Os benefícios do chocolate
Tudo bem, pode engordar. Mas também tem suas vantagens. Confira!
Chocolate branco light com pedaços de pistache é uma boa pedida para ficar em paz com a balança.
Seja para consolar algum sentimento, para vencer o estresse ou simplesmente para ter um bem-estar imediato, o chocolate é um amigo inseparável para todas as horas. Infelizmente, este mágico alimento contém muitas calorias.
Ainda assim, é rico em lipídios (30g / 100 g) e açúcares (10 g/ 100g), que chegam acompanhados pelas cerca de 500 calorias por cada 100 gramas ingeridos, o equivalente ao que você gastaria em uma aula de uma hora de tênis.
Mas será que é preciso condenar o chocolate? De forma alguma, pois esse alimento está cheio de substâncias boas para o nosso organismo e é importante que nos façamos um agrado de vez em quando, com moderação. O chocolate é ainda uma boa fonte de minerais, pois contém ferro, fibras, fósforo e potássio. E também é rico em cálcio, ainda se forem os chocolates brancos (cerca de 400 mg/100g).
Já os chocolates amargos são ricos em flavonóides, antioxidantes que ajudam o organismo na luta contra o envelhecimento. Estudos recentes mostram que os polifenóis presentes nos chocolates amargos têm um efeito positivo para quem sofre de hipertensão.
O chocolate contém substâncias conhecidas por seus efeitos psicoestimulantes. Saiba quais:
- a serotonina é um neurotransmissor utilizado como antidepressivo. O chocolate contém cerca de 3 miligramas a cada 100 g, uma quantidade relativamente baixa, mas que já pode trazer efeitos positivos para o humor.
- a teobromina (40 à 500 mg/ 100 g), um alcalóide que estimula o sistema nervoso central e o coração.
- cafeína (70 mg / 100g), que possui efeito excitante.
- anandamina. Em uma baixa escala, seus efeitos podem ser comparados aos da cannabis, o que explica os efeitos de euforia e relaxamento provocados pelo chocolate.
- fenilelatilamina (0,4 à 0,6 μg/ g) e a tiramina são responsáveis pela sensação de bem estar. Esses compostos apresentam uma estrutura molecular semelhante às anfetaminas.
- magnésio (110mg/100g), que ajuda no combate ao estresse.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
25% das mulheres após os 50 anos têm osteoporose; veja como prevenir
As mulheres as mais atingidas pela doença, mas homens e crianças também estão vulneráveis
Foto: Getty Images
A osteopororose afeta homens e até crianças, mas são as mulheres as mais atingidas pela doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 1/4 das mulheres acima dos 50 anos possuem a doença, enquanto apenas cerca de 1/8 dos homens acima dessa idade apresentam a patologia.
O problema causa redução no volume e na qualidade dos ossos, aumentando a fragilidade do esqueleto e os riscos de fraturas. A osteoporose pode ser primária, dos tipos 1 e 2. A do tipo 1 ocorre na pós-menopausa, na faixa etária dos 50 a 60 anos, enquanto a do tipo 2 acomete mulheres depois dos 70 anos. Há também a secundária, que é decorrente da presença de outras doenças (diabetes, anorexia nervosa, deficiência da vitamina D, problemas na tireoide), além da ingestão de medicamentos, como corticoides, heparina e anticonvulsivantes. Fumar, consumir álcool de forma excessiva e ter baixa ingestão de cálcio e de vitamina D também são fatores que podem provocar a doença;
Segundo o reumatologista José Goldenberg, do Hospital São Luiz, de São Paulo, o diagnóstico deve ser criterioso. "O médico deve levantar o histórico da paciente, como idade em que teve a menarca (primeira menstruação), idade que passou pela menopausa, fator hereditário, baixo peso, baixa estatura e hábitos." Só após esse mapeamento, será possível identificar qual o tipo da osteoporose.
Terra
As mulheres as mais atingidas pela doença, mas homens e crianças também estão vulneráveis
Foto: Getty Images
A osteopororose afeta homens e até crianças, mas são as mulheres as mais atingidas pela doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 1/4 das mulheres acima dos 50 anos possuem a doença, enquanto apenas cerca de 1/8 dos homens acima dessa idade apresentam a patologia.
O problema causa redução no volume e na qualidade dos ossos, aumentando a fragilidade do esqueleto e os riscos de fraturas. A osteoporose pode ser primária, dos tipos 1 e 2. A do tipo 1 ocorre na pós-menopausa, na faixa etária dos 50 a 60 anos, enquanto a do tipo 2 acomete mulheres depois dos 70 anos. Há também a secundária, que é decorrente da presença de outras doenças (diabetes, anorexia nervosa, deficiência da vitamina D, problemas na tireoide), além da ingestão de medicamentos, como corticoides, heparina e anticonvulsivantes. Fumar, consumir álcool de forma excessiva e ter baixa ingestão de cálcio e de vitamina D também são fatores que podem provocar a doença;
Segundo o reumatologista José Goldenberg, do Hospital São Luiz, de São Paulo, o diagnóstico deve ser criterioso. "O médico deve levantar o histórico da paciente, como idade em que teve a menarca (primeira menstruação), idade que passou pela menopausa, fator hereditário, baixo peso, baixa estatura e hábitos." Só após esse mapeamento, será possível identificar qual o tipo da osteoporose.
Terra
sexta-feira, 11 de março de 2011
Conheça a pílula que absorve gordura e ajuda a manter a boa forma
A quitosana é uma fibra natural obtida a partir de carapaças de crustáceos
A busca pelo peso ideal, atualmente, conta com diversos aliados. Conforme a nutricionista da Rede Mundo Verde Bruna Murta, as pílulas à base de quitosana são uma dessas alternativas.
A especialista explica que as cápsulas, ao serem ingeridas de 15 a 30 minutos antes das refeições, se transformam em gel, e, ao entrar em contato com o meio ácido do estômago, impedem que a gordura seja absorvida.
— Quando as gorduras ingeridas na alimentação entram em contato com o gel de quitosana, são capturadas e levadas para o intestino. As moléculas de gordura envoltas no gel não sofrem ação das enzimas digestivas e não são absorvidas, sendo eliminadas nas fezes — explica.
Bruna ressalta que a quitosana é uma fibra natural obtida a partir de carapaças de crustáceos, o que a torna contra-indicada a pessoas alérgicas a frutos do mar, e apresenta uma alta capacidade de se ligar a gorduras.
Segundo estudos, cada grama de quitosana pode capturar e eliminar até oito gramas de gordura ingerida, aproximadamente 80 calorias. Por esse mecanismo de ação, a quitosana auxilia não só na diminuição da gordura corporal, mas também na redução dos índices de colesterol e triglicerídeos.
A nutricionista pondera ainda que o papel da quitosana no controle de diabetes também foi estudado com bons resultados em animais, o que representa uma esperança de tratamento para esses pacientes crônicos.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
A quitosana é uma fibra natural obtida a partir de carapaças de crustáceos
A busca pelo peso ideal, atualmente, conta com diversos aliados. Conforme a nutricionista da Rede Mundo Verde Bruna Murta, as pílulas à base de quitosana são uma dessas alternativas.
A especialista explica que as cápsulas, ao serem ingeridas de 15 a 30 minutos antes das refeições, se transformam em gel, e, ao entrar em contato com o meio ácido do estômago, impedem que a gordura seja absorvida.
— Quando as gorduras ingeridas na alimentação entram em contato com o gel de quitosana, são capturadas e levadas para o intestino. As moléculas de gordura envoltas no gel não sofrem ação das enzimas digestivas e não são absorvidas, sendo eliminadas nas fezes — explica.
Bruna ressalta que a quitosana é uma fibra natural obtida a partir de carapaças de crustáceos, o que a torna contra-indicada a pessoas alérgicas a frutos do mar, e apresenta uma alta capacidade de se ligar a gorduras.
Segundo estudos, cada grama de quitosana pode capturar e eliminar até oito gramas de gordura ingerida, aproximadamente 80 calorias. Por esse mecanismo de ação, a quitosana auxilia não só na diminuição da gordura corporal, mas também na redução dos índices de colesterol e triglicerídeos.
A nutricionista pondera ainda que o papel da quitosana no controle de diabetes também foi estudado com bons resultados em animais, o que representa uma esperança de tratamento para esses pacientes crônicos.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
Alimentos que emagrecem podem influenciar na química cerebral e melhorar o humor
Carnes magras, ômega 3 e muita água fazem parte do pacote
Começar uma dieta e fazer exercícios físicos costumam estar na lista de prioridades da segunda-feira. Mas esses itens, somados a uma série de outras obrigações associadas ao primeiro dia útil da semana, podem causar um tremendo mau humor, certo? Não mais, se as suspeitas de alguns pesquisadores se confirmarem.
De acordo com o site especializado em saúde "Web MD", há indícios de que mudanças na dieta podem alterar o metabolismo e a química cerebral, afetando seu nível de energia e humor. Assim, comer alimentos mais saudáveis pode deixar de ser motivo para cara feia.
Existem três formas de os alimentos afetarem o humor: fornecendo calorias suficientes, consumindo estimulantes, como cafeína, e fazendo o metabolismo queimar combustível com mais eficiência. Quanto ao humor, as melhores opções são as que estabilizam o açúcar no sangue e desencadeiam reações que liberam substâncias químicas do cérebro, como a serotonina.
Carboidratos podem ser o inimigo de dietas da moda, mas são vitais para impulsionar a energia e o humor. Eles são as fontes de energia preferidas do corpo, pois elevam o nível de serotonina. O segredo é evitar doces, que fazem as taxas de açúcar no sangue variar, levando à fadiga e ao mau humor. Escolha alimentos que contenham grãos, como pão, arroz integrais e cereais. O corpo absorve grãos mais lentamente, mantendo as taxas de açúcar no sangue e os níveis de energia estáveis.
Outra dica é consumir castanha de caju, amêndoas e avelãs, não só por serem ricos em proteína, mas por conterem magnésio, um mineral que desempenha um papel vital na transformação de açúcar em energia. Pesquisas indicam que a deficiência em magnésio pode diminuir sua energia. O magnésio também é encontrado em grãos, especialmente farelo de cereais e em alguns tipos de peixe, como alabote. Adicione castanha-do-pará à dieta para garantir uma boa dose de selênio, que pode ajudar a ativar o bom humor. Esse mineral também é encontrado em pequenas quantidades em carnes, frutos do mar, feijão e cereais integrais.
Partes magras do porco e do boi, frango sem pele e peru são fontes saudáveis de proteína, incluindo o aminoácido tirosina. A tirosina aumenta os níveis de dopamina e norepinefrina, elementos químicos do cérebro que podem ajudar você a se sentir mais esperta e concentrada. Carnes contêm vitamina B12, que pode combater a insônia e a depressão.
Peixes gordos, como o salmão, são ricos em ácidos graxos ômega 3. Estudos sugerem que esta substância pode evitar a depressão. Enquanto sua eficácia ainda é incerta, o ômega 3 oferece uma extensa gama de benefícios, inclusive para o coração. Além de peixes, outras fontes são nozes, folhas e vegetais de cor verde escuro.
Outro nutriente que pode reduzir o risco de depressão é o ácido fólico. Assim como o ômega 3, ele é encontrado em vegetais, como espinafre e alface. Legumes, nozes e frutas cítricas também são boas fontes de ácido fólico. Já as fibras estabilizam a energia. Elas desaceleram a digestão, proporcionando ao corpo maior oferta de energia durante o dia. Aumente a sua ingestão de fibra comendo grãos, frutas, legumes, pães integrais e cereais.
Desidratação e fadiga andam de mãos dadas. Alguns estudos indicam que até a desidratação leve pode diminuir o metabolismo e consumir suas energias. A solução é simples: beba muita água ou outras bebidas sem açúcar em intervalos regulares.
Outro jeito de ficar hidratado e energizado é comendo alimentos ricos em líquidos, como frutas e hortaliças frescas. Troque os biscoitinhos entre uma refeição e outra por uma maçã, por exemplo. Outras comidas hidratadas são aveia e massas, que incham quando são cozidos.
Dicas para ficar alerta
O café pode ser um dos estimulantes mais conhecidos do mundo, e há evidências de que funciona — pelo menos no curto prazo. A cafeína intensifica o metabolismo, elevando temporariamente a concentração e a energia. Pequenas doses vai mantê-la alerta e concentrada por mais tempo do que uma única e grande porção. Tenha cuidado para não beber tanto a ponto de não conseguir dormir à noite. Falta de sono é um grande motivador do mau humor.
Uma fonte alternativa de cafeína é, claro, o chá. Pesquisas apontam que a combinação da cafeína do chá com outro de seus componentes pode aumentar o estado de alerta, encurtar o tempo de reação a um evento e melhorar a memória. Chá preto também tem sido apontado como boa fonte para combater o stress.
Chocólatras, vocês provavelmente já sabem disso: alguns pedaços de chocolate escuro podem melhorar o humor e a energia. Aqui, a cafeína também está presente, combinada a outro estimulante, o teobromina.
Para quem quer aumentar a energia e o humor, pular o café da manhã não é uma opção. Estudos mostram que pessoas que tomam café da manhã todos os dias têm mais energia e mais humor durante o dia. O melhor café da manhã contém muita fibra e nutrientes através de pães integrais, gorduras boas e alguns tipos de proteína magra.
Outra estratégia para estabilizar o nível de açúcar no sangue, assim como o humor e a energia: coma pequenas refeições e lanches a cada três ou quatro horas, em vez de poucas, mas grandes refeições. Boas dicas de lanche: metade de um sanduíche de peru com salada ou cereais integrais com leite.
Os suplementos energéticos costumam ser apresentados como uma alternativa ao café ou outros estimulantes. Muitas destas substâncias atualmente contêm cafeína ou substâncias químicas similares. Exemplos: noz-de-cola, erva mate, extrato de chá verde e guaraná. Estes suplementos podem fornecer um estímulo temporário, mas especialistas dizem que o efeito não costuma ser muito diferente do de beber café.
A maioria das bebidas e géis energéticos enchem o corpo de carboidratos simples - em outras palavras, açúcar, que o corpo pode rapidamente converter em energia. Este é um meio comumente usado por atletas de alta intensidade para manter o rendimento, mas os benefícios para o restante de nós são duvidosos. Bebidas energéticas costumam conter muitas calorias e poucos nutrientes.
Por fim, exercite-se. Além de alterar sua dieta, fazer exercícios é uma boa e velha maneira de aumentar sua energia e o humor. Até mesmo uma caminhada de 15 minutos pode ser energizante, e os benefícios aumentam com os exercícios mais frequentes. Estudos indicam que os exercícios regulares podem aliviar a depressão e desencadear alterações fisiológicas que garantem mais energia disponível durante todo o dia.
AGÊNCIA O GLOBO
Carnes magras, ômega 3 e muita água fazem parte do pacote
Começar uma dieta e fazer exercícios físicos costumam estar na lista de prioridades da segunda-feira. Mas esses itens, somados a uma série de outras obrigações associadas ao primeiro dia útil da semana, podem causar um tremendo mau humor, certo? Não mais, se as suspeitas de alguns pesquisadores se confirmarem.
De acordo com o site especializado em saúde "Web MD", há indícios de que mudanças na dieta podem alterar o metabolismo e a química cerebral, afetando seu nível de energia e humor. Assim, comer alimentos mais saudáveis pode deixar de ser motivo para cara feia.
Existem três formas de os alimentos afetarem o humor: fornecendo calorias suficientes, consumindo estimulantes, como cafeína, e fazendo o metabolismo queimar combustível com mais eficiência. Quanto ao humor, as melhores opções são as que estabilizam o açúcar no sangue e desencadeiam reações que liberam substâncias químicas do cérebro, como a serotonina.
Carboidratos podem ser o inimigo de dietas da moda, mas são vitais para impulsionar a energia e o humor. Eles são as fontes de energia preferidas do corpo, pois elevam o nível de serotonina. O segredo é evitar doces, que fazem as taxas de açúcar no sangue variar, levando à fadiga e ao mau humor. Escolha alimentos que contenham grãos, como pão, arroz integrais e cereais. O corpo absorve grãos mais lentamente, mantendo as taxas de açúcar no sangue e os níveis de energia estáveis.
Outra dica é consumir castanha de caju, amêndoas e avelãs, não só por serem ricos em proteína, mas por conterem magnésio, um mineral que desempenha um papel vital na transformação de açúcar em energia. Pesquisas indicam que a deficiência em magnésio pode diminuir sua energia. O magnésio também é encontrado em grãos, especialmente farelo de cereais e em alguns tipos de peixe, como alabote. Adicione castanha-do-pará à dieta para garantir uma boa dose de selênio, que pode ajudar a ativar o bom humor. Esse mineral também é encontrado em pequenas quantidades em carnes, frutos do mar, feijão e cereais integrais.
Partes magras do porco e do boi, frango sem pele e peru são fontes saudáveis de proteína, incluindo o aminoácido tirosina. A tirosina aumenta os níveis de dopamina e norepinefrina, elementos químicos do cérebro que podem ajudar você a se sentir mais esperta e concentrada. Carnes contêm vitamina B12, que pode combater a insônia e a depressão.
Peixes gordos, como o salmão, são ricos em ácidos graxos ômega 3. Estudos sugerem que esta substância pode evitar a depressão. Enquanto sua eficácia ainda é incerta, o ômega 3 oferece uma extensa gama de benefícios, inclusive para o coração. Além de peixes, outras fontes são nozes, folhas e vegetais de cor verde escuro.
Outro nutriente que pode reduzir o risco de depressão é o ácido fólico. Assim como o ômega 3, ele é encontrado em vegetais, como espinafre e alface. Legumes, nozes e frutas cítricas também são boas fontes de ácido fólico. Já as fibras estabilizam a energia. Elas desaceleram a digestão, proporcionando ao corpo maior oferta de energia durante o dia. Aumente a sua ingestão de fibra comendo grãos, frutas, legumes, pães integrais e cereais.
Desidratação e fadiga andam de mãos dadas. Alguns estudos indicam que até a desidratação leve pode diminuir o metabolismo e consumir suas energias. A solução é simples: beba muita água ou outras bebidas sem açúcar em intervalos regulares.
Outro jeito de ficar hidratado e energizado é comendo alimentos ricos em líquidos, como frutas e hortaliças frescas. Troque os biscoitinhos entre uma refeição e outra por uma maçã, por exemplo. Outras comidas hidratadas são aveia e massas, que incham quando são cozidos.
Dicas para ficar alerta
O café pode ser um dos estimulantes mais conhecidos do mundo, e há evidências de que funciona — pelo menos no curto prazo. A cafeína intensifica o metabolismo, elevando temporariamente a concentração e a energia. Pequenas doses vai mantê-la alerta e concentrada por mais tempo do que uma única e grande porção. Tenha cuidado para não beber tanto a ponto de não conseguir dormir à noite. Falta de sono é um grande motivador do mau humor.
Uma fonte alternativa de cafeína é, claro, o chá. Pesquisas apontam que a combinação da cafeína do chá com outro de seus componentes pode aumentar o estado de alerta, encurtar o tempo de reação a um evento e melhorar a memória. Chá preto também tem sido apontado como boa fonte para combater o stress.
Chocólatras, vocês provavelmente já sabem disso: alguns pedaços de chocolate escuro podem melhorar o humor e a energia. Aqui, a cafeína também está presente, combinada a outro estimulante, o teobromina.
Para quem quer aumentar a energia e o humor, pular o café da manhã não é uma opção. Estudos mostram que pessoas que tomam café da manhã todos os dias têm mais energia e mais humor durante o dia. O melhor café da manhã contém muita fibra e nutrientes através de pães integrais, gorduras boas e alguns tipos de proteína magra.
Outra estratégia para estabilizar o nível de açúcar no sangue, assim como o humor e a energia: coma pequenas refeições e lanches a cada três ou quatro horas, em vez de poucas, mas grandes refeições. Boas dicas de lanche: metade de um sanduíche de peru com salada ou cereais integrais com leite.
Os suplementos energéticos costumam ser apresentados como uma alternativa ao café ou outros estimulantes. Muitas destas substâncias atualmente contêm cafeína ou substâncias químicas similares. Exemplos: noz-de-cola, erva mate, extrato de chá verde e guaraná. Estes suplementos podem fornecer um estímulo temporário, mas especialistas dizem que o efeito não costuma ser muito diferente do de beber café.
A maioria das bebidas e géis energéticos enchem o corpo de carboidratos simples - em outras palavras, açúcar, que o corpo pode rapidamente converter em energia. Este é um meio comumente usado por atletas de alta intensidade para manter o rendimento, mas os benefícios para o restante de nós são duvidosos. Bebidas energéticas costumam conter muitas calorias e poucos nutrientes.
Por fim, exercite-se. Além de alterar sua dieta, fazer exercícios é uma boa e velha maneira de aumentar sua energia e o humor. Até mesmo uma caminhada de 15 minutos pode ser energizante, e os benefícios aumentam com os exercícios mais frequentes. Estudos indicam que os exercícios regulares podem aliviar a depressão e desencadear alterações fisiológicas que garantem mais energia disponível durante todo o dia.
AGÊNCIA O GLOBO
segunda-feira, 7 de março de 2011
Cientistas desenvolvem exame de sangue para prever síndrome de Down
Mulheres gestantes poderão dentro em breve fazer um exame de sangue, em lugar de submeter-se a exames invasivos arriscados, para prever a probabilidade de seu bebê ter síndrome de Down, disseram cientistas no domingo.
Em um estudo publicado no periódico Nature Medicine, pesquisadores do Chipre disseram que um teste com 40 gestantes usando o exame, no qual é analisado o sangue da mãe para detectar diferenças de DNA entre a mãe e o feto, mostrou que o exame previu com precisão os fetos que tinham risco de apresentar a síndrome.
Philippos Patsalis, diretor médico do Instituto Chipre de Neurologia e Genética, que comandou o estudo, disse que os resultados são "muito instigantes" e que agora o experimento precisa ser testado em um estudo maior com cerca de mil gestações, mas que pode levar a mudanças em práticas clínicas dentro de dois anos.
"Acreditamos que poderemos modificar este exame, tornando-o muito mais fácil e simples, e então teremos algo para ser introduzido na prática clínica," disse Patsalis à Reuters em Nicósia.
A síndrome de Down é um distúrbio genético e ocorre em um de cada 700 bebês nascidos vivos em todo o mundo.
O risco de ter um bebê com síndrome de Down - que ocorre quando uma criança tem três cópias do cromossomo 21, em vez das duas normais - aumenta com a idade da gestante. O risco incorrido quando a mãe tem 40 anos é 16 vezes maior que o de uma mãe de 25.
Atualmente, os médicos usam um exame chamado amniocentese para verificar a probabilidade de um bebê nascer com a síndrome de Down. O exame geralmente é realizado com 15 ou 16 semanas de gestação e exige a retirada de líquido amniótico da mãe, com a inserção de uma agulha oca no útero.
Como a amniocentese traz um pequeno risco de aborto espontâneo - que Patsalis avaliou em 1 ou 2 por cento -, cientistas vêm buscando maneiras menos invasivas de fazer exames para Down e outros potenciais problemas genéticos.
O método de Patsalis aproveita as diferenças nos padrões de metilação do DNA - que são importantes para controlar os níveis de genes - entre a mãe e o feto.
Para isso, uma amostra pequena de sangue é retirada da mãe entre a 11a e a 13a semana da gestação, e a presença de cópias extras do cromossomo 21 no feto é detectada com a análise do sangue materno.
Em uma prova pequena, a equipe de Patsalis pôde diagnosticar corretamente 14 casos em que havia cópias extras do cromossomo, além de 26 fetos normais.
"A abordagem não invasiva vai evitar o risco de aborto espontâneo de gestações normais provocado pelos procedimentos atuais, mais invasivos," escreveram os cientistas no artigo.
REUTERS
Mulheres gestantes poderão dentro em breve fazer um exame de sangue, em lugar de submeter-se a exames invasivos arriscados, para prever a probabilidade de seu bebê ter síndrome de Down, disseram cientistas no domingo.
Em um estudo publicado no periódico Nature Medicine, pesquisadores do Chipre disseram que um teste com 40 gestantes usando o exame, no qual é analisado o sangue da mãe para detectar diferenças de DNA entre a mãe e o feto, mostrou que o exame previu com precisão os fetos que tinham risco de apresentar a síndrome.
Philippos Patsalis, diretor médico do Instituto Chipre de Neurologia e Genética, que comandou o estudo, disse que os resultados são "muito instigantes" e que agora o experimento precisa ser testado em um estudo maior com cerca de mil gestações, mas que pode levar a mudanças em práticas clínicas dentro de dois anos.
"Acreditamos que poderemos modificar este exame, tornando-o muito mais fácil e simples, e então teremos algo para ser introduzido na prática clínica," disse Patsalis à Reuters em Nicósia.
A síndrome de Down é um distúrbio genético e ocorre em um de cada 700 bebês nascidos vivos em todo o mundo.
O risco de ter um bebê com síndrome de Down - que ocorre quando uma criança tem três cópias do cromossomo 21, em vez das duas normais - aumenta com a idade da gestante. O risco incorrido quando a mãe tem 40 anos é 16 vezes maior que o de uma mãe de 25.
Atualmente, os médicos usam um exame chamado amniocentese para verificar a probabilidade de um bebê nascer com a síndrome de Down. O exame geralmente é realizado com 15 ou 16 semanas de gestação e exige a retirada de líquido amniótico da mãe, com a inserção de uma agulha oca no útero.
Como a amniocentese traz um pequeno risco de aborto espontâneo - que Patsalis avaliou em 1 ou 2 por cento -, cientistas vêm buscando maneiras menos invasivas de fazer exames para Down e outros potenciais problemas genéticos.
O método de Patsalis aproveita as diferenças nos padrões de metilação do DNA - que são importantes para controlar os níveis de genes - entre a mãe e o feto.
Para isso, uma amostra pequena de sangue é retirada da mãe entre a 11a e a 13a semana da gestação, e a presença de cópias extras do cromossomo 21 no feto é detectada com a análise do sangue materno.
Em uma prova pequena, a equipe de Patsalis pôde diagnosticar corretamente 14 casos em que havia cópias extras do cromossomo, além de 26 fetos normais.
"A abordagem não invasiva vai evitar o risco de aborto espontâneo de gestações normais provocado pelos procedimentos atuais, mais invasivos," escreveram os cientistas no artigo.
REUTERS
Automedicação contra a ressaca é um dos perigos do Carnaval
Ingestão de álcool faz com que as pessoas acabem utilizando estes medicamentos sem prescrição e orientação médica
- Os analgésicos geralmente são utilizados para o alívio de dores moderadas, como a dor de cabeça, por exemplo. A combinação desses medicamentos com outras drogas pode ser perigosa.
- Nunca se deve tomar uma dose maior do que a recomendada, achando que o medicamento irá resolver o problema mais rapidamente, isso é prejudicial ao organismo.
- O uso desses medicamentos juntamente com o álcool pode causar tontura, perda da coordenação motora e redução dos reflexos, o que piora ainda mais a situação do motorista embriagado.
- O ácido acetilsalicílico, encontrado na Aspirina e em outros analgésicos, se combinado com álcool, pode causar irritação na mucosa gástrica e aumentar o risco de hemorragia gastrintestinal.
- Já na interação de álcool com Paracetamol, outro princípio, que é encontrado em medicamentos como o Tylenol, por exemplo, o risco de causar danos ao fígado é grande.
- Outro erro cometido por uma grande parte das mulheres, que não utilizam preservativos ou outro método contraceptivo, é recorrer ao uso da pílula do dia seguinte, a qual usada sem orientação médica pode trazer graves conseqüências.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
Ingestão de álcool faz com que as pessoas acabem utilizando estes medicamentos sem prescrição e orientação médica
Durante o Carnaval, é preciso ficar atento aos vilões que podem acabar estragando a festa. Um desses perigos é a automedicação contra a ressaca. Nesta época, as vendas de antiácidos, analgésicos e medicamentos para mal estar e enjôo - consumidos normalmente em larga escala para combater os efeitos indesejáveis da ressaca - chegam a aumentar em até 40%, principalmente nas cidades turísticas.
Como o aumento da ingestão de álcool nessa época do ano faz com que as pessoas acabem utilizando estes medicamentos sem prescrição e orientação médica, a coordenadora farmacêutica da Rede Farmais Dafne Estevão dá algumas orientações sobre os perigos e a correta utilização de alguns tipos de medicamentos para controlar os efeitos indesejáveis da ressaca:- Os analgésicos geralmente são utilizados para o alívio de dores moderadas, como a dor de cabeça, por exemplo. A combinação desses medicamentos com outras drogas pode ser perigosa.
- Nunca se deve tomar uma dose maior do que a recomendada, achando que o medicamento irá resolver o problema mais rapidamente, isso é prejudicial ao organismo.
- O uso desses medicamentos juntamente com o álcool pode causar tontura, perda da coordenação motora e redução dos reflexos, o que piora ainda mais a situação do motorista embriagado.
- O ácido acetilsalicílico, encontrado na Aspirina e em outros analgésicos, se combinado com álcool, pode causar irritação na mucosa gástrica e aumentar o risco de hemorragia gastrintestinal.
- Já na interação de álcool com Paracetamol, outro princípio, que é encontrado em medicamentos como o Tylenol, por exemplo, o risco de causar danos ao fígado é grande.
- Outro erro cometido por uma grande parte das mulheres, que não utilizam preservativos ou outro método contraceptivo, é recorrer ao uso da pílula do dia seguinte, a qual usada sem orientação médica pode trazer graves conseqüências.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
quinta-feira, 3 de março de 2011
Conheça os benefícios da dieta desintoxicante para o seu corpo
Especialista dá dicas de alimentos que auxiliam nesse processo
Manter uma alimentação balanceada nem sempre é tarefa fácil, principalmente quando a opção de uma ou mais refeições acabam sendo os famosos fast food e comidas industrializadas. Para alcançar o verdadeiro equilíbrio do corpo e manter o organismo saudável e no peso certo, a PhD em nutrição e coordenadora do Centro de Pesquisa Sanavita, doutora Andrea Dario Frias, indica alguns alimentos fáceis de incluir na nossa rotina diária e que fazem bem à saúde.
Segundo a especialista, a alimentação inadequada, regada a excessos, muitas vezes sobrecarrega o organismo e o deixa mais vulnerável a adquirir algum tipo de mal estar ou até mesmo doença.
— O consumo exagerado de alimentos ricos em açúcar, sódio e gorduras saturadas ou do tipo trans, ou ainda que apresentam excesso de aditivos químicos como conservantes e corantes artificiais, pode causar reações que agridem as nossas células e desencadear alterações que certamente prejudicarão a saúde física e mental ao longo da vida — comenta.
A especialista afirma que a presença ou até mesmo a quantidade dessas substâncias pode ser monitorada facilmente, pois os rótulos de alimentos e bebidas trazem este tipo de informação na lista de ingredientes ou tabela nutricional. E que o consumidor precisa saber interpretar essas informações.
De acordo com Andrea, uma alimentação desintoxicante acaba sendo uma importante aliada para quem deseja manter o corpo leve e em equilíbrio e pode amenizar o estrago que esses excessos e toxinas causam às nossas células.
— A desintoxicação não é voltada especificamente para o emagrecimento. Uma alimentação desintoxicante tem o objetivo de facilitar a saída de impurezas que não fazem bem ao organismo. A perda de peso é consequência de um corpo mais saudável — explica.
Para isso, alguns alimentos funcionais se transformam em elementos-chave para alcançar o equilíbrio do organismo.
— O processo de desintoxicação envolve a retirada de alimentos altamente processados do cardápio, além de alimentos refinados, ricos em sal, açúcares e gorduras prejudiciais à saúde, como as gorduras animais e gorduras trans. É importante também manter distância de alimentos que contenham corantes artificiais, conservantes e aqueles que empregam o uso excessivo de agrotóxicos, por exemplo — diz.
Andrea dá dicas de alimentos que auxiliam no processo de desintoxicação.
— A linhaça dourada é uma importante aliada, pois é rica em fibras e fonte natural de nutrientes como ômega 3, lignanas e antioxidantes. As fibras ajudam a arrastar várias substâncias nocivas à saúde, como o colesterol por exemplo, e os demais nutrientes ajudam a neutralizar a ação de radicais livres e auxiliam tanto na renovação celular como na melhora do funcionamento do intestino — indica.
Já os chás a base de Camellia sinensis, mais conhecidos como Chá Verde, Branco, Vermelho e Amarelo são fontes de polifenóis conhecidos como catequinas - substâncias que apresentam poder antioxidante superior ao das vitaminas C e E.
— Além de serem diuréticos, o que ajuda na eliminação de impurezas, estudos mostram que a ingestão diária dessas bebidas é capaz de reduzir o risco de várias doenças, além de acelerar o metabolismo, facilitar a queima de gordura e aumentar as defesas imunológicas — acrescenta.
Os polifenóis presentes nesses chás podem também atuar como neutralizadores de radicais livres devido ao seu alto poder antioxidante.
— Como a atividade metabólica natural do nosso corpo acaba produzindo uma espécie de lixo metabólico que nem sempre o organismo consegue eliminar devidamente, os polifenóis representam uma fonte viável de eliminação desse lixo metabólico tornando mais lento até o processo de envelhecimento celular — finaliza.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
Especialista dá dicas de alimentos que auxiliam nesse processo
Manter uma alimentação balanceada nem sempre é tarefa fácil, principalmente quando a opção de uma ou mais refeições acabam sendo os famosos fast food e comidas industrializadas. Para alcançar o verdadeiro equilíbrio do corpo e manter o organismo saudável e no peso certo, a PhD em nutrição e coordenadora do Centro de Pesquisa Sanavita, doutora Andrea Dario Frias, indica alguns alimentos fáceis de incluir na nossa rotina diária e que fazem bem à saúde.
Segundo a especialista, a alimentação inadequada, regada a excessos, muitas vezes sobrecarrega o organismo e o deixa mais vulnerável a adquirir algum tipo de mal estar ou até mesmo doença.
— O consumo exagerado de alimentos ricos em açúcar, sódio e gorduras saturadas ou do tipo trans, ou ainda que apresentam excesso de aditivos químicos como conservantes e corantes artificiais, pode causar reações que agridem as nossas células e desencadear alterações que certamente prejudicarão a saúde física e mental ao longo da vida — comenta.
A especialista afirma que a presença ou até mesmo a quantidade dessas substâncias pode ser monitorada facilmente, pois os rótulos de alimentos e bebidas trazem este tipo de informação na lista de ingredientes ou tabela nutricional. E que o consumidor precisa saber interpretar essas informações.
De acordo com Andrea, uma alimentação desintoxicante acaba sendo uma importante aliada para quem deseja manter o corpo leve e em equilíbrio e pode amenizar o estrago que esses excessos e toxinas causam às nossas células.
— A desintoxicação não é voltada especificamente para o emagrecimento. Uma alimentação desintoxicante tem o objetivo de facilitar a saída de impurezas que não fazem bem ao organismo. A perda de peso é consequência de um corpo mais saudável — explica.
Para isso, alguns alimentos funcionais se transformam em elementos-chave para alcançar o equilíbrio do organismo.
— O processo de desintoxicação envolve a retirada de alimentos altamente processados do cardápio, além de alimentos refinados, ricos em sal, açúcares e gorduras prejudiciais à saúde, como as gorduras animais e gorduras trans. É importante também manter distância de alimentos que contenham corantes artificiais, conservantes e aqueles que empregam o uso excessivo de agrotóxicos, por exemplo — diz.
Andrea dá dicas de alimentos que auxiliam no processo de desintoxicação.
— A linhaça dourada é uma importante aliada, pois é rica em fibras e fonte natural de nutrientes como ômega 3, lignanas e antioxidantes. As fibras ajudam a arrastar várias substâncias nocivas à saúde, como o colesterol por exemplo, e os demais nutrientes ajudam a neutralizar a ação de radicais livres e auxiliam tanto na renovação celular como na melhora do funcionamento do intestino — indica.
Já os chás a base de Camellia sinensis, mais conhecidos como Chá Verde, Branco, Vermelho e Amarelo são fontes de polifenóis conhecidos como catequinas - substâncias que apresentam poder antioxidante superior ao das vitaminas C e E.
— Além de serem diuréticos, o que ajuda na eliminação de impurezas, estudos mostram que a ingestão diária dessas bebidas é capaz de reduzir o risco de várias doenças, além de acelerar o metabolismo, facilitar a queima de gordura e aumentar as defesas imunológicas — acrescenta.
Os polifenóis presentes nesses chás podem também atuar como neutralizadores de radicais livres devido ao seu alto poder antioxidante.
— Como a atividade metabólica natural do nosso corpo acaba produzindo uma espécie de lixo metabólico que nem sempre o organismo consegue eliminar devidamente, os polifenóis representam uma fonte viável de eliminação desse lixo metabólico tornando mais lento até o processo de envelhecimento celular — finaliza.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
terça-feira, 1 de março de 2011
Noz-pecã diminui risco de doenças cardíacas e câncer
Pesquisa demonstrou que as pessoas que receberam dieta com noz-pecã tiveram os níveis de vitamina E dobrados
Aos apreciadores de noz-pecã, uma boa notícia: ela pode diminuir o risco de desenvolver doenças cardíacas e câncer. Essa conclusão é de um estudo da Universidade de Loma Linda, dos Estados Unidos.
A equipe de cientista analisou 16 homens e mulheres, que receberam dieta com noz-pecã, com a iguaria misturada à água ou neutra (grupo controle). Então, descobriu que os níveis do antioxidante gama tocoferol (vitamina E), que ajuda na prevenção das patologias, estavam dobrados após oito horas da ingestão do alimento.
A pesquisadora Ella Haddad disse ao jornal Daily Mail que já se sabia que a noz-pecã continha fatores antioxidantes, e o novo teste mostrou que são realmente absorvidos pelo organismo, trazendo efeitos positivos, como colaborar na redução da inflamação nas artérias. Um levantamento anterior da mesma universidade indicou que uma alimentação enriquecida com o fruto reduziu as taxas do mau colesterol em 16,5%.
Terra
Pesquisa demonstrou que as pessoas que receberam dieta com noz-pecã tiveram os níveis de vitamina E dobrados
Aos apreciadores de noz-pecã, uma boa notícia: ela pode diminuir o risco de desenvolver doenças cardíacas e câncer. Essa conclusão é de um estudo da Universidade de Loma Linda, dos Estados Unidos.
A equipe de cientista analisou 16 homens e mulheres, que receberam dieta com noz-pecã, com a iguaria misturada à água ou neutra (grupo controle). Então, descobriu que os níveis do antioxidante gama tocoferol (vitamina E), que ajuda na prevenção das patologias, estavam dobrados após oito horas da ingestão do alimento.
A pesquisadora Ella Haddad disse ao jornal Daily Mail que já se sabia que a noz-pecã continha fatores antioxidantes, e o novo teste mostrou que são realmente absorvidos pelo organismo, trazendo efeitos positivos, como colaborar na redução da inflamação nas artérias. Um levantamento anterior da mesma universidade indicou que uma alimentação enriquecida com o fruto reduziu as taxas do mau colesterol em 16,5%.
Terra
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Conheça os riscos do refrigerante diet para o coração
Risco de desenvolver problemas cardiovasculares cresce 61%
Quem consome refrigerante com frequência, mesmo que diet, tem risco muito maior de desenvolver problemas cardiovasculares do que aqueles que não ingerem a bebida, segundo pesquisa da Universidade de Columbia e da Faculdade de Medicina da Universidade de Miami, ambas nos EUA.
O vilão é o sal presente nessas bebidas, seja na versão com açúcar ou na com adoçante. Embora ele esteja presente em pequena quantidade por unidade, pode se somar de modo prejudicial em uma dieta já rica em sódio. Aqueles que consumiram mais de um refrigerante diet por dia tiveram risco 61% maior de desenvolver problemas cardiovasculares do que os que não beberam refrigerante com a mesma frequência, conforme a pesquisa.
O estudo, apresentado na International Stroke Conference 2011, em Los Angeles (EUA), foi feito com 2.564 pessoas de mais de 40 anos, de diferentes etnias, em Nova York, acompanhadas por uma média de 9,3 anos. Os pesquisadores destacam que devem ser levados em consideração os poucos dados sobre tipos de bebidas consumidas, e que a variação entre marcas ou no uso de adoçantes pelas mesmas pode ter influído nos resultados.
PRESTE ATENÇÃO
O consumo elevado de sal, além de poder causar hipertensão, mostrou-se relacionado com um grande aumento no risco de manifestar acidentes vasculares cerebrais (AVC) isquêmicos, que interrompem o fluxo de sangue para o cérebro.
CADERNO VIDA
DONNA
CLICRBS
Risco de desenvolver problemas cardiovasculares cresce 61%
Quem consome refrigerante com frequência, mesmo que diet, tem risco muito maior de desenvolver problemas cardiovasculares do que aqueles que não ingerem a bebida, segundo pesquisa da Universidade de Columbia e da Faculdade de Medicina da Universidade de Miami, ambas nos EUA.
O vilão é o sal presente nessas bebidas, seja na versão com açúcar ou na com adoçante. Embora ele esteja presente em pequena quantidade por unidade, pode se somar de modo prejudicial em uma dieta já rica em sódio. Aqueles que consumiram mais de um refrigerante diet por dia tiveram risco 61% maior de desenvolver problemas cardiovasculares do que os que não beberam refrigerante com a mesma frequência, conforme a pesquisa.
O estudo, apresentado na International Stroke Conference 2011, em Los Angeles (EUA), foi feito com 2.564 pessoas de mais de 40 anos, de diferentes etnias, em Nova York, acompanhadas por uma média de 9,3 anos. Os pesquisadores destacam que devem ser levados em consideração os poucos dados sobre tipos de bebidas consumidas, e que a variação entre marcas ou no uso de adoçantes pelas mesmas pode ter influído nos resultados.
PRESTE ATENÇÃO
O consumo elevado de sal, além de poder causar hipertensão, mostrou-se relacionado com um grande aumento no risco de manifestar acidentes vasculares cerebrais (AVC) isquêmicos, que interrompem o fluxo de sangue para o cérebro.
CADERNO VIDA
DONNA
CLICRBS
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Beber álcool com moderação protege contra doenças cardíacas
Beber álcool com moderação pode fazer bem à saúde. Foi o que constatou uma pesquisa da Universidade de Calgary
Foto: Getty Images
Beber álcool com moderação pode fazer bem à saúde. Foi o que constatou uma pesquisa da Universidade de Calgary. O estudo, que fui públicado na última quarta-feira no British Medical Journal, informa que pessoas que bebem um drinque por dia, têm entre 14% e 25% menos chances de desenvolver doenças cardíacas.
A pesquisa enfatizou que não devem haver excessos, o consumo deve ser moderado, os homens devem tomar 30g de álccol e as mulher 15g por dia. Com a ingestão, os níveis do bom colesterol no sangue aumentam, prevenindo assim doenças cardíacas.
Apesar dos beneficios fica uma alerta, beber demais não oferece nenhuma proteção e pode causar hipertensão arterial. De acordo com um dos pesquisadores, o benefício do consumo de álcool deveria aparecer em campanhas de saúde publica. "Precisamos ponderar a mensagem passada ao paciente", disse Gahali em entrevista ao site inglês Daily Mail.
O levantamento divulgado foi baseado em outros 84 estudos que relaciovam o consumo de álcool com doenças cardíacas, pessoas que bebiam de maneira moderada apresentaram menor incidência de derrames e mortes decorrentes da doença.
O estudo também analizou o tipo de bebida consumida, foi constatado que o beneficio esá no álcool e não no tipo de bebida alcoólica ingerida.
O Dia
Beber álcool com moderação pode fazer bem à saúde. Foi o que constatou uma pesquisa da Universidade de Calgary
Foto: Getty Images
Beber álcool com moderação pode fazer bem à saúde. Foi o que constatou uma pesquisa da Universidade de Calgary. O estudo, que fui públicado na última quarta-feira no British Medical Journal, informa que pessoas que bebem um drinque por dia, têm entre 14% e 25% menos chances de desenvolver doenças cardíacas.
A pesquisa enfatizou que não devem haver excessos, o consumo deve ser moderado, os homens devem tomar 30g de álccol e as mulher 15g por dia. Com a ingestão, os níveis do bom colesterol no sangue aumentam, prevenindo assim doenças cardíacas.
Apesar dos beneficios fica uma alerta, beber demais não oferece nenhuma proteção e pode causar hipertensão arterial. De acordo com um dos pesquisadores, o benefício do consumo de álcool deveria aparecer em campanhas de saúde publica. "Precisamos ponderar a mensagem passada ao paciente", disse Gahali em entrevista ao site inglês Daily Mail.
O levantamento divulgado foi baseado em outros 84 estudos que relaciovam o consumo de álcool com doenças cardíacas, pessoas que bebiam de maneira moderada apresentaram menor incidência de derrames e mortes decorrentes da doença.
O estudo também analizou o tipo de bebida consumida, foi constatado que o beneficio esá no álcool e não no tipo de bebida alcoólica ingerida.
O Dia
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Paracetamol
Segundo o prof. Dr. Renan Marino, professor de Pediatria na FAMERP (Faculdade de Medicina de S. J. do Rio Preto-SP), a dengue é uma doença virótica, parente da hapatite C, e, sempre foi benigna, isto é, nunca matou. e não mata!Isso até 1957, quando surgiu no mercado a droga chamada PARACETAMOL.Imediatamente indicada como tratamento para dengue, pelo Ministério da Saúde Brasileiro, embora não exista nenhum trabalho no mundo todo que comprove eficácia deste veneno no tratamento da dengue.A partir de 1957, a dengue começou a matar.O PARACETAMOL é uma droga que destroi o fígado do paciente.O vírus da hepatite C, já detona o fígado e com o veneno do PARACETAMOL, esse fígado é destruído o que leva o paciente à morte.
A dengue hemorrágica, nada mais é que a reação do organismo quando o fígado, destruido pelo PARACETAMOL, provoca a morte do doente.
Segundo ainda o Professor Doutor, se o paciente NÃO TOMAR PARACETAMOL, ele terá todos os sintomas da dengue: mal estar, febre, dores nas juntas, vômitos, coceiras e dor nos fundos dos olhos, mas, após uma ou no máximo duas semanas, estará VIVO e bem. MAS, SE TOMAR PARACETAMOL, corre o risco de morrer.Nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, esse veneno é proibido.
Na Grã-Bretenha, é usado como forma de suicídio.
Tomando 10 comprimidos do veneno chamado PARACETAMOL, em cinco dias, seu fígado é destruído e se não fizer transplante, morre.Por isso, se você ama alguém, informe-o disso.Segundo o médico Prof. Dr. Renan Marino, pode-se tomar dipirona e seus derivados, pois não são metabolizados no fígado.
Mandada por uma internauta
Segundo o prof. Dr. Renan Marino, professor de Pediatria na FAMERP (Faculdade de Medicina de S. J. do Rio Preto-SP), a dengue é uma doença virótica, parente da hapatite C, e, sempre foi benigna, isto é, nunca matou. e não mata!Isso até 1957, quando surgiu no mercado a droga chamada PARACETAMOL.Imediatamente indicada como tratamento para dengue, pelo Ministério da Saúde Brasileiro, embora não exista nenhum trabalho no mundo todo que comprove eficácia deste veneno no tratamento da dengue.A partir de 1957, a dengue começou a matar.O PARACETAMOL é uma droga que destroi o fígado do paciente.O vírus da hepatite C, já detona o fígado e com o veneno do PARACETAMOL, esse fígado é destruído o que leva o paciente à morte.
A dengue hemorrágica, nada mais é que a reação do organismo quando o fígado, destruido pelo PARACETAMOL, provoca a morte do doente.
Segundo ainda o Professor Doutor, se o paciente NÃO TOMAR PARACETAMOL, ele terá todos os sintomas da dengue: mal estar, febre, dores nas juntas, vômitos, coceiras e dor nos fundos dos olhos, mas, após uma ou no máximo duas semanas, estará VIVO e bem. MAS, SE TOMAR PARACETAMOL, corre o risco de morrer.Nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, esse veneno é proibido.
Na Grã-Bretenha, é usado como forma de suicídio.
Tomando 10 comprimidos do veneno chamado PARACETAMOL, em cinco dias, seu fígado é destruído e se não fizer transplante, morre.Por isso, se você ama alguém, informe-o disso.Segundo o médico Prof. Dr. Renan Marino, pode-se tomar dipirona e seus derivados, pois não são metabolizados no fígado.
Mandada por uma internauta
Obesidade em homens aumenta em 75% risco de ataque cardíaco, aponta estudo
Aumento de doenças cardiovasculares ocorre independente de outros fatores de risco
Estudo realizado pelo Centro de Pesquisa Cardivascular da Universidade de Glasgow, na Inglaterra, revelou que a obesidade nos homens aumenta em 75% o risco de ataque cardíaco, independente de terem ou não outros fatores de risco para o desenvolvimento da doença.
O estudo, que foi publicado na Revista científica Heart, acompanhou durante 15 anos 6.082 pacientes do sexo masculino que foram diagnosticados com colesterol alto, mas que não tinham histórico de doença cardíaca ou diabetes.
Durante o período do estudo, os pesquisadores observaram 214 mortes causadas por doenças cardíacas e 1.027 pacientes que sofreram ataque cardíaco e/ou acidentes vasculares que não resultaram em morte. Mesmo após a exclusão de variáveis relevantes, como idade e histórico de tabagismo, o risco de morte entre os homens obesos, com o Índice de Massa Corporal (IMC) entre 30 e 39,9, era 75% superior comparado a homens não obesos.
— Muitos pacientes ficam preocupados somente com os fatores de risco, como o diabetes e a hipertensão, porém esse estudo comprova que o grande problema para a saúde do coração é a obesidade. Os fatores de risco também são complicações que merecem atenção médica, mas temos que considerar em primeiro lugar a prevenção e o tratamento da obesidade, que é responsável pelo desenvolvimento das demais doenças — destaca o cirurgião especialista em obesidade Roberto Rizzi.
A obesidade causa a expansão do átrio esquerdo e do ventrículo esquerdo, comprometendo a função cardíaca. O átrio esquerdo é responsável por receber o sangue rico em oxigênio dos pulmões e enviá-lo para o ventrículo esquerdo, que bombeia esse sangue para o corpo.
— Temos vários estudos científicos que comprovam os danos que a obesidade causa para a saúde do coração. O alargamento do átrio esquerdo aumenta o risco de arritmia cardíaca e fibrilação atrial. A alteração no ventrículo esquerdo faz com que o coração utilize mais força para conseguir bombear o sangue, podendo causar insuficiência cardíaca. Ou seja, é mais uma constatação de que o excesso de peso é bastante nocivo para o coração — diz Rizzi.
A obesidade afeta 205 milhões de homens e 297 milhões de mulheres, ou seja, 9,8% dos homens do mundo e 13,8% das mulheres. No planeta, 1,46 bilhão de adultos registram sobrepeso.
No Brasil, o problema atinge cerca de metade dos adultos em todas as regiões do país, com destaque para o Sul (56,8% dos homens e 51,6% das mulheres) e Sudeste (52,4% dos homens e 48,5% das mulheres).
— A obesidade também é o segundo maior fator de risco evitável para o câncer, ficando atrás apenas do tabagismo. A obesidade está ligada ao desenvolvimento de 29% dos casos de câncer de útero nas mulheres e 20% dos tumores de esôfago entre os homens — alerta Rizzi.
O levantamento do IBGE revelou ainda que a população de 20 anos ou mais, o sobrepeso no sexo masculino saltou de 18,5% em 1974/1975 para 50,1% em 2008/2009. No sexo feminino, o avanço foi menos intenso, e o número saltou de 28,7% para 48% no mesmo período.
— A mudança de hábito é a grande culpada por esses números alarmantes que não param de crescer. Precisamos dedicar mais recursos para a prevenção da obesidade no país, ou em pouco tempo estaremos igual aos EUA em número de obesos — conclui o médico.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
Aumento de doenças cardiovasculares ocorre independente de outros fatores de risco
Estudo realizado pelo Centro de Pesquisa Cardivascular da Universidade de Glasgow, na Inglaterra, revelou que a obesidade nos homens aumenta em 75% o risco de ataque cardíaco, independente de terem ou não outros fatores de risco para o desenvolvimento da doença.
O estudo, que foi publicado na Revista científica Heart, acompanhou durante 15 anos 6.082 pacientes do sexo masculino que foram diagnosticados com colesterol alto, mas que não tinham histórico de doença cardíaca ou diabetes.
Durante o período do estudo, os pesquisadores observaram 214 mortes causadas por doenças cardíacas e 1.027 pacientes que sofreram ataque cardíaco e/ou acidentes vasculares que não resultaram em morte. Mesmo após a exclusão de variáveis relevantes, como idade e histórico de tabagismo, o risco de morte entre os homens obesos, com o Índice de Massa Corporal (IMC) entre 30 e 39,9, era 75% superior comparado a homens não obesos.
— Muitos pacientes ficam preocupados somente com os fatores de risco, como o diabetes e a hipertensão, porém esse estudo comprova que o grande problema para a saúde do coração é a obesidade. Os fatores de risco também são complicações que merecem atenção médica, mas temos que considerar em primeiro lugar a prevenção e o tratamento da obesidade, que é responsável pelo desenvolvimento das demais doenças — destaca o cirurgião especialista em obesidade Roberto Rizzi.
A obesidade causa a expansão do átrio esquerdo e do ventrículo esquerdo, comprometendo a função cardíaca. O átrio esquerdo é responsável por receber o sangue rico em oxigênio dos pulmões e enviá-lo para o ventrículo esquerdo, que bombeia esse sangue para o corpo.
— Temos vários estudos científicos que comprovam os danos que a obesidade causa para a saúde do coração. O alargamento do átrio esquerdo aumenta o risco de arritmia cardíaca e fibrilação atrial. A alteração no ventrículo esquerdo faz com que o coração utilize mais força para conseguir bombear o sangue, podendo causar insuficiência cardíaca. Ou seja, é mais uma constatação de que o excesso de peso é bastante nocivo para o coração — diz Rizzi.
A obesidade afeta 205 milhões de homens e 297 milhões de mulheres, ou seja, 9,8% dos homens do mundo e 13,8% das mulheres. No planeta, 1,46 bilhão de adultos registram sobrepeso.
No Brasil, o problema atinge cerca de metade dos adultos em todas as regiões do país, com destaque para o Sul (56,8% dos homens e 51,6% das mulheres) e Sudeste (52,4% dos homens e 48,5% das mulheres).
— A obesidade também é o segundo maior fator de risco evitável para o câncer, ficando atrás apenas do tabagismo. A obesidade está ligada ao desenvolvimento de 29% dos casos de câncer de útero nas mulheres e 20% dos tumores de esôfago entre os homens — alerta Rizzi.
O levantamento do IBGE revelou ainda que a população de 20 anos ou mais, o sobrepeso no sexo masculino saltou de 18,5% em 1974/1975 para 50,1% em 2008/2009. No sexo feminino, o avanço foi menos intenso, e o número saltou de 28,7% para 48% no mesmo período.
— A mudança de hábito é a grande culpada por esses números alarmantes que não param de crescer. Precisamos dedicar mais recursos para a prevenção da obesidade no país, ou em pouco tempo estaremos igual aos EUA em número de obesos — conclui o médico.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Nutricionista da Lapinha Spa (PR) dá dicas de alimentação no verão
No verão, muitas pessoas acabam correndo atrás de fórmulas milagrosas para ter o corpo perfeito, ou quase, em um curto prazo. Mas para isso basta ter manter uma alimentação saudável, que o resultado aparece. Segundo a nutricionista da Lapinha Spa, Carolina Nizer (CRN 4519), “alimentar-se bem não quer dizer comer muito, pelo contrário, comer em quantidade moderada, mas com qualidade”.
Nesta época, o ideal é ingerir mais frutas, verduras e legumes, além de peixe e frango, que favorecem a digestão. Já os alimentos e as preparações que demoram muito tempo para serem digeridos como, por exemplo, dobradinha, feijoada, massas com molhos encorpados, carne vermelha, queijos amarelos, amendoins, salgadinhos de pacotes, frituras e sobremesas, devem ser evitados.
Os cereais, de preferência integrais, e as leguminosas também devem marcar presença devido aos seus nutrientes e fibras que colaboram para uma boa digestão e diminuem a absorção de glicose e colesterol.
Outra boa pedida são as folhas, legumes e frutas que apresentam muita água em sua composição, e acabam proporcionando uma sensação de frescor e leveza. Quanto às frutas, a nutricionista aconselha abusar nas da época como manga, melancia, maracujá, abacaxi, pêssego, ameixa, melão e outras típicas da região onde reside. Quando possível consuma com casca e bagaço.
Além de todas as funções, “os alimentos leves e saudáveis, se bem conservados, diminuem ainda mais o risco de contaminações e toxiinfecções, frequentes no verão. Sintomas de náuseas, vômitos e diarréia derrubam qualquer um e podem causar desidratação”, alerta.
Confira abaixo algumas dicas da nutricionista Carolina para um cardápio saudável para o verão:
Granola ou aveia são excelentes substitutos do pão, além de ótimos no café da manhã, acompanhados de iogurte ou leite gelado;
Nos intervalos da manhã, ou à tarde, consuma frutas em forma de saladas ou sucos;
Faça sanduíches frios com molho light gelados;
No jantar, substitua a comida por lanches com frios magros ou carnes magras, além de muita salada e fruta;
Diminua o sal de sua refeição (provoca retenção de líquidos);
Cuidado com os alimentos feitos com leite, gordura e ovos na sua preparação. Necessitam de refrigeração adequada, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar;
Ingestão de líquidos devem ser frequentes (água, sucos naturais, chás e água de coco).
Divulgação
No verão, muitas pessoas acabam correndo atrás de fórmulas milagrosas para ter o corpo perfeito, ou quase, em um curto prazo. Mas para isso basta ter manter uma alimentação saudável, que o resultado aparece. Segundo a nutricionista da Lapinha Spa, Carolina Nizer (CRN 4519), “alimentar-se bem não quer dizer comer muito, pelo contrário, comer em quantidade moderada, mas com qualidade”.
Nesta época, o ideal é ingerir mais frutas, verduras e legumes, além de peixe e frango, que favorecem a digestão. Já os alimentos e as preparações que demoram muito tempo para serem digeridos como, por exemplo, dobradinha, feijoada, massas com molhos encorpados, carne vermelha, queijos amarelos, amendoins, salgadinhos de pacotes, frituras e sobremesas, devem ser evitados.
Os cereais, de preferência integrais, e as leguminosas também devem marcar presença devido aos seus nutrientes e fibras que colaboram para uma boa digestão e diminuem a absorção de glicose e colesterol.
Outra boa pedida são as folhas, legumes e frutas que apresentam muita água em sua composição, e acabam proporcionando uma sensação de frescor e leveza. Quanto às frutas, a nutricionista aconselha abusar nas da época como manga, melancia, maracujá, abacaxi, pêssego, ameixa, melão e outras típicas da região onde reside. Quando possível consuma com casca e bagaço.
Além de todas as funções, “os alimentos leves e saudáveis, se bem conservados, diminuem ainda mais o risco de contaminações e toxiinfecções, frequentes no verão. Sintomas de náuseas, vômitos e diarréia derrubam qualquer um e podem causar desidratação”, alerta.
Confira abaixo algumas dicas da nutricionista Carolina para um cardápio saudável para o verão:
Granola ou aveia são excelentes substitutos do pão, além de ótimos no café da manhã, acompanhados de iogurte ou leite gelado;
Nos intervalos da manhã, ou à tarde, consuma frutas em forma de saladas ou sucos;
Faça sanduíches frios com molho light gelados;
No jantar, substitua a comida por lanches com frios magros ou carnes magras, além de muita salada e fruta;
Diminua o sal de sua refeição (provoca retenção de líquidos);
Cuidado com os alimentos feitos com leite, gordura e ovos na sua preparação. Necessitam de refrigeração adequada, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar;
Ingestão de líquidos devem ser frequentes (água, sucos naturais, chás e água de coco).
Divulgação
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Dietas emergenciais são as principais vilãs do efeito sanfona
Consumir poucas calorias obriga o organismo a utilizar outras fontes de energia para poder manter funções vitais
Dieta da banana, dos carboidratos, do limão, da lua, da sopa, disso ou daquilo. São tantas receitas diferentes que prometem resultados milagrosos em pouco tempo que não é possível quantificá-las. Segundo o nutrólogo Maximo Asinelli, elas são chamadas de dietas emergenciais, os seja, são programas alimentares com baixas calorias e que restringem determinados alimentos e grupos alimentares.
— Geralmente elas duram apenas alguns dias e não devem ser prolongadas por mais tempo devido à baixa quantidade de calorias que devem ser ingeridas — explica.
O especialista revela que uma das principais desvantagens desse tipo de dieta é o efeito sanfona. Ele é inevitável já que ninguém consegue manter uma alimentação restritiva por muito tempo.
— Por isso a maioria das pessoas que recorrem a este tipo de dieta para emagrecer recupera o peso perdido rapidamente. É bom lembrar que o efeito sanfona prejudica muito o organismo, pois compromete o sistema imunológico, deixando o corpo mais suscetível a infecções — esclarece o nutrólogo.
Segundo Asinelli, ao restringir muitos alimentos e consumir poucas calorias este tipo de dieta obriga o organismo a utilizar outras fontes de energia para poder manter ativas as suas funções vitais, como as gorduras acumuladas.
— Por isso, se uma dieta emergencial for seguida a risca ela realmente vai auxiliar na perda de peso, mas por outro lado prejudica o organismo e não traz benefícios a longo prazo — alerta o médico.
Fazer uma mudança radical nos hábitos alimentares de uma hora para outra não é saudável. Restringir alimentos faz com que a quantidade e a qualidade dos nutrientes fornecidos não seja o suficiente para a manutenção do organismo.
— Nenhum grupo alimentar deve ser abolido do cardápio, seja ele carboidratos, gorduras ou proteínas. Todos eles juntos são fundamentais para a manutenção do organismo — ressalta.
Quem quer emagrecer com saúde deve procurar um especialista e fazer uma reeducação alimentar.
--- Ao aprender a se alimentar bem, o indivíduo emagrece sem passar fome e ainda fortalece o sistema imunológico. Com força de vontade e disciplina, os resultados são mantidos por longos prazos, desde que não haja exageros. Praticar exercícios físicos e beber bastante água também é essencial”, acrescenta.
BEM-ESTAR do CLICKRBS
Consumir poucas calorias obriga o organismo a utilizar outras fontes de energia para poder manter funções vitais
Dieta da banana, dos carboidratos, do limão, da lua, da sopa, disso ou daquilo. São tantas receitas diferentes que prometem resultados milagrosos em pouco tempo que não é possível quantificá-las. Segundo o nutrólogo Maximo Asinelli, elas são chamadas de dietas emergenciais, os seja, são programas alimentares com baixas calorias e que restringem determinados alimentos e grupos alimentares.
— Geralmente elas duram apenas alguns dias e não devem ser prolongadas por mais tempo devido à baixa quantidade de calorias que devem ser ingeridas — explica.
O especialista revela que uma das principais desvantagens desse tipo de dieta é o efeito sanfona. Ele é inevitável já que ninguém consegue manter uma alimentação restritiva por muito tempo.
— Por isso a maioria das pessoas que recorrem a este tipo de dieta para emagrecer recupera o peso perdido rapidamente. É bom lembrar que o efeito sanfona prejudica muito o organismo, pois compromete o sistema imunológico, deixando o corpo mais suscetível a infecções — esclarece o nutrólogo.
Segundo Asinelli, ao restringir muitos alimentos e consumir poucas calorias este tipo de dieta obriga o organismo a utilizar outras fontes de energia para poder manter ativas as suas funções vitais, como as gorduras acumuladas.
— Por isso, se uma dieta emergencial for seguida a risca ela realmente vai auxiliar na perda de peso, mas por outro lado prejudica o organismo e não traz benefícios a longo prazo — alerta o médico.
Fazer uma mudança radical nos hábitos alimentares de uma hora para outra não é saudável. Restringir alimentos faz com que a quantidade e a qualidade dos nutrientes fornecidos não seja o suficiente para a manutenção do organismo.
— Nenhum grupo alimentar deve ser abolido do cardápio, seja ele carboidratos, gorduras ou proteínas. Todos eles juntos são fundamentais para a manutenção do organismo — ressalta.
Quem quer emagrecer com saúde deve procurar um especialista e fazer uma reeducação alimentar.
--- Ao aprender a se alimentar bem, o indivíduo emagrece sem passar fome e ainda fortalece o sistema imunológico. Com força de vontade e disciplina, os resultados são mantidos por longos prazos, desde que não haja exageros. Praticar exercícios físicos e beber bastante água também é essencial”, acrescenta.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Anvisa quer banir venda de emagrecedores no Brasil
A Anvisa considera que os riscos dos inibidores superam os benefícios
Foto: Getty Images
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer banir a venda de inibidores de apetite que contêm sibutramina e os chamados anorexígenos anfetamínicos, que têm em sua composição as substâncias anfepramona, femproporex e mazindol. De acordo com o órgão, os medicamentos devem ser retirados do mercado brasileiros por representarem altos riscos à saúde.
Por meio de nota, a Anvisa explicou que a medida tem como base estudos e um parecer da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) de outubro do ano passado, que recomenda o cancelamento do registro dos remédios ao considerar que os riscos superam os benefícios.
Uma nota técnica da área de farmacovigilância e da Gerência de Medicamentos da Anvisa atesta que a sibutramina apresenta baixa efetividade na redução de peso, além de pouca manutenção desse resultado em longo prazo. Há ainda um aumento de risco cardiovascular em todos os usuários do remédio.
Os anorexígenos anfetamínicos apresentam graves riscos cardiopulmonares e ao sistema nervoso central, o que, segundo a Anvisa, tornaria insustentável a permanência desses produtos no mercado brasileiro - mesmo com melhorias no processo de controle de venda.
O comunicado destaca que os inibidores de apetite que contêm sibutramina e os anorexígenos anfetamínicos já foram banidos em diversos países desenvolvidos por serem considerados medicamentos obsoletos e de elevado risco para o paciente.
"As novas evidências científicas, aliadas aos dados obtidos por meio das ações de vigilância pós-mercado da Anvisa, apontam para a necessidade de retirada dos inibidores de apetite do mercado brasileiro, não havendo justificativa para a permanência desses produtos no país", afirma a nota.
A Anvisa deve promover um debate sobre o assunto na próxima quarta-feira.
As informações são da Agência Brasil
A Anvisa considera que os riscos dos inibidores superam os benefícios
Foto: Getty Images
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer banir a venda de inibidores de apetite que contêm sibutramina e os chamados anorexígenos anfetamínicos, que têm em sua composição as substâncias anfepramona, femproporex e mazindol. De acordo com o órgão, os medicamentos devem ser retirados do mercado brasileiros por representarem altos riscos à saúde.
Por meio de nota, a Anvisa explicou que a medida tem como base estudos e um parecer da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) de outubro do ano passado, que recomenda o cancelamento do registro dos remédios ao considerar que os riscos superam os benefícios.
Uma nota técnica da área de farmacovigilância e da Gerência de Medicamentos da Anvisa atesta que a sibutramina apresenta baixa efetividade na redução de peso, além de pouca manutenção desse resultado em longo prazo. Há ainda um aumento de risco cardiovascular em todos os usuários do remédio.
Os anorexígenos anfetamínicos apresentam graves riscos cardiopulmonares e ao sistema nervoso central, o que, segundo a Anvisa, tornaria insustentável a permanência desses produtos no mercado brasileiro - mesmo com melhorias no processo de controle de venda.
O comunicado destaca que os inibidores de apetite que contêm sibutramina e os anorexígenos anfetamínicos já foram banidos em diversos países desenvolvidos por serem considerados medicamentos obsoletos e de elevado risco para o paciente.
"As novas evidências científicas, aliadas aos dados obtidos por meio das ações de vigilância pós-mercado da Anvisa, apontam para a necessidade de retirada dos inibidores de apetite do mercado brasileiro, não havendo justificativa para a permanência desses produtos no país", afirma a nota.
A Anvisa deve promover um debate sobre o assunto na próxima quarta-feira.
As informações são da Agência Brasil
Ovo está mais saudável, afirma estudo
Foto: Getty Images
Para quem adora ovo mas evita por conta do colesterol, uma boa notícia: ele pode estar mais saudável. A conclusão é de um estudo realizado pelo Serviço de Pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
Segundo o jornal Daily Mail, a equipe de cientistas descobriu que a iguaria contém 13% menos colesterol em comparação com o ovo de uma década atrás. O teor de vitamina D, que ajuda a proteger os ossos, chegou a 64% a mais.
O motivo da melhoria seria a mudança na alimentação das galinhas. Apesar dessa constatação, o limite diário continua sendo saborear apenas um ovo por dia.
Terra
O ovo pode estar mais saudável, segundo estudo do Serviço de Pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
Para quem adora ovo mas evita por conta do colesterol, uma boa notícia: ele pode estar mais saudável. A conclusão é de um estudo realizado pelo Serviço de Pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
Segundo o jornal Daily Mail, a equipe de cientistas descobriu que a iguaria contém 13% menos colesterol em comparação com o ovo de uma década atrás. O teor de vitamina D, que ajuda a proteger os ossos, chegou a 64% a mais.
O motivo da melhoria seria a mudança na alimentação das galinhas. Apesar dessa constatação, o limite diário continua sendo saborear apenas um ovo por dia.
Terra
Alta dos alimentos leva 44 milhões de pessoas à pobreza
Mudanças climáticas podem potencializar ainda mais impacto nos preços dos alimentos
Os preços internacionais dos alimentos continuaram subindo com força nos últimos meses, aumentando a pobreza e as preocupações com a economia, como informou ontem o Banco Mundial. O índice de preços do banco subiu 15% entre outubro do ano passado e janeiro de 2011, o que significa uma elevação de 30% em relação ao mesmo período do ano passado e apenas 3% abaixo do pico de 2008.
O Banco Mundial relatou que esse aumento, que inclui alta significativa dos preços do trigo e do milho, colocou cerca de 44 milhões de pessoas em situação de pobreza desde junho.
- Os preços globais dos alimentos estão subindo para níveis perigosos e ameaçam dezenas de milhões de pessoas pobres no mundo - disse o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, em comunicado.
A alta dos alimentos tem sido uma grande preocupação para as autoridades internacionais. O Banco Mundial alertou que a elevação dos preços pode causar "macro vulnerabilidades", especialmente nos países menos sólidos em âmbito fiscal, que são forçados a importar grandes volumes de alimentos.
No entanto, o Banco Mundial ponderou que boas colheitas em muitos países africanos ajudaram a conter a elevação dos preços de alguns itens. Além disso, o banco observou que os preços internacionais do arroz subiram moderadamente e que o cenário desse mercado permanece estável. O Banco Mundial avisou, ainda, que as mudanças climáticas devem causar mais impacto nos preços dos alimentos do que ocorreu no passado.
- A frequência de eventos relacionados ao clima durante o último ano e seu impacto nos preços da comida ressaltam a vulnerabilidade dos pobres diante das mudanças climáticas - afirmou o banco.
As informações são da Dow Jones
Mudanças climáticas podem potencializar ainda mais impacto nos preços dos alimentos
Os preços internacionais dos alimentos continuaram subindo com força nos últimos meses, aumentando a pobreza e as preocupações com a economia, como informou ontem o Banco Mundial. O índice de preços do banco subiu 15% entre outubro do ano passado e janeiro de 2011, o que significa uma elevação de 30% em relação ao mesmo período do ano passado e apenas 3% abaixo do pico de 2008.
O Banco Mundial relatou que esse aumento, que inclui alta significativa dos preços do trigo e do milho, colocou cerca de 44 milhões de pessoas em situação de pobreza desde junho.
- Os preços globais dos alimentos estão subindo para níveis perigosos e ameaçam dezenas de milhões de pessoas pobres no mundo - disse o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, em comunicado.
A alta dos alimentos tem sido uma grande preocupação para as autoridades internacionais. O Banco Mundial alertou que a elevação dos preços pode causar "macro vulnerabilidades", especialmente nos países menos sólidos em âmbito fiscal, que são forçados a importar grandes volumes de alimentos.
No entanto, o Banco Mundial ponderou que boas colheitas em muitos países africanos ajudaram a conter a elevação dos preços de alguns itens. Além disso, o banco observou que os preços internacionais do arroz subiram moderadamente e que o cenário desse mercado permanece estável. O Banco Mundial avisou, ainda, que as mudanças climáticas devem causar mais impacto nos preços dos alimentos do que ocorreu no passado.
- A frequência de eventos relacionados ao clima durante o último ano e seu impacto nos preços da comida ressaltam a vulnerabilidade dos pobres diante das mudanças climáticas - afirmou o banco.
As informações são da Dow Jones
Energéticos podem afetar fígado e coração de jovens
Efeitos colaterais são mais graves em pessoas com diabetes e anormalidades cardíacas
O consumo de bebidas energéticas pode ser arriscado para crianças e jovens e deve ser regulamentado, diz pesquisa publicada nos EUA. Estudos sobre os efeitos dos energéticos mais populares encontraram casos de convulsões, delírios, problemas cardíacos e danos aos rins e ao fígado.
— Há sinais de que, para algumas pessoas, há efeitos colaterais — afirma Steven Lipshultz, autor da pesquisa. O estudo alerta para o fato de que efeitos colaterais do consumo de energéticos são mais graves para crianças e jovens com diabetes, anormalidades cardíacas ou que tomam certos remédios. O maior problema é a cafeína.
De acordo com pesquisa realizada na Nova Zelândia, uma lata de energético é suficiente para causar dor de estômago ou irritabilidade na maioria das crianças. Nos EUA, as fabricantes contestaram a pesquisa.
COMUNICAÇÃO PORTAL SOCIAL CLICRBS
Efeitos colaterais são mais graves em pessoas com diabetes e anormalidades cardíacas
— Há sinais de que, para algumas pessoas, há efeitos colaterais — afirma Steven Lipshultz, autor da pesquisa. O estudo alerta para o fato de que efeitos colaterais do consumo de energéticos são mais graves para crianças e jovens com diabetes, anormalidades cardíacas ou que tomam certos remédios. O maior problema é a cafeína.
De acordo com pesquisa realizada na Nova Zelândia, uma lata de energético é suficiente para causar dor de estômago ou irritabilidade na maioria das crianças. Nos EUA, as fabricantes contestaram a pesquisa.
COMUNICAÇÃO PORTAL SOCIAL CLICRBS
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Soja preta pode ajudar a combater o envelhecimento precoce
Alimento auxilia na boa manutenção dos cabelos, unhas e pele
Além de ser uma ótima fonte de proteínas, fibras, minerais e vitaminas a soja do tipo preta é capaz de retardar o envelhecimento precoce por conter alto teor de propriedades antioxidantes. Segundo a nutricionista Audrey Abe, colaboradora da rede Natural em Casa, por essas propriedades, a soja é muito conhecida atualmente como um "superalimento".
— Esta opção mais escura da soja possui maior concentração de antocianina, uma substância antioxidante que dá essa coloração diferente — explica.
Nas nações asiáticas, já existem mercados tradicionais desse tipo de grão. No Brasil, a procura começou recentemente, já que as propriedades antioxidantes do alimento começaram a ser difundidas. Conforme a especialista, o consumo de alimentos ricos nessas propriedades, combate os radicais livres, evitando danos nas células do corpo humano e prevenindo contra diversas doenças.
Audrey lista alguns dos benefícios que o consumo regular de soja preta traz ao organismo:
:: Prevenção
As antocianinas da soja preta agem como antioxidantes, combatendo radicais livres, desempenhando assim um importante papel na prevenção de doenças cardiovasculares, cânceres e regulação de inflamações. Esta substância ajuda a inibir a agregação das plaquetas, evitando a formação de coágulos que comprometem a circulação sanguínea.
Há indícios ainda, em pesquisas realizadas, de que possa auxiliar também na prevenção de diabetes.
:: Proteínas
A soja preta também é uma ótima opção para os adeptos da alimentação vegetariana, pelo seu alto teor de proteína. Pode ajudar a substituir o consumo de carne, frango e peixe, sendo utilizada em diversos preparos.
:: Combate à TPM
Como a soja tradicional, a preta tem isoflavinas, que reduzem os sintomas da TPM e do climatério e ajudam a prevenir a osteoporose. Em estudo realizado no Japão, um snack feito à base de soja preta foi eficaz ao melhorar a perda de volume ósseo.
:: Estética:
Por ser fonte de proteínas, a soja preta, auxilia na boa manutenção dos cabelos, unhas e pele. E por ter maior concentração de antocianinas, previne a ação de radicais livres, combatendo o envelhecimento precoce.
Curiosidades:
:: A soja preta tem o sabor parecido com o da amarela. Pode ser utilizada no preparo de caldos, sopas e saladas. Cozida, combina com o arroz branco ou integral. A sua farinha pode ser usada em receitas de bolos e pães ou, simplesmente, misturada em sucos, vitaminas e iogurtes.
:: Consuma pelo menos uma porção por dia e armazene em embalagem fechada, local arejado, seco e sem luz para evitar a perda parte de suas propriedades antioxidantes.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
Alimento auxilia na boa manutenção dos cabelos, unhas e pele
Além de ser uma ótima fonte de proteínas, fibras, minerais e vitaminas a soja do tipo preta é capaz de retardar o envelhecimento precoce por conter alto teor de propriedades antioxidantes. Segundo a nutricionista Audrey Abe, colaboradora da rede Natural em Casa, por essas propriedades, a soja é muito conhecida atualmente como um "superalimento".
— Esta opção mais escura da soja possui maior concentração de antocianina, uma substância antioxidante que dá essa coloração diferente — explica.
Nas nações asiáticas, já existem mercados tradicionais desse tipo de grão. No Brasil, a procura começou recentemente, já que as propriedades antioxidantes do alimento começaram a ser difundidas. Conforme a especialista, o consumo de alimentos ricos nessas propriedades, combate os radicais livres, evitando danos nas células do corpo humano e prevenindo contra diversas doenças.
Audrey lista alguns dos benefícios que o consumo regular de soja preta traz ao organismo:
:: Prevenção
As antocianinas da soja preta agem como antioxidantes, combatendo radicais livres, desempenhando assim um importante papel na prevenção de doenças cardiovasculares, cânceres e regulação de inflamações. Esta substância ajuda a inibir a agregação das plaquetas, evitando a formação de coágulos que comprometem a circulação sanguínea.
Há indícios ainda, em pesquisas realizadas, de que possa auxiliar também na prevenção de diabetes.
:: Proteínas
A soja preta também é uma ótima opção para os adeptos da alimentação vegetariana, pelo seu alto teor de proteína. Pode ajudar a substituir o consumo de carne, frango e peixe, sendo utilizada em diversos preparos.
:: Combate à TPM
Como a soja tradicional, a preta tem isoflavinas, que reduzem os sintomas da TPM e do climatério e ajudam a prevenir a osteoporose. Em estudo realizado no Japão, um snack feito à base de soja preta foi eficaz ao melhorar a perda de volume ósseo.
:: Estética:
Por ser fonte de proteínas, a soja preta, auxilia na boa manutenção dos cabelos, unhas e pele. E por ter maior concentração de antocianinas, previne a ação de radicais livres, combatendo o envelhecimento precoce.
Curiosidades:
:: A soja preta tem o sabor parecido com o da amarela. Pode ser utilizada no preparo de caldos, sopas e saladas. Cozida, combina com o arroz branco ou integral. A sua farinha pode ser usada em receitas de bolos e pães ou, simplesmente, misturada em sucos, vitaminas e iogurtes.
:: Consuma pelo menos uma porção por dia e armazene em embalagem fechada, local arejado, seco e sem luz para evitar a perda parte de suas propriedades antioxidantes.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Dieta rica em fast foods e alimentos processados pode reduzir seu Q.I.Afirmação é de uma pesquisa britânica que avaliou crianças de três a oito anos
Pessoas com dieta rica em comida processada podem apresentar Q.I. ligeiramente mais baixo, de acordo com um amplo estudo divulgado no Journal of Epidemiology and Community Health da British Medical Association (BMA) e que já está sendo aclamado como o mais abrangente do tipo. A conclusão da pesquisa é o resultado do acompanhamento de 14.000 crianças nascidas na Inglaterra entre 1991 e 1992, que tiveram a saúde e o bem-estar monitorados aos três, quatro, sete e oito anos e meio.
Os pais das crianças foram orientados a preencher questionários que perguntavam, entre outras coisas, o que seus filhos comiam e bebiam. Três padrões de dieta foram então identificados: o primeiro, rico em gorduras processadas e açúcar; o segundo, uma dieta "tradicional" com base em carne e vegetais; e o terceiro, considerado "saudável", com muita salada, frutas e vegetais, além de macarrão e arroz.
Quando as crianças chegaram aos oito anos e meio, seu Q.I. (sigla para quociente de inteligência) foi medido através de uma ferramenta padrão conhecida como Escala de Inteligência de Wechsler. Entre as 4 mil crianças cujos dados estão completos, é possível perceber uma diferença significativa de Q.I. daquelas que consumiam comida processada em relação às submetidas a uma dieta saudável nos primeiros anos da infância.
Ao todo, 20% das crianças participantes consumiam grande quantidade de comida processada, e o Q.I. médio aferido entre elas é 101. Já entre os 20% alimentados de maneira saudável, o Q.I. médio é 106.
— É uma diferença muito pequena, não é uma diferença vasta — admite Pauline Emmett, uma das autoras do estudo, que pertence à Escola de Medicina Social e Comunitária da Universidade de Bristol.
— No entanto, ela as torna menos capazes de lidar com a educação, menos capazes de lidar com algumas coisas na vida — acrescenta.
A associação entre nível de Q.I. e nutrição é um ponto polêmico e exaustivamente debatido, uma vez que pode ser influenciada por inúmeros fatores como o contexto social e econômico de cada indivíduo. É possível argumentar, por exemplo, que uma família de classe média tem mais interesse (ou mais condições) de servir uma refeição saudável aos filhos, além de dar mais estímulo à criança para que consuma alimentos saudáveis, em comparação com famílias mais pobres.
Emmett explica que sua equipe dedicou especial cuidado para neutralizar este tipo de fator na aferição dos dados.
— Temos todo o controle do nível educacional da mãe, da classe social da mãe, sua idade, se vive em casa própria, o que aconteceu em sua vida, qualquer coisa errada, o ambiente da casa, se há livros ou se assiste muita televisão, coisas assim — diz a pesquisadora.
Além disso, afirma, o tamanho do estudo não tem precedentes na área.
— É uma amostra gigantesca, é muito maior do que qualquer coisa que alguém já tenha feito — acrescentou, em entrevista à AFP.
Emmett enfatiza, entretanto, que ainda são necessários mais trabalhos para descobrir se este impacto no Q.I. das crianças continua à medida que envelhecem. Sobre por que uma dieta rica em 'junk food' teria esta influência sobre a inteligência, a pesquisadora sugere que a falta de vitaminas e minerais vitais para o desenvolvimento do cérebro, adquiridos em pouca quantidade em alimentos processados, em um momento fundamental da infância, pode ser responsável pela diferença.
— Uma dieta de 'junk food' não proporciona um bom desenvolvimento do cérebro — conclui.
AFP
Pessoas com dieta rica em comida processada podem apresentar Q.I. ligeiramente mais baixo, de acordo com um amplo estudo divulgado no Journal of Epidemiology and Community Health da British Medical Association (BMA) e que já está sendo aclamado como o mais abrangente do tipo. A conclusão da pesquisa é o resultado do acompanhamento de 14.000 crianças nascidas na Inglaterra entre 1991 e 1992, que tiveram a saúde e o bem-estar monitorados aos três, quatro, sete e oito anos e meio.
Os pais das crianças foram orientados a preencher questionários que perguntavam, entre outras coisas, o que seus filhos comiam e bebiam. Três padrões de dieta foram então identificados: o primeiro, rico em gorduras processadas e açúcar; o segundo, uma dieta "tradicional" com base em carne e vegetais; e o terceiro, considerado "saudável", com muita salada, frutas e vegetais, além de macarrão e arroz.
Quando as crianças chegaram aos oito anos e meio, seu Q.I. (sigla para quociente de inteligência) foi medido através de uma ferramenta padrão conhecida como Escala de Inteligência de Wechsler. Entre as 4 mil crianças cujos dados estão completos, é possível perceber uma diferença significativa de Q.I. daquelas que consumiam comida processada em relação às submetidas a uma dieta saudável nos primeiros anos da infância.
Ao todo, 20% das crianças participantes consumiam grande quantidade de comida processada, e o Q.I. médio aferido entre elas é 101. Já entre os 20% alimentados de maneira saudável, o Q.I. médio é 106.
— É uma diferença muito pequena, não é uma diferença vasta — admite Pauline Emmett, uma das autoras do estudo, que pertence à Escola de Medicina Social e Comunitária da Universidade de Bristol.
— No entanto, ela as torna menos capazes de lidar com a educação, menos capazes de lidar com algumas coisas na vida — acrescenta.
A associação entre nível de Q.I. e nutrição é um ponto polêmico e exaustivamente debatido, uma vez que pode ser influenciada por inúmeros fatores como o contexto social e econômico de cada indivíduo. É possível argumentar, por exemplo, que uma família de classe média tem mais interesse (ou mais condições) de servir uma refeição saudável aos filhos, além de dar mais estímulo à criança para que consuma alimentos saudáveis, em comparação com famílias mais pobres.
Emmett explica que sua equipe dedicou especial cuidado para neutralizar este tipo de fator na aferição dos dados.
— Temos todo o controle do nível educacional da mãe, da classe social da mãe, sua idade, se vive em casa própria, o que aconteceu em sua vida, qualquer coisa errada, o ambiente da casa, se há livros ou se assiste muita televisão, coisas assim — diz a pesquisadora.
Além disso, afirma, o tamanho do estudo não tem precedentes na área.
— É uma amostra gigantesca, é muito maior do que qualquer coisa que alguém já tenha feito — acrescentou, em entrevista à AFP.
Emmett enfatiza, entretanto, que ainda são necessários mais trabalhos para descobrir se este impacto no Q.I. das crianças continua à medida que envelhecem. Sobre por que uma dieta rica em 'junk food' teria esta influência sobre a inteligência, a pesquisadora sugere que a falta de vitaminas e minerais vitais para o desenvolvimento do cérebro, adquiridos em pouca quantidade em alimentos processados, em um momento fundamental da infância, pode ser responsável pela diferença.
— Uma dieta de 'junk food' não proporciona um bom desenvolvimento do cérebro — conclui.
AFP
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Saiba como a água pode ser sua aliada na perda de peso
Água pode ajudar a aumentar massa muscular e traz sensação de saciedade
Além de cumprir uma extensa lista de funções vitais ao organismo, a água desempenha um papel fundamental na manutenção e perda de peso. Segundo a nutricionista da Vitta Exercício e Clínica de Saúde, Denise Pinto, quando combinada a bons hábitos alimentares, a água pode ajudar a aumentar massa muscular e traz sensação de saciedade, evitando que se coma demais.
---De acordo com a especialista, aliada à alimentação saudável e à prática de exercício físico, a água consumida adere ao compartimento intracelular do músculo, resultando no aumento da massa muscular.
— Isso faz com que a nossa taxa metabólica basal (quantidade de calorias que o corpo utiliza em repouso para o funcionamento dos órgãos) aumente. Ou seja, vamos queimar mais calorias quando estivermos em repouso — explica Denise.
Segundo ela, confundir sede com fome é muito comum, e a maioria das pessoas opta por comer ao invés de beber um copo de água. Por isso, ela recomenda:
— Sempre que você sentir aquela fome de repente, beba água para ver se não é sede.
Esse hábito promove ainda uma maior sensação de saciedade. Ter uma garrafinha de água por perto, e beber com frequência evita que você busque um doce ou outro alimento calórico.
Preferir a água gelada também é uma forma de queimar calorias. Segundo a nutricionista, o organismo precisa trabalhar mais para que a temperatura corporal seja restabelecida.
— Entretanto, a queima é mínima, em torno de uma caloria por litro de água ingerida. Por isso, devemos tomar bastante água ao longo do dia — orienta Denise.
No entanto, conforme a especialista, existem alguns momentos em que a água pode mais atrapalhar do que ajudar. É o caso das refeições, quando o consumo deve ser moderado.
— Nas refeições, como o almoço e jantar, consumimos alimentos ricos em proteínas, fibras e carboidratos. Quando ingerimos muito líquido junto, o nosso estômago tende a aumentar. Esse aumento faz com que possamos comer cada vez mais, aumentando assim o peso.
PREJUÍZOS DA FALTA DE INGESTÃO DE ÁGUA
:: Dificulta a regulação da temperatura corporal
:: Reduz a lubrificação das articulações
:: Compromete o transporte de vitaminas e minerais para as células
:: Dificulta o trabalho dos rins que filtram as toxinas do nosso organismo
QUAL A QUANTIDADE DIÁRIA RECOMENDADA DE ÁGUA?
:: Recomenda-se que para cada 1000kcal devemos ingerir um litro de água. Ou seja, se tenho uma dieta de 2000kcal, devo então ingerir 2 litros de água/dia.
BEM-ESTAR DO CLICK RBS
Água pode ajudar a aumentar massa muscular e traz sensação de saciedade
Além de cumprir uma extensa lista de funções vitais ao organismo, a água desempenha um papel fundamental na manutenção e perda de peso. Segundo a nutricionista da Vitta Exercício e Clínica de Saúde, Denise Pinto, quando combinada a bons hábitos alimentares, a água pode ajudar a aumentar massa muscular e traz sensação de saciedade, evitando que se coma demais.
---De acordo com a especialista, aliada à alimentação saudável e à prática de exercício físico, a água consumida adere ao compartimento intracelular do músculo, resultando no aumento da massa muscular.
— Isso faz com que a nossa taxa metabólica basal (quantidade de calorias que o corpo utiliza em repouso para o funcionamento dos órgãos) aumente. Ou seja, vamos queimar mais calorias quando estivermos em repouso — explica Denise.
Segundo ela, confundir sede com fome é muito comum, e a maioria das pessoas opta por comer ao invés de beber um copo de água. Por isso, ela recomenda:
— Sempre que você sentir aquela fome de repente, beba água para ver se não é sede.
Esse hábito promove ainda uma maior sensação de saciedade. Ter uma garrafinha de água por perto, e beber com frequência evita que você busque um doce ou outro alimento calórico.
Preferir a água gelada também é uma forma de queimar calorias. Segundo a nutricionista, o organismo precisa trabalhar mais para que a temperatura corporal seja restabelecida.
— Entretanto, a queima é mínima, em torno de uma caloria por litro de água ingerida. Por isso, devemos tomar bastante água ao longo do dia — orienta Denise.
No entanto, conforme a especialista, existem alguns momentos em que a água pode mais atrapalhar do que ajudar. É o caso das refeições, quando o consumo deve ser moderado.
— Nas refeições, como o almoço e jantar, consumimos alimentos ricos em proteínas, fibras e carboidratos. Quando ingerimos muito líquido junto, o nosso estômago tende a aumentar. Esse aumento faz com que possamos comer cada vez mais, aumentando assim o peso.
PREJUÍZOS DA FALTA DE INGESTÃO DE ÁGUA
:: Dificulta a regulação da temperatura corporal
:: Reduz a lubrificação das articulações
:: Compromete o transporte de vitaminas e minerais para as células
:: Dificulta o trabalho dos rins que filtram as toxinas do nosso organismo
QUAL A QUANTIDADE DIÁRIA RECOMENDADA DE ÁGUA?
:: Recomenda-se que para cada 1000kcal devemos ingerir um litro de água. Ou seja, se tenho uma dieta de 2000kcal, devo então ingerir 2 litros de água/dia.
BEM-ESTAR DO CLICK RBS
Comida pode te deixar mais bonito, aponta pesquisa
Estudo feito na Inglaterra comprova eficácia das frutas e vegetais
Comer frutas e vegetais deixa você mais bonito. E não só porque faz bem à saúde. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Nottingham, na Inglaterra, resolveu provar aquilo que os pais não cansam de dizer aos filhos.
Ian Stephen, um dos líderes do estudo, examinou a percepção da cor da pele em participantes da amostra que passaram a comer cinco porções extras ao dia durante dois meses. Para avaliar os resultados, Stephen chamou estudantes para analisar fotos dos integrantes da pesquisa, comparar as várias pigmentações e escolher as mais atraentes. Aqueles que comeram mais cenouras, brócolis, tomates e mangas ficaram entre os preferidos. A dieta com altos níveis de caroteno deixou os participantes mais bonitos.
– Em humanos, quanto mais tons de vermelho e amarelo existirem na pele mais atrativa a pessoa vai ser – afirma o pesquisador.
Há quem prefira torrar por horas embaixo do sol para garantir essa cor, mas se dá para alcançar bons resultados comendo uma salada bem servida, não tem razão para arriscar.
PONTO PARA A SALADA
1) Faz bem para o organismo, especialmente se for de produtos orgânicos
2) Faz bem para a sua pele e lhe deixa mais bonito
3) Faz bem para o planeta. Comendo mais verdura e menos carne, você colabora para reduzir o impacto do homem no ambiente
ONDE TEM CAROTENO
Na cenoura
No pimentão amarelo
No abacate
Em morangos e amoras
Em vegetais de folhas escuras
Na linhaça
Em nozes, sementes e grãos
NOSSO MUNDO SUSTENTÁVEL - ZH
Estudo feito na Inglaterra comprova eficácia das frutas e vegetais
Comer frutas e vegetais deixa você mais bonito. E não só porque faz bem à saúde. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Nottingham, na Inglaterra, resolveu provar aquilo que os pais não cansam de dizer aos filhos.
Ian Stephen, um dos líderes do estudo, examinou a percepção da cor da pele em participantes da amostra que passaram a comer cinco porções extras ao dia durante dois meses. Para avaliar os resultados, Stephen chamou estudantes para analisar fotos dos integrantes da pesquisa, comparar as várias pigmentações e escolher as mais atraentes. Aqueles que comeram mais cenouras, brócolis, tomates e mangas ficaram entre os preferidos. A dieta com altos níveis de caroteno deixou os participantes mais bonitos.
– Em humanos, quanto mais tons de vermelho e amarelo existirem na pele mais atrativa a pessoa vai ser – afirma o pesquisador.
Há quem prefira torrar por horas embaixo do sol para garantir essa cor, mas se dá para alcançar bons resultados comendo uma salada bem servida, não tem razão para arriscar.
PONTO PARA A SALADA
1) Faz bem para o organismo, especialmente se for de produtos orgânicos
2) Faz bem para a sua pele e lhe deixa mais bonito
3) Faz bem para o planeta. Comendo mais verdura e menos carne, você colabora para reduzir o impacto do homem no ambiente
ONDE TEM CAROTENO
Na cenoura
No pimentão amarelo
No abacate
Em morangos e amoras
Em vegetais de folhas escuras
Na linhaça
Em nozes, sementes e grãos
NOSSO MUNDO SUSTENTÁVEL - ZH
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Saborosos e terapêuticos: conheça os benefícios de oito temperos
Temperos naturais têm efeitos terapêuticos em pequenas doses, afirma nutricionista
Temperar os alimentos com ervas, além de ser uma ótima forma de reduzir o consumo de sal, agrega uma série de benefícios à saúde. Segundo a nutricionista e membro da Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN) Jacira Conceição dos Santos, os temperos naturais têm efeitos terapêuticos em pequenas doses.
— As pessoas usam muito temperos artificiais ou produtos quimicos, quando os temperos naturais, mesmo desidratos ou em pó, acrescentam nutrientes e sabor aos alimentos — explica ela, recomendando que as ervas sejam usadas frescas
Entre os temperos mais comuns, estão o orégano, a salsinha e o mangericão. Mas também existem opções como o endro, que ajuda a aliviar cólicas intestinais, e o tomilho, com propriedades expectorantes e vermífugas.
Confira uma lista de temperos e seus benefícios:
ORÉGANO
Uso culinário: O orégano pode ser usado em molhos à base de tomate, massas, vegetais refogados, saladas e pizzas. O sabor e as propriedades terapêuticas se perdem com o cozimento, por isto deve ser colocado no final da preparação.
Uso terapêutico: É digestivo, diminui a formação de gases, Pode ser tomado puro ou adicionado a outro chá digestivo, como o de camomila, erva doce, cidreira, hortelã ou capim limão, após as refeições, para diminuir as fermentações digestivas.
ALECRIM
Uso culinário: É uma erva de sabor picante e amargo. Dá sabor especial em carnes de frango, batatas e risotos.
Uso terapêutico: Serve como tônico cardíaco e tem ação no pulmão e fígado. É um estimulante geral e hipertensor, é digestivo, reduz a formação de gases, e tem propriedades antioxidantes (que combate os radicais livres do organismo).
Cuidados: Como é hipertensor, o chá, em uso contínuo, não deve ser utilizado por pessoas com hipertensão (pressão alta).
Uso terapêutico: O cheiro de alecrim tem fama de manter a pessoa alegre. Também é considerado um símbolo de amizade.
SALVIA
Uso culinário: Pode ser usado como tempero de carnes de gado, carneiro, pato, manteigas, omeletes e também combina com tomates.
Uso terapêutico: É utilizada como digestivo, combate gengivite e faringite. Friccionada nos dentes e gengivas faz assepsia e clareia os dentes.
ENDRO
(também conhecido como aneto ou dill)
Uso culinário: As folhas são usadas em saladas, peixes, frutos do mar, batatas, repolho, couve-flor e raízes. As sementes podem ser usadas em carnes ou em conservas, saladas e molhos de iogurte. As semente moídas são usadas também em massas de tortas e biscoitos.
Uso Terapêutico: É indicado para o tratamento de distúrbios digestivos, falta de apetite e indigestão. É um dos ingredientes usados para aliviar cólicas intestinais.
SALSA
Uso culinário: Na cozinha, usamos a salsa em qualquer tipo de alimento salgado. Ela deve ser acrescentada no final do cozimento para não perder o aroma.
Uso terapêutico: A salsa é diurética, combate os gases intestinais, facilita a expectoração, melhora a digestão, abre o apetite, contém grande quantidade vitamina A, vitaminas do grupo B e minerais.
TOMILHO
Uso culinário: Compõe o grupo das Ervas de Provença, junto com a sálvia, segurelha e alecrim. Aromatiza carnes e guisados, tempera alimentos cozidos no vinho, patês, molhos e pães. Também dá sabor especial à caldos, sopas e marinados.
Uso Terapêutico: Tem propriedades anti-sépticas, tônicas, antiespasmódicas, expectorantes e vermífugas.
ERVAS FINAS
Composição: salsa, cebolinha, estragão e tomilho
Uso culinário: Pode ser usada em molhos de saladas, peixes, ovos, molhos de tomate, aves, carnes, cordeiro e vegetais cozidos. Adicione sempre no final do cozimento.
MANJERICÃO
Uso culinário: É o principal ingrediente do tradicional molho pesto. Usado em pizzas, omeletes, saladas,massas, assados, molhos,sopas, queijos, carnes. Também no tempero de berinjela, pimentão, sopa de tomate, recheio para frango, peru, vitela e vinagrete.
Pode ainda servir de tempero a frutos do mar ensopados. Deve ser acrescentado quando o prato estiver bem no fim, pois perde o sabor com o calor. Combina muito bem com outras ervas.
Uso Terapêutico: Chá usado para gastrite, azia, nervosismo e instabilidade.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
Temperos naturais têm efeitos terapêuticos em pequenas doses, afirma nutricionista
Temperar os alimentos com ervas, além de ser uma ótima forma de reduzir o consumo de sal, agrega uma série de benefícios à saúde. Segundo a nutricionista e membro da Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN) Jacira Conceição dos Santos, os temperos naturais têm efeitos terapêuticos em pequenas doses.
— As pessoas usam muito temperos artificiais ou produtos quimicos, quando os temperos naturais, mesmo desidratos ou em pó, acrescentam nutrientes e sabor aos alimentos — explica ela, recomendando que as ervas sejam usadas frescas
Entre os temperos mais comuns, estão o orégano, a salsinha e o mangericão. Mas também existem opções como o endro, que ajuda a aliviar cólicas intestinais, e o tomilho, com propriedades expectorantes e vermífugas.
Confira uma lista de temperos e seus benefícios:
ORÉGANO
Uso culinário: O orégano pode ser usado em molhos à base de tomate, massas, vegetais refogados, saladas e pizzas. O sabor e as propriedades terapêuticas se perdem com o cozimento, por isto deve ser colocado no final da preparação.
Uso terapêutico: É digestivo, diminui a formação de gases, Pode ser tomado puro ou adicionado a outro chá digestivo, como o de camomila, erva doce, cidreira, hortelã ou capim limão, após as refeições, para diminuir as fermentações digestivas.
ALECRIM
Uso culinário: É uma erva de sabor picante e amargo. Dá sabor especial em carnes de frango, batatas e risotos.
Uso terapêutico: Serve como tônico cardíaco e tem ação no pulmão e fígado. É um estimulante geral e hipertensor, é digestivo, reduz a formação de gases, e tem propriedades antioxidantes (que combate os radicais livres do organismo).
Cuidados: Como é hipertensor, o chá, em uso contínuo, não deve ser utilizado por pessoas com hipertensão (pressão alta).
Uso terapêutico: O cheiro de alecrim tem fama de manter a pessoa alegre. Também é considerado um símbolo de amizade.
SALVIA
Uso culinário: Pode ser usado como tempero de carnes de gado, carneiro, pato, manteigas, omeletes e também combina com tomates.
Uso terapêutico: É utilizada como digestivo, combate gengivite e faringite. Friccionada nos dentes e gengivas faz assepsia e clareia os dentes.
ENDRO
(também conhecido como aneto ou dill)
Uso culinário: As folhas são usadas em saladas, peixes, frutos do mar, batatas, repolho, couve-flor e raízes. As sementes podem ser usadas em carnes ou em conservas, saladas e molhos de iogurte. As semente moídas são usadas também em massas de tortas e biscoitos.
Uso Terapêutico: É indicado para o tratamento de distúrbios digestivos, falta de apetite e indigestão. É um dos ingredientes usados para aliviar cólicas intestinais.
SALSA
Uso culinário: Na cozinha, usamos a salsa em qualquer tipo de alimento salgado. Ela deve ser acrescentada no final do cozimento para não perder o aroma.
Uso terapêutico: A salsa é diurética, combate os gases intestinais, facilita a expectoração, melhora a digestão, abre o apetite, contém grande quantidade vitamina A, vitaminas do grupo B e minerais.
TOMILHO
Uso culinário: Compõe o grupo das Ervas de Provença, junto com a sálvia, segurelha e alecrim. Aromatiza carnes e guisados, tempera alimentos cozidos no vinho, patês, molhos e pães. Também dá sabor especial à caldos, sopas e marinados.
Uso Terapêutico: Tem propriedades anti-sépticas, tônicas, antiespasmódicas, expectorantes e vermífugas.
ERVAS FINAS
Composição: salsa, cebolinha, estragão e tomilho
Uso culinário: Pode ser usada em molhos de saladas, peixes, ovos, molhos de tomate, aves, carnes, cordeiro e vegetais cozidos. Adicione sempre no final do cozimento.
MANJERICÃO
Uso culinário: É o principal ingrediente do tradicional molho pesto. Usado em pizzas, omeletes, saladas,massas, assados, molhos,sopas, queijos, carnes. Também no tempero de berinjela, pimentão, sopa de tomate, recheio para frango, peru, vitela e vinagrete.
Pode ainda servir de tempero a frutos do mar ensopados. Deve ser acrescentado quando o prato estiver bem no fim, pois perde o sabor com o calor. Combina muito bem com outras ervas.
Uso Terapêutico: Chá usado para gastrite, azia, nervosismo e instabilidade.
BEM-ESTAR DO CLICRBS
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Mais um ponto para a meditação
Uma pesquisa publicada na edição de 30 de janeiro da Psychiatry Research: Neuroimaging prova que a meditação muda mesmo o cérebro
Os pesquisadores descobriram que meditar por cerca de 30 minutos por dia por oito semanas muda a densidade da massa encefálica em áreas do cérebro associadas à memória, estresse, senso de “self” e empatia.
Os participantes fizeram ressonância magnética do cérebro antes e depois do estudo em que teria que meditar. Os scans mostraram aumento de massa cinzenta no hipocampo, importante área cerebral de aprendizado e memória. As imagens também mostraram redução de massa na amídala, que está relacionada à ansiedade e estresse. O grupo de controle que não meditou não mostrou nenhuma mudança.
Terra
Uma pesquisa publicada na edição de 30 de janeiro da Psychiatry Research: Neuroimaging prova que a meditação muda mesmo o cérebro
Os pesquisadores descobriram que meditar por cerca de 30 minutos por dia por oito semanas muda a densidade da massa encefálica em áreas do cérebro associadas à memória, estresse, senso de “self” e empatia.
Os participantes fizeram ressonância magnética do cérebro antes e depois do estudo em que teria que meditar. Os scans mostraram aumento de massa cinzenta no hipocampo, importante área cerebral de aprendizado e memória. As imagens também mostraram redução de massa na amídala, que está relacionada à ansiedade e estresse. O grupo de controle que não meditou não mostrou nenhuma mudança.
Terra
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