem energia, certo? Isso inclui o processo digestivo, que pode ser usado a seu favor para emagrecer quando o que está em questão são os alimentos termogênicos. Esses alimentos são capazes de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico.
De acordo com a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo, quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico. A nutricionista funcional Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro, explica: "As substâncias termogênicas contidas em certos alimentos têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura. A termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem ajudar no controle de emagrecimento e obesidade".
No entanto, sabe-se que não existem milagres quando o assunto é perder peso. Para que esses alimentos mostrem resultado, é necessário aliá-los à dieta regrada e exercícios físicos. Além disso, os termogênicos possuem algumas restrições. "Quem tem hipertireoidismo não deve ingeri-los, visto que o metabolismo já está muito elevado, o que aumenta o risco de perda de massa muscular", exemplifica Daniela. Luciana também lembra que crianças e gestantes, pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar desses alimentos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.
Saiba quais são os principais alimentos termogênicos e aprenda a utilizá-los - mas sem esquecer de passar antes por uma avaliação nutricional.
Terra
Ter animal de estimação no 1° ano de vida diminui chance de alergia
Muitos pais se preocupam com a possibilidade de os bebês se tornarem alérgicos a gato ou cachorro por conviver com o animal em casa. Mas, de acordo com uma pesquisa americana, a exposição no primeiro ano de vida tem efeito contrário: reduz pela metade a chance.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas acompanharam 600 crianças. Quando completaram 18 anos, forneceram amostras de sangue para dosagem de anticorpos para alérgenos de bichos de estimação.
Os rapazes cujas famílias mantiveram um cão em seu primeiro ano tinham cerca de metade do risco. Tanto homens quanto mulheres com gatos no mesmo período apresentaram metade da probabilidade. "Essa pesquisa fornece novas evidências de que experiências no primeiro ano estão associadas com o estado de saúde mais tarde na vida", disse o líder do estudo, Ganesha Wegienka, do Henry Ford Hospital, ao jornal Daily Mail.
Os especialistas acreditam que a proteção esteja relacionada à maior quantidade de germes na casa. Estilos de vida muito limpos impulsionariam o aumento de alergias e asma, porque não conseguiriam despertar o sistema imunológico
Terra
A convivência com animais de estimação na infância pode ser aliada da saúde
Para chegar a essa conclusão, os cientistas acompanharam 600 crianças. Quando completaram 18 anos, forneceram amostras de sangue para dosagem de anticorpos para alérgenos de bichos de estimação.
Os rapazes cujas famílias mantiveram um cão em seu primeiro ano tinham cerca de metade do risco. Tanto homens quanto mulheres com gatos no mesmo período apresentaram metade da probabilidade. "Essa pesquisa fornece novas evidências de que experiências no primeiro ano estão associadas com o estado de saúde mais tarde na vida", disse o líder do estudo, Ganesha Wegienka, do Henry Ford Hospital, ao jornal Daily Mail.
Os especialistas acreditam que a proteção esteja relacionada à maior quantidade de germes na casa. Estilos de vida muito limpos impulsionariam o aumento de alergias e asma, porque não conseguiriam despertar o sistema imunológico
Terra
terça-feira, 14 de junho de 2011
Identificados genes da enxaqueca
Estudo publicado pela revista britânica Nature Genetics afirma que cientistas descobriram um trio de genes vinculado com as enxaquecas - dores de cabeça intensas e que afetam cerca de 20% da população. Um deles, inclusive, estaria relacionado exclusivamente às mulheres. Os cientistas descrevem a condição, que é três a quatro vezes mais comum entre as mulheres, como uma desordem cerebral em que os neurônios ou células cerebrais respondem de forma anormal a estímulos. A causa exata é desconhecida, mas acredita-se que fatores hereditários tenham um papel significativo.
Para ter acesso ao componente genético, Markus Schuerks, do Hospital Brigham para Mulheres, em Boston, coordenou uma varredura internacional de genomas com 23.230 mulheres, das quais 5.122 sofriam de enxaqueca. Os chamados estudos de associação genômica comparam diferenças entre indivíduos nos cerca de 3 bilhões de pares dos blocos de construção molecular encontrados no código genético humano. O estudo é o maior do tipo feito até agora.
Schuerks descobriu variações em genes que apareceram com frequência em pacientes com enxaqueca. Dois deles - PRDM16 e TRPM8 - eram específicos desta condição e contrários a outros tipos de dores de cabeça. O terceiro, o LRP1, está vinculado à percepção do mundo exterior e em trajetos químicos dentro do cérebro. "O cérebro de uma pessoa com enxaqueca responde de forma diferente a alguns estímulos, suas células nervosas ''conversam'' de forma diferente", explicou Schuerks. A influência destes genes não é grande o suficiente para que já seja usado como ferramenta de diagnóstico. Mas o resultado "é um avanço na compreensão da biologia da enxaqueca", afirmou.
C do Povo
Estudo publicado pela revista britânica Nature Genetics afirma que cientistas descobriram um trio de genes vinculado com as enxaquecas - dores de cabeça intensas e que afetam cerca de 20% da população. Um deles, inclusive, estaria relacionado exclusivamente às mulheres. Os cientistas descrevem a condição, que é três a quatro vezes mais comum entre as mulheres, como uma desordem cerebral em que os neurônios ou células cerebrais respondem de forma anormal a estímulos. A causa exata é desconhecida, mas acredita-se que fatores hereditários tenham um papel significativo.
Para ter acesso ao componente genético, Markus Schuerks, do Hospital Brigham para Mulheres, em Boston, coordenou uma varredura internacional de genomas com 23.230 mulheres, das quais 5.122 sofriam de enxaqueca. Os chamados estudos de associação genômica comparam diferenças entre indivíduos nos cerca de 3 bilhões de pares dos blocos de construção molecular encontrados no código genético humano. O estudo é o maior do tipo feito até agora.
Schuerks descobriu variações em genes que apareceram com frequência em pacientes com enxaqueca. Dois deles - PRDM16 e TRPM8 - eram específicos desta condição e contrários a outros tipos de dores de cabeça. O terceiro, o LRP1, está vinculado à percepção do mundo exterior e em trajetos químicos dentro do cérebro. "O cérebro de uma pessoa com enxaqueca responde de forma diferente a alguns estímulos, suas células nervosas ''conversam'' de forma diferente", explicou Schuerks. A influência destes genes não é grande o suficiente para que já seja usado como ferramenta de diagnóstico. Mas o resultado "é um avanço na compreensão da biologia da enxaqueca", afirmou.
C do Povo
segunda-feira, 13 de junho de 2011
| Kussum Modak |
Imagine uma massagem que mistura movimentos do abhyanga (massagem ayurvédica) com Yoga. Essa é a Kussum Modak, técnica criada por uma indiana de mesmo nome há quase 40 anos. Kussum era filha de médico, estudou Ayurveda por muitos anos e teve como professor de Yoga B.K.S. Iyengar, estilo de onde tirou alguns movimentos da massagem. Puja Punita, massoterapeuta de São Paulo e responsável pela última vinda da mestra ao Brasil, explica que, apesar do que muitas pessoas acreditam, a técnica está fora do Ayurveda. “A massagem é feita como se fosse para equilibrar o corpo como um tridosha, ou seja, não trabalha os desequilíbrios dos doshas, como a abhyanga. A kussum trabalha mais com a pessoa de acordo com a maneira que ela está no momento ou até mesmo na sessão”, comenta. Ela somou técnicas importantes do Ayurveda, como os pós, óleos, as trações e criou o trabalho dela. Para quem Puja diz que a técnica é indicada para vários tipos de problemas, ajudando na eliminação de toxinas, alinhamento da coluna e trabalho das articulações, prevenindo ou tratando tendinite, bursite, artrose, fibromialgia, escoliose, lordose e outros problemas articulares. E os benefícios não param por aí. “É ótima para tensões musculares, sendo interessante para estresse do dia a dia e para quem utiliza muito o corpo como atletas, professores de Yoga, etc,” diz Puja. A massagem também é indicada para quem sofre de problemas psicológicos como depressão e ansiedade. “Por trabalhar muito os alongamentos e a abertura do corpo, ajuda no equilíbrio dos chakras, então desbloqueia e alinha toda essa parte energética, mais sutil. E isso está totalmente ligado ao equilíbrio emocional”. A massagem não tem contra indicações, apenas alguns cuidados para pessoas que tenham condições especiais como gestantes e pessoas com câncer. Tratamento Um tratamento dura pelo menos dez sessões. No primeiro encontro, o terapeuta conversa com a pessoa que vai receber a massagem para definir o caminho que vai ser tomado durante o percurso. “Nós aprendemos durante o tratamento o que a pessoa realmente precisa. A Kussum mesmo diz que o corpo é um grande livro. Então, precisamos notar a maneira que o corpo da pessoa se abre, pois a cada sessão está diferente. Então, cada sessão é única”, diz Puja. As sessões são feitas pelo menos uma por semana. Depois do tratamento, é indicado fazer manutenções uma vez por mês ou em intervalos maiores, se a pessoa estiver bem. Terra |
| Sem dor de cabeça |
As dores que surgem durante a corrida geralmente são relacionadas com a má postura Quem sofre de problemas crônicos deve diminuir a intensidade do exercício para 65% e 75% da FC Máx. Há quem pense em sair correndo toda vez que a cabeça parece querer explodir de dor. Pois, se fizer isso regularmente antes que as crises surjam, saiba que elas podem ser muito menores e menos frequentes. Aos poucos, médicos e pesquisadores têm observado que o exercício físico aeróbico, como a corrida, pode ser um aliado para amenizar enxaqueca e as diversas cefaleias que atormentam 93% da população mundial. Desse grupo, as mais afetadas são as mulheres, na proporção de duas a três para cada homem. Segundo estimativas divulgadas pela Sociedade Brasileira de Cefaleia, enquanto entre elas 76% enfrentam pelo menos uma crise todo mês, entre eles esse número é de 57%. “Os indícios são de que a atividade aeróbica ajuda a reduzir a frequência e a severidade das crises e até mesmo eliminá-las, embora em alguns casos mais raros o exercício seja também um desencadeador da dor”, afirma Norma Fleming, coordenadora do Ambulatório de Cefaleia da Clínica da Dor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Segundo ela, o exercício atua sobre fatores que desencadeiam as crises, como o estresse, a ansiedade e a qualidade do sono. “Desde pequena sofro com enxaquecas, desencadeadas por nervosismo, mas também por variação climática e alguns alimentos. Faz dois anos que estou correndo pelo menos três vezes por semana e percebo que as crises diminuíram”, conta a assessora jurídica Juliana Krisnski, 29. Corra da dor – E como aliar um treino de corrida com as crises de enxaqueca? Apesar de não fumar, não beber e ter uma alimentação saudável, há três anos a artista plástica Cristina Rogozinski, 45, começou a sofrer de enxaquecas horríveis por questão hormonal em função de anticoncepcionais. “Procuro correr quando estou bem porque percebi que isso me deixa menos nervosa, o que alivia um pouco as crises”, afirma. As dores de cabeça que surgem durante a corrida podem estar relacionadas ainda com a postura, ou seja, tensões e rigidez na musculatura dos ombros e pescoço, o que prejudica o fluxo de sangue para a cabeça. Nesse caso, alongamentos e um bom aquecimento ajudam. Já para aquelas que sofrem com dores crônicas, a recomendação é diminuir a intensidade para entre 65% e 75% da frequência cardíaca máxima, ingerir bastante líquido e treinar em horários mais frescos e locais arejados. Terra |
| Agulhas do bem: acupuntura segue recebendo avaliações positivas em pesquisas |
Com a espessura de um fio de cabelo, as agulhas de acupuntura representam alívio para quem sofre de dores e inflamações pelo corpo. Há quem questione a eficácia da prática e a considere apenas um placebo. Porém, pesquisas internacionais confirmam que a prática tradicional da medicina chinesa, em uso há pelo menos três mil anos, também pode ser eficaz no tratamento de outros males, como câncer e infecções. Além de combater os incômodos que acompanham as terapias de doenças crônicas, ela pode ajudar, por exemplo, na recuperação das sequelas provenientes de um acidente vascular cerebral. Não são apenas os centros de pesquisa internacionais que se debruçam sobre novas indicações da acupuntura. Estudos brasileiros já constataram que o tratamento é um importante aliado na recuperação de pacientes submetidas à cirurgia para retirada da mama e pode ter efeitos benéficos na contenção do climatério, provocado precocemente pelos remédios tomados por mulheres que fizeram mastectomia. — A acupuntura é baseada na restauração do funcionamento neural do organismo. Ela é expert em fazer a neuromodulação de tudo que envolve o sistema nervoso central e periférico — explica o médico especialista em acupuntura Fernando Genschow, secretário-geral do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura. Formado por células que se interconectam, o sistema nervoso detecta estímulos internos e externos, desencadeando respostas musculares e glandulares. Por isso, é considerado o integrador do organismo com o meio ambiente. Genschow lembra que, além da dor, a prática milenar responde bem aos problemas relacionados aos neurotransmissores do organismo. Como exemplo, o médico cita hipertensão arterial, transtornos do sono, síndromes do equilíbrio, asma, alergia, refluxo gástrico, síndrome do intestino irritável, prisão de ventre crônica, disfunção erétil, incontinência urinária e até mesmo a infertilidade masculina e feminina. Nem tudo, porém, pode ser tratado com as agulhas. O hipertireoidismo, por exemplo, tem uma boa resposta porque está relacionado a uma disfunção do sistema imunológico, um dos grandes campos atuais de pesquisa da acupuntura. Já o hipotireoidismo não é neurológico, por isso não se consegue um bom efeito. Diminuindo efeitos colaterais No Centro Clínico da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, um novo estudo demonstrou a eficácia da acupuntura para combater a dor e o enrijecimento articulares de pacientes que sofrem de câncer de mama e são tratadas com terapia hormonal. Esses sintomas são efeitos colaterais comuns e afetam cerca de 50% das mulheres que fazem o tratamento à base de inibidores da aromatase, substâncias que bloqueiam a sintetização do estrogênio. Também na área oncológica, um estudo do Northwestern Memorial Hospital e do Robert H. Lurie Comprehensive Cancer Center of Northwestern University, em Chicago, mostrou que a medicina integrativa, incluindo a acupuntura, melhora a qualidade de vida e diminuem as dores neuropáticas dos pacientes de câncer. Entre as principais queixas dos pacientes submetidos à quimioterapia e à radioterapia estão tensão muscular, dores, náusea e fadiga. Com as sessões de massagem e acupuntura, eles relataram melhorias em pouco tempo de tratamento. Além do tratamento das dores físicas, a acupuntura é estudada para combater problemas de origem psiquiátrica e comportamental, como ansiedade ou compulsão alimentar. Por dentro da acupuntura :: No Brasil, a acupuntura é reconhecida como especialidade médica desde a década de 1980. Para receber o título, além da graduação em medicina, é preciso fazer uma residência de 5.888 horas. :: Devido às complexidades da técnica, deve haver um diagnóstico minucioso e preciso por parte do profissional. Além do diagnóstico, é fundamental fazer o prognóstico. Dependendo do estágio da doença, pode ser necessário fazer apenas uma intervenção, ou várias. A acupuntura pode ser a primeira ou a única escolha. Um diagnóstico errado pode fazer com que uma doença mais grave, como o câncer, deixe de ser tratada, levando o paciente à morte. :: Na China, a acupuntura não existe como uma profissão à parte. Para exercê-la, a pessoa tem de se graduar ou em medicina tradicional chinesa, um curso universitário de cinco anos, ou em medicina ocidental, que leva seis anos, e faz mais dois anos de especialização. O mesmo vale para a odontologia e médicos veterinários. :: Procure somente profissionais credenciados. Quem não tem um treinamento exaustivo em anatomia pode lesionar nervos, perfurar órgãos ou até agravar doenças. Há também o risco de contrair infecções com agulhas contaminadas. CADERNO VIDA ZH |
| Exercícios para dar fim à flacidez facial |
Consequência do envelhecimento cronológico, a flacidez facial é inevitável. Mas assim como as rugas, ela também pode ter seu surgimento retardado. Se a flacidez já se instalou, ainda há maneiras de aliviar suas marcas. “Basta aliar hábitos saudáveis com a correta aplicação dos ativos apropriados”, garante a farmacêutica bioquímica e cosmetóloga, Joyce Rodrigues. A especialista explica que o processo de flacidez facial é acompanhado do surgimento de rugas, sulcos e depressões na pele, principalmente nas pálpebras, maçãs do rosto, queixo, pescoço e na área ao redor da boca. A pele fica com aparência pouco firme, evidenciando partes caídas, ou seja, as áreas onde a flacidez é mais facilmente notada são pálpebras e maçãs do rosto. “A melhor maneira de prevenir esse processo é utilizando cosméticos enrijecedores das fibras musculares, capazes de tonificar a pele, deixando-a mais firme e revigorada. Ter hábitos de vida saudáveis, como praticar esportes, não fumar e não se expor de maneira excessiva ao sol também são atitudes que fazem toda a diferença para retardar o processo de envelhecimento da pele”, garante Joyce. Os primeiros sinais do problema aparecem a partir dos 35 anos de idade em 79% dos casos, esclarece a cosmetóloga. As principais causas são predisposição genética, falta de cuidado adequado e efeitos cumulativos do sol, além do envelhecimento natural. O estresse e o cigarro, porém, podem antecipar ainda mais o surgimento da flacidez. O problema atinge todos os tipos de pele. Nas peles secas, porém, esse efeito pode ser mais precoce, pois a falta de hidratação deixa a pele sem nutrientes essenciais para a manutenção da beleza. “Ninguém deve esperar os sinais de flacidez para tratar da pele e quem tem pele seca deve cuidar-se o quanto antes”, adverte Joyce. Passo a passo de exercícios para controlar a flacidez facial PESCOÇO Coloque a mão sobre a pele do pescoço fazendo uma suave pressão. Faça uma exagerada posição de “beijo” com os lábios, como se fosse beijar o espelho, forçando os cantos e relaxando o centro da boca. Continue alongando, até sentir uma sensação de formigamento. Lentamente, relaxe os lábios e sorria com os lábios juntos. Para finalizar, puxe os cantos da boca para baixo. Faça o exercício cinco vezes. MAÇÃS DO ROSTO Diga “ó” e “xix” 30 vezes seguidas. PAPADA Com a boca fechada, passe a língua pelo céu da boca. Repita dez vezes. “Esses exercícios darão resultado se forem praticados periodicamente e com atenção, de preferência toda noite. Aproveite aquele momento em que estiver vendo TV ou pensando na vida. Além disso, pratique exercícios físicos sempre que puder, pois estará trabalhando toda a musculatura. Lembre-se: músculos saudáveis, pele saudável”. Da Latta Especial para o Terra |
| Exercício moderado a intenso pode diminuir risco de AVC silencioso |
Exercício moderado a intenso pode proteger o cérebro de idosos. De acordo com um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, diminui a possibilidade de desenvolver acidente vascular cerebral silencioso (sem sintomas), associado com um risco maior de mobilidade reduzida, problemas de memória, demência e AVC. Os cientistas analisaram 1238 pessoas que nunca tiveram um AVC. Os participantes preencheram um questionário sobre frequência e intensidade de atividade física e, depois de seis anos, quando estavam com uma média de 70 anos, seus cérebros foram avaliados por meio da ressonância magnética. Entre os voluntários, 43% não se exercitavam regularmente, 36% suavam a camisa com práticas leves (como golfe, boliche e dança) e 21% se empenhavam nas moderadas a intensas (tênis, natação, ciclismo e corrida). Os que se envolveram em exercícios mais puxados tinham probabilidade 40% menor de lesões silenciosas. Não houve diferença entre os sedentários e os que lançavam mão de modalidades leves. "É claro que exercícios leves têm muitos outros efeitos benéficos e esses resultados não devem desencorajar de fazê-los", disse o autor do estudo, Joshua Z. Willey, ao site Science Daily. O levantamento ainda constatou que os benefícios não eram evidentes em pessoas sem seguro de saúde. "Pode ser que as dificuldades da vida global dos sem seguro diminuam o efeito protetor do exercício regular". Ponto a Ponto Ideias Terra Foto: Getty Images |
| Pesquisa revela por que deixar cigarro causa ganho de peso |
Pesquisadores finalmente descobriram por que os fumantes tendem a engordar quando deixam o hábito, de acordo com estudo publicado na revista Science desta sexta-feira. Segundo a pesquisa, a nicotina pode acelerar as células cerebrais responsáveis por "comunicar" a sensação de saciedade, ou seja, aquelas indicam às pessoas que devem deixar de comer quando estão satisfeitas. A vinculação com o peso não é excessiva: quem deixa o cigarro engorda em média 4,5 kg. Contudo, essa é uma das preocupações mais citadas pelos fumantes quando perguntados por que não tentam deixar o hábito. A questão que vem à tona agora é se o descobrimento pode conduzir a melhores tratamentos para permitir que os fumantes larguem o vício sem se preocupar com a silhueta. O investigador da Universidade de Yale, Yann Mineur, descobriu a conexão quando estudava uma substância relacionada com a nicotina em ratos e, logo após o início dos testes, os animais começaram a comer menos. A nicotina se relaciona com vários receptores na superfície das células e é assim que desperta o vício em uma parte do cerébro. Contudo, no que diz respeito ao peso, a investigação revelou que tanto a nicotina como a droga relacionada citisina ativam um receptor diferente do envolvido no vício. Este receptor se situa em um pequeno grupo de neurônios no hipotálamo, a região que regula o apetite. Ao dar nicotina aos ratos sem essa conexão celular, não houve uma perda de peso como nos ratos normais. — O tabaco causa câncer, ataques cardíacos e vários outros problemas, de modo que a preocupação por engordar um pouco não deveria impedir que os fumantes deixassem o hábito. Porém, os que têm essa preocupação deveriam procurar os tratamentos de supressão do tabaco baseados na nicotina - disse a mentora da pesquisa, Marina Picciotto. A outra droga utilizada nos experimentos com ratos, a citisina, é vendida na Europa para deixar de fumar, o que não acontece nos EUA. Picciotto alertou ainda que desenvolver um medicamento que se conecte unicamente com esses receptores específicos seria difícil porque eles também estão envolvidos em respostas de estresse corporal, de forma que poderiam conduzir a efeitos secundários como hipertensão. AP Donna DC |
| Exagerar na bebida apenas uma vez por semana faz mal |
Se você mantém a dieta sob controle a semana inteira e se libera aos fins de semana, saiba que o consumo de bebidas alcoólicas deveria ficar de fora da lista de prazeres. Isso porque exagerar no álcool, mesmo que apenas uma vez por semana, ainda traz prejuízos ao organismo. Uma entidade do governo inglês, Health of the Nation, identificou que 90% dos adultos acreditam que se embriagar no sábado não tem impacto sobre a saúde. Muitos ainda fumam apenas aos fins de semana e acreditam que os bons hábitos nos outros dias teriam o poder de "neutralizar" os excessos. O site Female First repercutiu a informação com a médica Mary Selby, da faculdade de medicina Royal College of General Practitioners, que afirmou que ainda há riscos de desenvolver doenças porque o corpo precisa lidar com as substâncias químicas que são despejadas sobre ele, sem que esteja acostumado. "A ideia de que bons hábitos durante a semana dão créditos à saúde é errada porque interrompe o ciclo de saúde a longo prazo", disse. A médica explica o fato dizendo que faz parte da psicologia humana achar que merece um "prêmio" depois de ter feito algo de bom ou se comportado direito. "Por isso muitos vão à academia de ginástica na segunda para erradicar a culpa pelos excessos do fim de semana", frisou. Ponto a Ponto Ideias Terra Foto: Getty Images |
| Frutas secas podem ajudar no combate ao câncer, diz estudo |
Pesquisadores americanos investigam os efeitos protetores da saúde contidos nas frutas secas e as respostas são positivas para quem gosta deste tipo de alimento. De acordo com os estudos, divulgados pelo jornal britânico Daily Mail, elas podem ser úteis no combate a problemas do coração, doenças metabólicas e atuar como inibidoras de alguns tipos de câncer. O artigo sugere que alguns componentes podem ser importantes aliados na diminuição da propagação das células cancerígenas. Além disso, os pesquisadores indicam que as frutas secas são tão saudáveis quanto às frescas, assim como ótimas fontes de fibras, vitaminas e minerais. Países como o Reino Unido e Estados Unidos já incluíram o item nas recomendações sobre alimentação. Especialistas acreditam ainda que o alimento deva fazer parte da rotina das pessoas na mesma proporção do que as frutas frescas. Terra Foto: Getty Images |
| Fumar aumenta em dez vezes risco de doença arterial em mulher |
Mulheres que fumam têm dez vezes mais chances de desenvolver doença arterial periférica (DAP), que geralmente estreita as artérias que carregam sangue para as extremidades inferiores. A conclusão é de um estudo da Escola Médica de Harvard, dos Estados Unidos. Segundo o site Science Daily, os cientistas acompanharam 38.825 pessoas do sexo feminino de 45 anos ou mais por 12 anos. As participantes tiveram de preencher questionários duas vezes no primeiro ano e uma vez nos seguintes sobre saúde, tabagismo e possíveis sintomas de DAP, como dor nas pernas em atividades normais. Entre os resultados, constatou-se que parar de fumar reduz o risco, mas, mesmo depois de ficar longe do cigarro por 20 anos, não diminui a ponto de chegar ao de alguém sem histórico de tabagismo. A revista Annals of Internal Medicine divulgou esses dados. Ponto a Ponto Ideias Terra Foto: Getty Images |
Assinar:
Postagens (Atom)




















